NOSSO OBJETIVO É O DE REPORTAR NOTÍCIAS DO CAMPO UFOLÓGICO ENTRE OUTROS ASPECTOS PERTINENTES AO MOVIMENTO MUNDIAL E UNIVERSAL.
NOSSO OBJETIVO É O DE REPORTAR NOTÍCIAS DO CAMPO UFOLÓGICO ENTRE OUTROS ASPECTOS PERTINENTES AO MOVIMENTO MUNDIAL E UNIVERSAL.
EM RESPEITO AOS LEITORES DESTE BLOG INFORMAMOS QUE AS INFORMAÇÕES AQUI POSTADAS SÃO RIGOROSAMENTE PESQUISADAS E ANALISADAS DE FORMA QUE ACHAMOS POR DIREITO NÃO DIVULGARMOS TODAS OU QUAISQUER OUTRAS MATÉRIAS JULGADAS TRATAREM-SE DE POSSÍVEIS MONTAGENS FANTASIOSAS, FALSAS OU EDITADAS.
IMPORTANTE: As informações contidas neste blog são oferecidas apenas para fins educacionais, científicos, ou estudos.
Os pontos de vista, opiniões e ideias expressas no conteúdo dos posts contidos nas páginas deste blog não são necessariamente os pontos de vista de qualquer detentor de direitos autorais, cujas informações podem aparecer nos vídeos aqui postados.
Fica o espectador responsável em discernir a validade, a factualidade ou implicações das informações aqui postadas. O espectador tem livre direito de fazer seu próprio julgamento com base em informações contidas nas páginas deste veículo de informação.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
sábado, 11 de junho de 2016
EX-ENGENHEIRO DA NASA REBATE SUPOSTAS APARIÇÕES DE ÓVNIS DIVULGADAS...
SEGUNDO JAMES OBERG, A MAIORIA DOS AVISTAMENTOS É CONFUNDIDA COM O LIXO ESPACIAL.
Ex-engenheiro da NASA, James Oberg, decidiu pesquisar os
inúmeros avistamentos relatados e pretende provar através da ciência que a
maior parte dos óvnis avistados não passam de casos denominados como “caspa
espacial”, e para ele as pessoas desconhecem estes objetos por falta de
informação.
Após trabalhar no comando de missões para a Nasa, durante a década
de 90, Oberg acabou tornando-se um especialista no fenômeno óvni, além de
escrever diversos artigos científicos falando a respeito do assunto.
Para o pesquisador nos últimos
anos, os avistamentos de óvnis quase que triplicaram em relação à década
passada. Seu principal objetivo é averiguar o que está acontecendo por trás do
fenômeno, por isso ele passa o dia analisando vídeos, imagens para tentar
descobrir o principal motivo por trás do fenômeno.
Para Oberg, uma das teorias é que
as pessoas estão acostumadas a observar objetos lentos, dependendo das
condições de luminosidade da atmosfera. Por exemplo, ao observarmos o céu
estrelado durante a noite tem horas que as cores acabam mudando de intensidade,
com isso o cérebro acaba se confundindo gerando uma visão de óptica.
Oberg
afirma que já esteve em voos espaciais e descreve que as maiorias dos
avistamentos não passam de fenômenos naturais originados em um ambiente
sobrenatural.
Entre os inúmeros relatos de
avistamentos há uma gravação de um óvni aproximando-se da estação espacial, na
realidade o objeto do vídeo foi identificado como sendo uma ''caspa do
espacial'', ou seja, o objeto desprendeu-se de algum veículo espacial durante o
lançamento.
''As maiorias dos avistamentos
são de destroços, sendo assim alguns entusiastas, costumam confundir estes
objetos com discos voadores''. Entretanto, o principal motivo de causarem tanto
alvoroço entre as testemunhas de avistamentos é porque a maioria desconhece o
material e ao observarem a maneira como estes objetos entram na atmosfera
acabam acreditando que se trata de alguma nave extraterrestre.
No entanto, ele afirma que
continuará pesquisando os casos considerados inexplicáveis pela ciência. “Esse
é o motivo para que, sempre acha uma hipótese para que possamos estudar algum
caso inexplicável, o mau funcionamento de alguma aeronave, ou demais ameaças.
Já aconteceram casos onde missões foram mal sucedidas, porque alguns casos
deveriam ser notificados não foram levados a sério”, concluiu.
Fonte: Blasting News
sábado, 9 de abril de 2016
ATENÇÃO
Estamos passando por um longo
período de inatividade no que tange ao movimento extra terrestre em nosso
planeta.
O que estamos presenciando à aproximadamente doze meses nada mais é do que antigos documentos, ou mesmo atuais documentos que
são inventados a fim de tentar inibir uma possível debandada da comunidade
ufológica.
Fiquem alerta, pois imagens e filmagens “fake”, continuam insistentemente a perambular via web.
Este silêncio não se perdurará por muito tempo, pois muito em breve teremos novidades sérias nesse campo.
BURACO NEGRO
sábado, 30 de janeiro de 2016
CIA LIBERA ARQUIVOS SECRETOS SOBRE ÓVNIS...
Os casos liberados pela agência de inteligência são referentes, principalmente, às décadas de 1940 e 1950.
A CIA (Central Intelligence Agency, ou Agência Central de Inteligência, em português), dos Estados Unidos, deixou muitos entusiastas do fenômeno OVNI e teóricos da conspiração empolgados, pois liberou, em seu site oficial, centenas de arquivos relacionados a Objetos Voadores Não Identificados (ou UFOs, Unidentified Flying Objects, em inglês).
Um destes arquivos, intitulado "Discos Voadores", e datado de 1º de agosto de 1952, relata: “Menos de 100 relatórios razoavelmente críveis permanecem ‘inexplicáveis’ neste momento. Recomenda-se que a vigilância da CIA continue. Aconselha-se fortemente, no entanto, que não haja relatos de interesse ou preocupação por parte da CIA que alcancem a imprensa ou o público”.
Os documentos revelados contêm informações detalhadas, coletadas pela agência, sobre avistamentos pelo mundo todo, além de algumas fotos. Porém, nenhum dos arquivos disponibilizados trata de possíveis contatos imediatos com naves ou seres extraterrestres.
Revelações inesperadas
As informações, que até então eram secretas, foram divulgadas no próprio site da CIA, em uma página intitulada “Dê uma espiada nos nossos Arquivos X” - alusão direta ao famoso seriado de TV, exibido entre 1993 e 2002, que tratava de assuntos relacionados a seres extraterrestres, OVNIs e paranormalidade, e que conta com uma temporada inédita, que começa a ser exibida.
No site, a CIA diz que para auxiliar na navegação pela grande quantidade de dados disponibilizados, foram destacados alguns casos, e que tanto céticos quanto crentes vão achá-los interessantes.
Em outra alusão a Arquivos X, a agência diz que, entre os 10 casos destacados, 5 estão entre aqueles que Fox Mulder usaria para persuadir as pessoas sobre a existência de extraterrestres, e os outros 5 seriam usados pela agente Dana Scully, para tentar provar que existem explicações científicas sobre os OVNIs.
Usando o lema da série de TV, “A verdade está lá fora”, a agência americana convida os internautas a navegarem pelos seus arquivos, agora públicos, e tirarem suas próprias conclusões. Os documentos estão disponibilizados em inglês, no formato PDF, e podem ser acessados em: CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY
Fonte:Blastingnews
sábado, 12 de dezembro de 2015
CIENTISTAS DESVENDAM “MAIOR MISTÉRIO DO SISTEMA SOLAR” EM 2015...
Pontos brilhantes no maior cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter são esclarecidos após observações de sonda da Nasa..
Foi o grande mistério do Sistema Solar em 2015: o que são as
manchas luminosas de Ceres, o maior objeto do cinturão de asteroides entre
Marte e Júpiter?
Os cientistas acreditam ter encontrado algumas respostas.
São locais em que os impactos de corpos celestes perfuraram
uma camada congelada de água salgada sob a superfície do pequeno planeta anão
(cerca de 950 km de diâmetro), disseram pesquisadores à revista Nature.
As partes mais brilhantes correspondem aos impactos mais
recentes.
A câmera da sonda Dawn, da Nasa (agência espacial
americana), identificou cerca de 130 focos brilhantes no planeta. De longe, o
grupo mais chamativo fica em uma cratera denominada Occator, no hemisfério
norte de Ceres.
Quando a sonda entrou na órbita de Ceres, a câmera estava
programada para registrar o que costuma ser uma superfície escura, negra como
asfalto.
Por isso, as depressões superbrilhantes dentro de Occator
saturaram o sensor do equipamento.
“Nós dissemos: ‘Uau, o que é isso?’ Não esperávamos algo
assim”, lembra o pesquisador Andreas Nathues.
“A reflexividade estava em nível 0.25, ou seja, cerca de 25%
da luz se refletia. E no centro no núcleo interno (das manchas de Occator)
chegava a 50%, 60%”, disse o cientista do Instituto Max Planck, na Alemanha.
“Enquanto a superfície restante era bem mais escura, com média de 9% de
reflexividade.”
Gelo e sal em todo o planeta
Uma investigação posterior indica agora que há uma camada de
gelo e sal em todo o planeta, abaixo dos escombros rochosos que o cobrem.
Quando um objeto do espaço impacta e penetra nessa camada, o
gelo começa a se sublimar (passa diretamente do estado sólido ao gasoso).
Esse vapor liberado escapa da superfície, levantando
partículas de gelo e pó, o que produz uma espécie de névoa.
A sonda Dawn observou essa névoa durante o “dia”, e a
conclusão é que as manchas desaparecerão à medida que o gelo se derreta e sobre
apenas sal.
A Dawn identificou indícios da presença de sulfato de
magnésio hidratado, conhecido como sais de Epsom, mas a substância não é tão
reflexiva como o gelo.
A emissão de água, que corrobora observações de Ceres feitas
em 2013 pelo telescópio espacial Herschel, é uma reminiscência de cometas, que
entram em sublimação quando se aproximam do Sol.
“É um pouco como um cometa, mas é preciso entender que Ceres
é um objeto diferenciado. Tem uma estrutura de concha”, afirmou Nathues à BBC.
“É muito provável que haja uma concha de gelo debaixo da
casca. Essa estrutura é completamente diferente da dos cometas. Os cometas são
objetos primitivos cheios de materiais originais que se alteram muito
sutilmente.”
Origem distante
Em artigo na revista Nature, María Cristina De Sanctis
levanta a possibilidade de que Ceres não tenha sido formada no lugar em que
está hoje (a 417 milhões de quilômetros do Sol), porém muito mais distante no
Sistema Solar.
A pesquisadora observou resultados do espectrômetro de
sinais visíveis e infravermelhos da sonda Dawn. O aparelho detectou possíveis
filosilicatos amoniacais em grandes extensões do planeta anão.
Os filosilicatos são minerais de argila, produzidos quando
materiais rochosos sofrem ação da água por muito tempo.
Contudo, a presença de amoníaco é o ponto interessante neste
caso.
“Esses são filosilicatos que possuem algum amoníaco em sua
estrutura, o que significa que o amoníaco deve ter estado disponível em algum
momento. A única maneira de que isso tenha sido possível é que o material tenha
tido uma origem mais fria”, afirmou De Sanctis, do Instituto Nacional de
Astrofísica, em Roma.
A hipótese vem do reconhecimento de que cristais de amoníaco
não seriam estáveis na órbita atual de Ceres ao redor do Sol. Esse material
desaparece rapidamente quando a temperatura supera -173ºC.
Deste modo, para que Ceres tenha retido tanto amoníaco ou
gelo rico em nitrogênio por tempo suficiente para que se incorporasse ao solo,
é provável que o planeta tenha ocupado um ponto muito mais frio no passado,
afirmou a pesquisadora.
“É uma possibilidade fantástica, e coincide com modelos
dinâmicos da evolução do Sistema Solar que preveem que os objetos migrem até o
interior do sistema”, disse.
Fonte: Diário da Manhã
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
NASA PRETENDE PREPARAR A HUMANIDADE PARA UM POSSÍVEL CONTATO EXTRATERRESTRE...
Agencia espacial americana quer reunir teólogos, historiadores e preparar a humanidade para um contato extraterrestre.
Há uns 10 anos atrás, um grupo de astrônomos americanos reuniu-se em frente ao Congresso americano e começaram a discutir sobre a possibilidade de vida extraterrestre. Segundo o que foi proposto na época, com o tamanho do Universo e cerca de trilhões de estrelas no cosmos, é bem provável que de uma a cada cinco estrelas, possam abrigar um planeta semelhante ao da Terra.
Segundo estes astrônomos, o número de planetas habitáveis no Universo gira em torno de dezenas de bilhões fora as Luas. E segundo eles, ainda há um número de galáxias maior do que a nossa.
Isto é algo surpreendente, resume Seth Shostak, astrônomo do instituto SETI da Califórnia. Em entrevista para um site americano, ele afirma acreditar que existe vida inteligente fora da Terra. E que em breve todo mundo ficará ciente das provas.
Segundo o astrônomo, a Agência Espacial Americana (NASA), tem planos para preparar a sociedade mundial para um possível contato com seres extraterrestres.
E juntamente com a Biblioteca do Congresso Americano, a Agência pretende reunir-se com cientistas, filósofos, teólogos e historiadores do mundo inteiro, para discutir como preparar a humanidade para um possível contato com civilizações de outros planetas.
Enquanto isso, os astrônomos do CETI observam o cosmos em busca de uma solução para descobrir o que seria aquela mega estrutura gigante orbitando ao redor de uma estrela, há centenas de anos da Terra. A estrutura teria sido vista dotelescópio Kepler e está deixando os cientistas intrigados. De acordo com a NASA e os astrônomos do CETI, aquela estrutura não se iguala a nada visto até o presente momento.
De acordo com o astrônomo, Tabetha Boyajian da Universidade de Yale, ele nunca tinha visto nada com esta estrela. Ele acredita que o fenômeno poderia ser uma nave orbitando ao redor da estrela. Mas primeiro pretende observar melhor o fenômeno para tirar sua conclusão. Já seu colega de observatório, Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual da Pensilvânia, acredita que esta estrutura ou mega estrutura foi construída por uma civilização extraterrestre altamente avançada.
De acordo com o astrônomo, Tabetha Boyajian da Universidade de Yale, ele nunca tinha visto nada com esta estrela. Ele acredita que o fenômeno poderia ser uma nave orbitando ao redor da estrela. Mas primeiro pretende observar melhor o fenômeno para tirar sua conclusão. Já seu colega de observatório, Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual da Pensilvânia, acredita que esta estrutura ou mega estrutura foi construída por uma civilização extraterrestre altamente avançada.
De acordo com Edgar Mitchell, ex-astronauta da missão Apollo 14 e fundador do instituto de Ciências Noéticas, ''Encontrar vida inteligente fora da Terra, não é mais uma questão de possibilidade. Mas sim uma questão de tempo".
E o seu colega, Guy Consolmagno partilha da mesma opinião. E pede para que a sociedade em geral não se surpreenda para a hora em que os cientistas confirmarem a existência de vida inteligente em outros planetas. Tudo porque este assunto virá a tona de forma inevitável. E os governos não conseguirão mais esconder a verdade do público em geral.
Fonte: Blasting News
sábado, 28 de novembro de 2015
NASA ACREDITA TER DESVENDADO MISTÉRIO ‘ALIENÍGENA’...
Em setembro, uma estrela deixou cientistas confusos e muitos
a ponderar a possibilidade de intervenção alienígena. Agora, a NASA pensa já
ter a resposta.
Quando, no passado mês de setembro, a NASA anunciou ter
registado padrões de luminosidade irregulares numa estrela, muitas foram as
teorias que surgiram, sem que nenhuma fosse capaz de explicar misteriosa
estrutura.
A descoberta surgiu no âmbito da missão Kepler, iniciada em
2009, com o objetivo de encontrar novos planetas. Entre as estrelas
monitorizadas estava a KIC 8462852, que foi observada pelo telescópio Kepler e
registou padrão de luminosidade invulgar em 2011 e 2013.
A luz da estrela chegou a enfraquecer até 20%, fenómeno
nunca antes visto - a única justificação possível seria a passagem à frente da
estrela de um objeto com tamanho superior ao planeta Júpiter, o que parecia
altamente improvável.
Estes registos anómalos puseram especialistas e curiosos a
considerar uma série de teorias, entre elas a passagem de uma estrutura
alienígena, fragmentos de planetas e asteroides pela KIC 8462852.
O astrónomo
Jason Wright, da Universidade da Pensilvânia, chegou mesmo a dizer que os
registos aparentavam "algo que se esperaria ser construído por uma
civilização alienígena."
Mas vamos, então, à nova explicação, já aceite para
publicação no Astrophysical Journal Letters: o comportamento incomum da KIC
8462852 poderá ser justificado pela passagem de uma família de cometas, que
terá feito uma longa e rara viagem em torno da estrela.
Pensa-se que entre a família de cometas exista um cometa
maior que terá bloqueado a luz da estrela em 2011, como registado pelo Kepler.
Mais tarde, em 2013, a família de cometas terá passado, novamente, em frente à
estrela e bloqueado a sua luz, justificando os seus padrões irregulares.
Fonte: Sapo
sábado, 31 de outubro de 2015
A MORTE NÃO EXISTE, SEGUNDO O CIENTISTA ROBERT LANZA...
O cientista estadunidense Robert Lanza afirma que tem provas
definitivas para confirmar que a vida após a morte existe e que de fato a
morte, por sua vez, não existe da maneira em a que a percebemos. Após a morte
de seu velho amigo Michele Besso, Albert Einstein disse:
- "Agora Besso
se foi deste estranho mundo um pouco adiante de mim. Isso não significa nada.
Gente como nós [...] sabe que a distinção entre o passado, o presente e o
futuro é só uma ilusão obstinadamente persistente." Novas provas continuam
sugerindo que Einstein tinha toda a razão ao dizer que a morte não é mais do
que uma ilusão.
O professor afirma
que o biocentrismo explica que o universo só existe devido à consciência de um
indivíduo sobre ele mesmo. O mesmo acontece com os conceitos de espaço e tempo,
que Robert descreve como "meros instrumentos da mente".
Em um post
publicado no site do cientista, Robert Lanza explica que com esta teoria o
conceito da morte como a conhecemos "não existe em nenhum sentido
real", já que não há certos limites segundo os quais possa ser definido.
-
"Essencialmente, a ideia de morrer é algo que sempre nos ensinaram a
aceitar, mas em realidade só existe em nossas mentes", opina Robert. Assim
mesmo, evidentemente, cremos na morte porque associamos com nosso corpo e
sabemos que os corpos físicos morrem.
Nossa maneira
clássica de pensar baseia-se na crença de que o mundo tem uma existência
objetiva independente de um observador. Mas uma longa lista de experimentos
demonstra todo o contrário. O novo biocentrismo, a teoria elaborada pelo
cientista, supõe que a morte não pode ser um evento terminal, tal e qual costumamos
considerar.
Robert Lanza indica
também que o biocentrismo é similar à ideia de universos paralelos, a hipótese
formulada por físicos teóricos segundo a qual há um número infinito de
universos e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum deles. A morte não
existe em nenhum sentido real nestes cenários. Existem todos os universos
possíveis simultaneamente, independentemente do que ocorre em qualquer deles.
Em termos de como
esse conceito afeta a vida após a morte, o professor explica que, quando
morremos, nossa vida se converte em uma "flor perene que volta a florescer
no multiverso" e agrega que "a vida é uma aventura que transcende
nossa forma linear ordinária de pensar; quando morremos, não o fazemos segundo
uma matriz aleatória, senão segundo a matriz inevitável da vida".
- "A morte não
existe em um mundo sem espaço nem tempo. A imortalidade não significa a
existência perpétua no sistema temporário, senão que se encontra completamente
fora do tempo" sublinha Robert Lanza.
Fonte: Independent
terça-feira, 22 de setembro de 2015
SNOWDEN REVELA O MOTIVO PELO QUAL A HUMANIDADE NÃO SE COMUNICA COM ETS...
Seres extraterrestres existem? Se
sim, por que eles não se comunicam com a Terra? Bem, Edward Snowden tem uma
resposta para isso. O ex-analista de sistemas da CIA, famoso por deflagrar um
esquema de espionagem dos Estados Unidos, falou sobre a comunicação dos aliens
com nosso planeta.
Para ele, é um fato que seres
extraterrestres existem. Então por qual motivo eles não se comunicam com os
seres humanos? Snowden diz que a culpa disso acontecer é bastante simples: a
criptografia de dados utilizada por esses seres. Segundo ele, isso impede que
as mensagens cheguem até nós.
Snowden acredita que qualquer
civilização bastante avançada tem a tendência de criptografar seus dados para
proteger as informações importantes. Assim sendo, as mensagens vindas de fora
da Terra só seriam descobertas se alguém tivesse a “chave” certa para
descriptografar o que foi enviado em qualquer frequência em questão.
“Se tivermos uma civilização
alienígena, de outro planeta, tentando ouvir outras civilizações, ou mesmo
nossa civilização tentando ouvir os extraterrestres, há apenas um pequeno
período no desenvolvimento da sua sociedade quando toda a sua comunicação será
enviada desprotegida através dos meios mais primitivos”, explicou ele ao
podcast StarTalk.
Resumindo, Snowden acredita que
se a raça extraterrestre existir e for inteligente, dificilmente será
identificada na Terra justamente por não utilizar meios rudimentares de
comunicação. Questionado se, assim, acreditava que os aliens tinham o mesmo
sistema de proteção de informações que os humanos, ele afirmou acreditar que
“eles estão um pouco a frente”.
Ao passo que Snowden, responsável
por revelações gigantescas do âmbito político, abriu o jogo sobre o que acha
sobre os alienígenas, especialistas da área já o rebatem. Para eles, é
impossível prever como que seres que sequer sabemos como se comportam se
comunicariam. Para esses especialistas, sem provas Snowden falou apenas mais do
mesmo.
Fonte: YAHOO
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
ASTRONAUTA DA MISSÃO APOLLO DIZ QUE ÓVNIS VIERAM A TERRA PARA EVITAR A GUERRA NUCLEAR...
Edgar Mitchell, o sexto homem a
pisar na Lua, diz que visitantes alienígenas pacifistas tentaram criar a paz
mundial durante a Guerra Fria, desativando mísseis durante testes de armas.
Em uma entrevista recente ao
Mirror Online, Mitchell diz acreditar que os Óvnis voavam em torno de bases
militares durante a Guerra Fria, em uma missão para evitar uma guerra nuclear
entre os EUA e a União Soviética.
O ex-astronauta acrescentou:
Minha própria experiência
conversando com as pessoas deixou claro que os ETs estavam tentando nos impedir
de ir à guerra, ajudando a criar a paz na Terra.
Eu falei com muitos oficiais da
Força Aérea que trabalharam nesses silos durante a Guerra Fria. Eles me
disseram que os Óvnis foram vistos frequentemente no céu e muitas vezes
desativavam seus mísseis. Outros oficiais nas bases da costa do Pacífico
disseram-me que seus mísseis [de teste] foram frequentemente derrubados por
naves alienígenas. Havia muita atividade naqueles dias.
Ele passou boa parte de sua vida
no Novo México, não muito longe de Roswell ou do White Sands Missile Range,
onde foram testadas as primeiras bombas nucleares. “White Sands foi um campo de
testes para armas atômicas – e é nisso que os extraterrestres estavam
interessados. Eles queriam saber sobre as nossas habilidades militares”, disse
Mitchell.
Nick Pope, pesquisador e
ex-funcionário do Ministério da Defesa britânico, diz ao Mirror que a “ideia de
que extraterrestres amantes da paz estão aqui para alertar a humanidade sobre
nossos caminhos destrutivos” é popular entre aqueles que têm uma visão New Wave
do fenômeno UFO.
Além disso, ele nota que, como
Mitchell não revela suas fontes, “não podemos ter certeza de que essas pessoas
estavam falando a verdade para ele, ou mesmo que elas estavam a par de qualquer
informação confidencial sobre Óvnis”.
Mitchell confessou à Bloomberg em
2013 que nunca viu um OVNI na vida: “considero-me muito bem informado, embora
eu não tenha visto um [OVNI] pessoalmente. Eu não estou lá fora, olhando – eu
sou muito ocupado.”
Alguns anos antes, Mitchell disse
que ETs haviam visitado a Terra, alegando que “se eles tivessem sido hostis,
nós não estaríamos aqui para contar a história”. Na época, a NASA retrucou:
“nós não rastreamos OVNIs. Nós não estamos envolvidos em nenhum tipo de
acobertamento sobre vida alienígena neste planeta ou em qualquer lugar no
universo. Dr. Mitchell é um grande americano, mas nós não compartilhamos das opiniões
dele sobre esta questão”.
Mitchell é formado em engenharia
aeronáutica, foi instrutor de matemática avançada e trabalhou na Força Aérea
americana e na NASA por muitos anos. Mas ao voltar da missão Apollo 14 à Lua,
em 1971, ele passou por uma experiência que mudou sua forma de pensar:
Quando ele se aproximou do
planeta que conhecemos como lar, ele foi preenchido com uma convicção interior
tão certa quanto qualquer equação matemática que ele já tinha resolvido. Ele
sabia que o belo mundo azul para o qual ele estava retornando fazia parte de um
sistema vivo, harmonioso e completo – e que todos nós participamos, como ele se
expressou mais tarde, “num universo de consciência”.
Desde então, ele acredita
sinceramente em visitantes extraterrestres a Terra. Em 1973, Mitchell fundou o
Instituto de Ciências Noéticas (IONS), que tem por missão estudar os poderes de
consciência, explorando fenômenos “que não necessariamente se encaixam em
modelos científicos convencionais”.
Fonte: GIZMODO
terça-feira, 9 de junho de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
MENSAGENS PARA O ESPAÇO PODEM CAUSAR INVASÃO ALIENÍGENA? CIENTISTAS ESTÃO COM MEDO...
A comunidade científica está dividida: há quem defenda o envio de mensagens para o espaço, anunciando a presença humana. Outros recusam a ideia, por receio de invasão alienígena.
A possibilidade de vida
extraterrestre é um tema avesso a consensos, mesmo dentro da comunidade
científica. Mas, desta vez, a discussão estalou não porque esteja em debate a
existência ou não de outras formas de vida para além da humana. O problema, de
momento, é a maneira como os humanos devem anunciar-se a eventuais habitantes
do universo que os rodeia.
Há cerca de 50 anos que está em
funcionamento o programa de Procura por Inteligência Extraterrestre - SETI, na
sigla inglesa para Search for Extraterrestrial Intelligence - que analisa os
sinais de rádio de baixa frequência vindos do espaço através de
radiotelescópios, pesquisando indícios voluntários ou involuntários de
existência alienígena.
Mas agora, os cientistas que
lideram o projeto propõem que a procura de vida extraterrestre deixe de ser passiva,
ou seja, que o Homem deixe de ouvir os sinais do universo e passe também a
emitir mensagens para o espaço, mensagens estas que seriam enviadas para as
partes da galáxia onde já foram localizados planetas semelhantes à Terra.
Esta procura ativa de vida
extraterrestre, no entanto, é encarada com preocupação por astrónomos e
cosmólogos: os críticos dizem que a emissão de mensagens para o espaço é
contrária aos princípios fundadores do SETI, que limitavam a sua ação à análise
de eventuais sinais captados.
E referem mesmo que enviar sinais
da existência humana pode ser perigoso: num cenário hipotético de resposta não
pacífica, os extraterrestres seriam visitas indesejadas na posse de informações
sobre a Terra que, certamente, usariam em seu proveito.
Os cientistas questionam ainda a
autoridade do grupo de especialistas do SETI que, sem qualquer consulta
pública, se propõem a anunciar ao universo a presença humana, em resultado da
sua própria frustração: ao longo dos últimos 50 anos, nenhum sinal que indicasse
vida extraterrestre terá sido detetado pelos radiotelescópios a trabalhar para
o programa.
O astrónomo David Brin acusa os
cientistas do SETI de terem perdido a noção e de quererem dar o passo
irreversível de colocar a homem a "gritar a sua presença para o
cosmos", colocando em risco a Humanidade. "Está tudo muito bem se a
única pessoa que se coloca em risco é a própria. Mas quando os riscos são
impostos às nossas crianças e a toda a Humanidade, será pedir demasiado que
discutamos primeiro o assunto?", pergunta.
Segundo o Independent, David Brin
não é o único a colocar reservas à emissão de mensagens para o espaço. Em 2010,
o físico Stephen Hawking avisava que o Homem deverá manter-se em silêncio tanto
quanto possível, porque eventuais civilizações alienígenas poderão ter a
tecnologia necessária para viajarem para a Terra e explorarem os seus recursos.
"Se os extraterrestres nos visitassem, o resultado seria como quando
Cristóvão Colombo chegou à América. Não correu muito bem para os nativos americanos",
explicou Hawking.
Mas Douglas Vokoch, um dos
cientistas a trabalhar no SETI, refuta todas as críticas: "com a recente
descoberta de planetas semelhantes à Terra nas zonas habitáveis de outras
estrelas, temos alvos naturais para estes projetos de transmissão. Há quem
defenda que evitemos transmissões poderosas a todo o custo, por medo de uma
invasão alienígena.
“Se esta forma de pensar se
enraizar, seria sinal de uma visão isolacionista da Humanidade, que evita a
exploração e tenta minimizar os riscos a qualquer preço”, resume.
Fonte: Diário de Notícias
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
COMO AS AUTORIDADES AGIRIAM CASO FÔSSEMOS CONTATADOS POR ALIENS???
As autoridades da Terra estão completamente despreparadas para a chegada de visitantes extraterrestres e querem que os seres humanos se preparem assistindo a um inovador filme em formato de documentário. Isso, pelo menos, de acordo com o diretor.
O dinamarquês Michael Madsen resolveu adotar uma linha dura na promoção do “The Visit” (ainda sem nome em português), que tem como subtítulo “An Alien Encounter” (“Um Encontro Alien”, em tradução livre) e compete na categoria Documentário Mundial no Festival de Cinema de Sundance.
Curiosamente, o longa é filmado a partir da perspectiva dos primeiros aliens a nos visitar, com uma série de especialistas e figuras de autoridade falando para a câmera como se para receber os nossos novos amigos extraterrestres.
“Se isso acontecer, você deve assistir a este filme, ele é um manual para isso”, garante o cineasta de 43 anos.
Ao invés de seguir a linha de épicos ficcionais de Hollywood como “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, Madsen diz que seu filme pretende ser um exame sério de como a humanidade deve reagir em caso de uma chegada alienígena. Surpreendentemente, ele afirma que a ONU não tem um plano de resposta à chegada de extraterrestres, um fato que ele descreve como “preocupante”.
No filme, o cineasta entrevista especialistas da NASA, do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (que existe, com sede em Viena) e do SETI – Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre.
Madsen disse que o filme (que foi feito para ser a segunda parte de uma trilogia que começou com “Into Eternity”, de 2010, também sem nome em português) é “uma forma de pensar e explorar este mundo, esta realidade”.
COMO SERIA
Seu filme também inclui um ex-porta-voz do governo britânico debatendo exatamente como autoridades iriam lidar com a situação; o que diriam para a mídia e como evitar pânico em massa. Os entrevistados ainda refletem sobre quem seria a melhor pessoa para ser o porta-voz da raça humana na comunicação com os ETs. Uma resposta, um tanto improvável, é Sir David Attenborough, famoso naturalista britânico que dá voz aos documentários de vida selvagem da BBC. “Todo mundo confia nele”, explica um militar.
Na realidade, seria mais provável que o escolhido fosse alguém do departamento de espaço exterior da ONU, cujo chefe aparece em um traje espacial laranja mergulhando na escuridão impenetrável da nave espacial alienígena.
O filme não inclui discussão alguma sobre almas, ainda que tenha sido questionado sobre religião. Para Madsen, as maiores religiões do mundo baseadas em deidades estariam em maus lençóis. “Para algumas religiões, será devastador. O cristianismo estaria em apuros”, opina o dinamarquês, que se descreve como ateu.
Na estreia mundial no Festival de Sundance, um membro da plateia perguntou por que quase todo mundo no documentário é branco europeu, quando se está abordando uma questão tão global. O diretor, porém, não acha que isso seja um problema e usa o argumento que “são as pessoas brancas que vão para o espaço”. “É assim que tem sido, historicamente, então, é uma parte da civilização ocidental”, afirmou.
Ele acrescenta ainda que a sua prioridade como cineasta foi satisfazer seus próprios interesses.
“Você só pode fazer filmes para si mesmo, no sentido de que, se ele não lhe interessa, eu não acredito que haja qualquer chance de sair alguma coisa interessante, mas é claro que isso não é uma garantia”, ponderou.
Sem previsão de estreia no Brasil, “The Visit” está sendo exibido no México desde o último dia 2 de fevereiro, no festival Gira de Documentales Ambulante. Confira o trailer, em inglês:
Fonte: Hype Science
VATICANO E A VIDA EXTRATERRESTRE...
Falar sobre vida extraterrestre sempre desperta nosso imaginário e vemos reações diversas entre as pessoas.
O fato é que as informações na
mídia são tão desencontradas que grande parte da população não sabe no que
acreditar. Por outro lado, parece que algo está mudando rapidamente nesse
cenário e o próprio Vaticano está tomando a frente em revelações significativas.
Dá a impressão de que algo muito
grande está para acontecer e que o Vaticano participa ativamente desse
acontecimento. Francisco é o primeiro jesuíta a ocupar o papado e os jesuítas
são famosos por pertencerem a uma elite dentro da Igreja, voltada aos estudos
da ciência. São homens que, por norma, não têm apenas a formação teológica, mas
também outras. São médicos, físicos, astrofísicos, engenheiros, etc.. O próprio
papa é formado em engenharia química.
Desde 2008 a igreja trabalha a
ideia de que os extraterrestres são nossos irmãos e na existência de outros
seres inteligentes criados por Deus. Isso não vai contra a fé cristã, pois o
próprio Cristo já falava que “na casa de meu Pai existem muitas moradas” e “meu
reino não é deste mundo”. Os jesuítas administram dois grandes observatórios
estelares; um em Castel Gandolfo, a 30 km do Vaticano, onde os papas se
hospedam durante o verão, e outro no Monte Graham, Arizona-EUA.
Esse último possui um dos mais
poderosos e avançados telescópios do mundo, com câmeras super-resfriadas
infravermelhas conhecidas como LTB (Large Binocular Telescope). Para termos uma
ideia, esse telescópio tem uma resolução 10 vezes maior que o telescópio
espacial Hubble. Outro jesuíta, Guy de Colsomagno, um dos lideres da preparação
cientifica para a divulgação de vida extraterrestre, medalha de ciência Carl
Sagan da Sociedade Americana de Astronomia, é um dos conselheiros habituais do
papa Francisco.
Essa abertura do Vaticano para a
discussão da vida extraterrestre não é apenas um acidente. É uma estratégia bem
definida que começou em 2008 com o padre José Funes, à época, diretor do
observatório de Castel Galdolfo, e vem tomando corpo a cada ano. Na verdade, é
uma politica de abertura que vem sendo adotada pelas Nações Unidas. O
ex-ministro da Defesa do Canadá, Paull Hellyer, declarou durante uma audiência
pública em Washington (EUA), que os UFOS são tão reais quanto os aviões que
voam sobre nossas cabeças.
Dentro dessa estratégia, o Vaticano
tem um papel preponderante na preparação do mundo católico para a divulgação da
existência de vida extraterrestre. Não fiquem surpresos se, no futuro, tivermos
uma declaração oficial sobre um contato com uma cultura alienígena. Essa
posição não é uma exclusividade do Vaticano, mas, através dele, o diálogo
global com as massas fica mais fácil. O Vaticano, através dos jesuítas, está
desempenhando um papel construtivo na preparação do público para suportar essa
revelação. Vamos acompanhar com atenção e seriedade os próximos desdobramentos
desse evento.
Fonte: O Debate
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
COMEÇA A BUSCA POR MUNDOS HABITADOS...
Uma descoberta épica acaba de ser
feita pela missão K2, a segunda fase de operações do satélite Kepler, da Nasa.
Seria apenas mais um planeta potencialmente similar à Terra, como tantos que já
foram anunciados nos últimos anos, não fosse por um detalhe: ele é o primeiro a
ser encontrado que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua
atmosfera.
![]() |
| Concepção artística de planeta ao redor de estrela anã vermelha, como o recém-descoberto (Crédito: PHL/UPR) |
Você pode se perguntar: mas por que
os outros não permitiam isso? Qual o problema com os oito mundos recentemente
anunciados, ou o Kepler-186f, que fez manchetes em 2014? Em essência, esses
planetas estavam distantes demais para permitir o posterior estudo de suas
atmosferas.
Esse não é o caso do planeta que
recebeu a designação EPIC 201367065 d. Ele tem um diâmetro cerca de 50% maior
que o da Terra e completa uma volta em torno de sua estrela-mãe a cada 44,6
dias terrestres. Os dados da missão K2 revelaram a presença de outros dois
planetas, um com cerca de 2,1 vezes o diâmetro terrestre, completando uma volta
em torno da estrela a cada 10 dias, e o outro com 1,7 vez o diâmetro da Terra e
período orbital de 24,6 dias.
A grande vantagem, contudo, é a
distância que a estrela EPIC 201367065 guarda de nós — cerca de 150 anos-luz.
Não é que esteja “logo ali”, como diria o outro, mas é perto o suficiente para
que possamos aplicar a tecnologia atual para estudar diretamente a atmosfera
desse mundo. E isso, por sua vez, pode carregar pistas da existência de vida.
A BENESSE DO TRÂNSITO
Hoje em dia, é muito difícil
observar diretamente a luz que emana de um planeta fora do Sistema Solar.
Algumas câmeras especiais já conseguem fotografar planetas gigantes em órbitas
longas em torno de seus sóis, mas isso ainda não é possível para planetas
pequenos e rochosos em órbitas suficientemente próximas a ponto de permitir que
a água se mantenha em estado líquido na superfície — condição aparentemente essencial
para o surgimento e a manutenção da vida.
Então, o único meio de estudar a
atmosfera desses mundos é nos casos em que eles “transitam” à frente de suas
estrelas, com relação ao nosso campo de visão. Assim, parte da luz da estrela
atravessa de raspão a atmosfera do planeta e segue até nós, carregando consigo
uma “assinatura” da composição do ar.
Pois bem. O satélite Kepler detecta
planetas justamente medindo as sutis reduções de brilho das estrelas conforme
eles passam à frente delas. Por um lado, isso limita brutalmente a quantidade
de planetas que podemos detectar, pois exige que o sistema esteja alinhado de
tal forma que esses mini-eclipses sejam visíveis daqui. (Estima-se que apenas
5% dos sistemas planetários estejam num alinhamento favorável.) Por outro lado,
os planetas que descobrimos já são alvos naturais para estudos de
espectroscopia, a análise da tal “assinatura” na luz que passou de raspão pela
atmosfera.
![]() |
| O satélite Kepler detecta planetas observando trânsitos deles à frente de suas estrelas-mães. (Crédito: Nasa) |
Acontece que a missão original do
Kepler não era buscar mundos que pudessem ser estudados assim. Quando ele foi
projetado e lançado, a quantidade de planetas conhecidos ainda não era tão
expressiva, de forma que o objetivo principal do satélite era obter descobertas
suficientes para formular um censo da distribuição dos planetas pelo Universo.
Para isso, a Nasa o apontou para uma única região do céu, um pequeno cantinho
que representa apenas 0,25% do total da abóbada celeste, mas que tinha grande
concentração de estrelas. Ele passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil
estrelas ininterruptamente. O sucesso foi notável. O Kepler já descobriu
sozinho mais planetas que todos os outros esforços e projetos que vieram antes
dele. Mas um efeito colateral indesejável é que a maioria desses planetas está
a uma distância grande demais para permitir esses estudos atmosféricos.
Na missão K2, contudo, a história é
outra. Em tese, ela nem deveria existir. Sua formulação foi motivada por um
defeito no satélite Kepler, que impediu que ele permanecesse mantendo seu apontamento
preciso exigido pela missão original. A Nasa acabou resolvendo a questão usando
a própria luz solar como um “apoio” extra para manter o telescópio espacial
firmemente apontado, mas com isso é preciso manter a espaçonave sempre alinhada
com o Sol, o que significa que o Kepler, conforme avança em sua órbita, agora
troca periodicamente a área celeste em foco. São apenas 80 dias para cada
região do céu escolhida. Além disso, a precisão das observações diminuiu, de
forma que agora a prioridade são estrelas mais próximas — qualidade, em vez de
quantidade. Na prática, agora começamos a buscar de fato planetas que iremos
estudar a fundo nos próximos anos.
O que nos leva à estrela EPIC
201367065. Ela é uma anã vermelha, um astro com cerca de metade do diâmetro do
nosso Sol. Menos quente e luminosa, portanto, o que significa que a chamada
zona habitável fica bem mais perto dela do que acontece no Sistema Solar.
Segundo os cálculos dos astrônomos, o terceiro planeta do sistema recebe
aproximadamente 50% mais radiação de sua estrela que a Terra ganha do Sol. Se
isso se traduz num planeta com temperatura amena, como o nosso, ou num inferno
escaldante, como Vênus, depende basicamente da composição e da densidade da
atmosfera desse mundo misterioso.
O JOGO JÁ COMEÇOU
E aí é que entra a parte
interessante. Em vez de simplesmente especular sobre isso, os astrônomos já
podem colocar a mão na massa. E não só com o planeta possivelmente habitável,
mas com os outros dois, ligeiramente maiores, nas órbitas mais internas. Seriam
eles mais parecidos com versões miniaturizadas de Netuno, o menor dos gigantes
gasosos do nosso Sistema Solar, ou estão mais para superterras, mundos
essencialmente rochosos? Os cientistas apontam em seu artigo, submetido para
publicação no “Astrophysical Journal”, que o Telescópio Espacial Hubble seria
capaz de analisar o espectro e verificar a presença de grandes invólucros
gasosos de hidrogênio nesses planetas, caso eles não tenham grandes coberturas
de nuvens na alta atmosfera.
E a coisa vai ficar melhor ainda a
partir de 2018, quando a Nasa lançar ao espaço o Telescópio Espacial James
Webb. Ele será capaz de detectar dados espectrais correspondentes a uma
atmosfera similar à terrestre. Por exemplo, se um desses mundos tiver uma
atmosfera como a nossa, onde predomina o nitrogênio, nós saberemos. Se ela
contiver grandes quantidades de dióxido de carbono, como é o caso de Vênus,
também.
Isso sem falar na medida mais
natural a ser tomada desse sistema planetário — a observação dos efeitos
gravitacionais que os planetas exercem sobre a estrela-mãe. Com as tecnologias
atuais, já seríamos capazes de detectar o bamboleio gravitacional realizado
pela estrela conforme ela é atraída para lá e para cá pelos planetas girando em
torno dela. E, com isso, saberíamos suas massas. Juntando essa nova informação
aos diâmetros, já medidos pelo Kepler, conheceríamos a densidade. E, a partir
dela, poderíamos inferir se estão mais para planetas como a Terra ou mundos
gasosos, muito menos densos.
“Ao nos permitir medir as massas e
as condições atmosféricas de três planetas pequenos num único sistema, a EPIC
201367065 representa uma oportunidade empolgante para o teste de teorias de
formação e evolução planetária num único laboratório extra-solar”, escrevem os
cientistas encabeçados por Ian Crossfield, da Universidade do Arizona, nos
Estados Unidos.
Os astrônomos já têm o caminho todo
mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite TESS, que deve
ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores, como os do sistema EPIC
201367065. Quando o James Webb for ao espaço, em 2018, terá uma lista
considerável de planetas para estudar — potencialmente centenas deles. Todos
interessantes, mas obviamente nem todos tão bons para a vida quanto a Terra.
Contudo, se, de toda essa amostra de mundos, apenas um tiver uma atmosfera rica
em oxigênio sem que esse gás possa ter sido produzido em quantidade apreciável
por processos não-biológicos (como é o caso do nosso planeta), já teremos a
certeza de que não estamos sós no Universo.
Difícil imaginar uma época mais
empolgante que esta em toda a história da espécie humana. Quem viver verá.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
EUA DIVULGAM RELATÓRIOS SOBRE AVISTAMENTOS DE OVNIs...
![]() |
Os relatos estavam, até agora, fechados a sete chaves nos
Arquivos Nacionais de Washington.
|
O governo norte-americano decidiu
tornar públicos os documentos sobre avistamentos de OVNI no seu território
entre 1947 e 1969. Os testemunhos, recolhidos por responsáveis da defesa ao
longo destes anos, foram compilados num relatório chamado Projeto Livro Azul,
que reúne dez mil casos em 129 mil páginas.
Os relatos estavam, até agora,
fechados a sete chaves nos Arquivos Nacionais de Washington e o executivo
decidiu disponibilizá-los online aos quais podem ser vistos AQUI (em inglês),
organizados por décadas.
O coordenador do projeto, Nigel
Watson, disse ao Daily Mail que o caso que mais lhe chamou a atenção foi o de
um certo Kenneth Arnold, que afirma ter visto nove objetos não identificados
numa só noite, a 24 de Junho de 1947. Com a divulgação, abre-se todo um novo
mundo a especuladores astronómicos, autores de ficção científica,
investigadores científicos e a todo um leque de curiosos sobre estes fenómenos.
Fonte: Sol
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
O FIM DA SUA RELIGIÃO E A DESCOBERTA DE VIDA ALIENÍGENA...
Apesar de muitas teorias
absolutamente convincentes para explicar o Paradoxo de Fermi e o grande
silêncio que vivenciamos até agora com relação à vida extraterrestre, alguns,
como David A. Weintraub, da Universidade de Vanderbilt (em Tennessee, nos
Estados Unidos), acreditam que a prova de que a vida existe fora da Terra está
finalmente chegando.
E aí vem aquela pergunta que não
quer calar: como a humanidade vai reagir depois que os astrônomos nos mostrarem
evidências científicas e sólidas para a existência de vida extraterrestre?
Quando os cientistas anunciarem
essa descoberta, só temos uma certeza: tudo vai mudar. E nossas filosofias e
religiões terão que incorporar essas novas informações.
A BUSCA POR SINAIS DE VIDA LÁ FORA...
Os astrônomos já identificaram
milhares de planetas que orbitam em torno de outras estrelas. No ritmo atual de
descobertas, a expectativa é que outros milhões de planetas sejam encontrados
ainda neste século.
Já tendo encontrado os planetas
físicos, os astrônomos estão agora à procura de nossos vizinhos biológicos.
Isso significa que ao longo dos próximos 50 anos, eles irão começar o tentador
estudo detalhado de milhões de planetas à procura de evidências da presença de
vida na superfície, no subterrâneo ou nas atmosferas desses planetas.
E é muito provável que encontrem
o que estão procurando.
Lá nos Estados Unidos foi feito
um levantamento e mais de um terço dos entrevistados disseram acreditar que os
extraterrestres já visitaram a Terra, sem a gente saber. Tipo de visita que vem
sem ser convidada e sai sem dar tchau. Acreditamos que essa proporção não fuja
muito disso a nível mundial. Mas, apesar desse “achismo” de senso comum, a
primeira evidência de vida além de nosso planeta provavelmente não contará com
sinais de rádio, ou com homenzinhos verdes chegando pelo céu com discos
voadores metálicos.
Em vez disso, um Galileu do
século 21, usando um enorme telescópio de 50 metros de diâmetro, vai coletar a
luz das atmosferas de planetas distantes, procurando as assinaturas de
moléculas biologicamente significativas. Algo que não tem exatamente um grande
potencial para virar filme de Hollywood.
O que os astrônomos fazem é
filtrar a luz de longe através de espectrômetros, que são prismas de alta
tecnologia que provocam a luz distante em seus muitos comprimentos de onda
distintos. Eles fazem isso à procura por impressões digitais reveladoras de
moléculas que não existiriam em abundância nesses ambientes, na ausência de
coisas vivas. Os dados espectroscópicos, então, dirão se o ambiente de um
planeta foi alterado de forma que apontam para processos biológicos.
QUAL É O NOSSO LUGAR NO UNIVERSO? SE NÃO ESTAMOS SOZINHOS, QUEM SOMOS
NÓS?
Com a descoberta de um planeta
distante no espectro de luz, com uma substância química que só poderia ser
produzida por seres vivos, a humanidade vai ter a oportunidade de ler uma
página nova no livro do conhecimento. Nós não ficaremos mais especulando sobre
se outros seres existem no universo. Nós saberemos de uma vez por todas que não
estamos sozinhos.
Dá um frio na barriga só de
pensar.
Afinal, uma resposta afirmativa à
pergunta “a vida existe em nenhum outro lugar no universo além da Terra?”
levantaria questões imediatas e profundamente importantes, tanto para as
ciências quanto para a filosofia e teologia, sobre o nosso lugar no universo.
Se os seres extraterrestres realmente existirem, isso significará que a minha
religião, minhas crenças e práticas religiosas não podem mesmo ser universais.
Se a minha religião não é
universalmente aplicável a todos os outros extraterrestres, talvez ela não
precise ser oferecida, nem muito menos forçada, a todos os outros terrestres.
Em última análise, podemos aprender algumas lições importantes aplicáveis aqui
em casa, só pelo fato de considerar a possibilidade de vida fora do nosso
planeta.
David Weintraub investigou os
escritos sagrados das religiões mais amplamente praticadas do mundo,
perguntando o que cada religião tem a dizer sobre a exclusividade ou não
singularidade da vida na Terra, e como, ou se, uma religião em particular iria
funcionar em outros planetas em partes distantes do universo. É o tipo de
pergunta que faz o cérebro de qualquer um ferver!
OS EXTRATERRESTRES PODERIAM SER CRISTÃOS?
Vamos examinar uma questão
teológica aparentemente simples, mas extremamente complexa: os extraterrestres
poderiam ser cristãos? Se Jesus morreu para redimir a humanidade do estado de
pecadores no qual os humanos nascem, a morte e a ressurreição de Jesus, na
Terra, também salvariam seres extraterrestres de todos os seus pecados?
Se for assim, por que os
extraterrestres seriam pecadores? O pecado é item de série no próprio tecido de
espaço e tempo do universo? Ou a vida pode existir em partes do universo sem
estar em um estado de pecado e, portanto, sem a necessidade de redenção e,
portanto, sem a necessidade do cristianismo?
Muitas soluções diferentes para
estes enigmas que envolvem a teologia cristã foram apresentadas na pesquisa de
Weintraub. Mas a verdade é que nenhuma delas satisfaz a todos os cristãos do
mundo.
O MUNDO DOS MÓRMONS...
A Escritura Mórmon ensina
claramente que existem outros mundos habitados e que “os seus habitantes são
filhos e filhas gerados para Deus” (Doutrinas e Convênios 76:24). A Terra,
porém, é um mundo favorecido no mormonismo, porque Jesus, como entendido pelos
mórmons, viveu e foi ressuscitado só na Terra.
Além disso, diz também que os
mórmons só podem alcançar seus próprios objetivos espirituais durante as suas
vidas na Terra, e não em vidas em outros mundos. Assim, para os mórmons, a
Terra pode até não ser o centro físico do universo, mas é o lugar mais
favorecido dele. Tal visão implica que todos os outros mundos são, de alguma
forma, mundos menores do que a Terra.
HÁ ANOS-LUZ DE MECA...
Os pilares da fé para os
muçulmanos exigem que os fiéis rezem cinco vezes por dia, virados para a
direção de Meca. Como determinar a direção certa de Meca pode ser extremamente
difícil em um planeta que fica há milhões de anos-luz da Terra, praticar a
mesma fé em outro mundo pode não fazer nenhum sentido.
No entanto, as palavras do
Alcorão nos dizem que “quaisquer que sejam os seres, nos céus e na terra, devem
adorar a Allah” (13:15). Mas poderia os muçulmanos terrestres aceitar que a
religião profeticamente revelada de Muhammad é destinada apenas para os seres
humanos na Terra e que outros mundos têm os seus próprios profetas?
ASTRÔNOMOS SÃO DESTRUIDORES DE PARADIGMAS...
m certos momentos ao longo da
história, as descobertas dos astrônomos têm exercido uma enorme influência
sobre a cultura humana. Os gregos antigos astrônomos, por exemplo, desachataram
a Terra – embora muitos deles resolveram esquecer esse conhecimento.
Da escola da Renascença, os
estudiosos Copérnico e Galileu colocaram a Terra em movimento em torno do sol e
tiraram os seres humanos do centro do universo.
No século 20, Edwin Hubble
eliminou a própria ideia de que o universo tem qualquer coisa que se pareça com
um centro. Ele demonstrou que o universo tem um começo no tempo e que, curiosamente,
tem um tecido tridimensional, em constante expansão.
Claramente, quando os astrônomos
chegam com novas ideias ousadas para o mundo, eles não brincam em serviço.
Outra nova ideia tão demolidora de paradigma pode estar na luz que chega a
nossos telescópios agora.
Não importa quão religioso ou não
você seja. Em um futuro muito próximo, todos estaremos nos fazendo perguntas
como “o meu Deus é o Deus de todo o universo? Minha religião é terrestre ou
universal?”.
Muitas pessoas terão que
trabalhar para conciliar a descoberta de vida extraterrestre com suas
respectivas religiões, adaptando-se a essa notícia que promete ser bombástica.
Fonte: HypeScience.com
Assinar:
Postagens (Atom)
















