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BURACO NEGRO

terça-feira, 20 de agosto de 2013

AMMACH, ONDE O ABDUZIDO É RESPEITADO...

Conheça AMMACH, uma associação de atendimento a abduzidos e contatados por extraterrestre onde a testemunha é ouvida sem julgamentos e desconfianças.
Na AMMACH o que a testemunha relata é verdade até que se prove o contrário, ao invés do que faz a ufologia científica tradicional.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

TERRA ENTRARÁ EM NOVA ERA GLACIAL AINDA NESTA DÉCADA...

A comunidade científica está para enfrentar um dos maiores impasses da climatologia na Era Moderna. A Terra está nas portas de uma nova glaciação, mesmo em tempos que apontam cada vez mais para o aquecimento global e seus efeitos. O fenômeno chamado de “Paradoxo da Hibernação Solar” mudará o eixo dos estudos científicos sobre o clima planetário. A descoberta recém-revelada vem de pesquisas entre o Laboratório de Jato Propulsão (JPL), pertencente a Administração Nacional de Atmosfera e Espaço (NASA), dos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), do Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil.
O pai da descoberta é um peruano naturalizado brasileiro, com traços fortes de homem andino e sotaque ainda carregado na pronúncia do português. Walter González, cientista do INPE, é uma das maiores autoridades em física espacial e consultor da NASA sobre meio interplanetário e clima do espaço extraterrestre. Ainda participaram dos estudos sobre essa anomalia solar, que demorou dois anos para ser concluído, o pesquisador brasileiro Ezequiel Echer e Bruce Tsurutani, do JPL.
Não há mais dúvidas, a Terra entrará em uma nova mini glaciação, como as ocorridas na Idade Média e no Século 17. Em ambos os casos as atividades solares cessaram, ficaram tão fracas que não houve ejeção de matéria da coronal do Sol em direção ao espaço. Ou conhecidas também como tempestades solares, algo comum quando se têm na superfície da estrela imensas manchas escuras. Porém isto sumiu, o Sol ficou em calmaria, em um vermelho sólido, uniforme, e isto levou ao resfriamento do planeta por várias décadas.
“Atualmente a atividade solar máxima, que começou no ano passado, está mais fraca e o período de mínimo solar está se estendendo. Isto é um indicador que alguma anomalia está ocorrendo no Sol”, observou González depois de perceber que o ciclo solar sofre com alterações desde 2007, quando registrou uma atividade já bem reduzida mesmo dentro do período denominado no meio científico como “Mínimo Solar”. Essa edição durou três anos – um ano a mais que a média habitual.
Os ciclos solares, hoje no 24º deles, são estudados e registrados há mais de 2 mil anos. Eles têm períodos médios de 11 anos, sendo duas atividades mínimas e uma máxima. O auge do fenômeno é quando a estrela está literalmente cuspindo gigantescas massas de material energizado para o espaço, sua superfície fica com diversas manchas escuras. Essas tempestades solares, provindas da corona – parte mais externa própria a superfície do Sol- chegam à Terra provocando diversos problemas em sistemas elétricos e eletrônicos e as fantásticas auroras boreal e austral.
Segundo González, a previsão de seu grupo de estudos é que haverá uma fase de pouca atividade solar, como a ocorrida em 1645, conhecida como o Efeito de Maunder (nome do cientista que a observou) e que durou 70 anos. Neste intervalo inexistiu qualquer atividade no Sol, sua estabilidade trouxe uma mini glaciação a Terra e pode ser retratada num famoso quadro inglês, que mostra as pessoas patinando sobre o Rio Tamisa, totalmente congelado.
Outro fenômeno semelhante aconteceu por volta de 1400, o Efeito Spörer, e persistiu por 60 anos com efeitos dramáticos sobre o clima terrestre. “Nestes dois eventos a temperatura do Planeta diminuiu num valor médio de 0,5 graus”, observou o pesquisador do INPE. Basta lembrar que nos últimos 100 anos, período que alarma os cientistas adeptos do aquecimento global, o aquecimento foi de 0.6 graus. O que levará as temperaturas ao mesmo padrão de 1900, quando findou a última grande glaciação planetária.

MAXIMUM SOLAR


O máximo solar iniciado em 2010 terá seu ápice em 2013, mas dá sinais evidentes que suas atividades estão decaindo e novamente entrará em uma fase de declínio que afetará sua fase mínima. O cerne da questão se encontra neste ponto. Ninguém pode prever quanto será mais fraca e sua duração. A cada 250 a 300 anos existe a tendência de ocorrer essas atividades mínimas estendidas, como se o Sol tivesse se acalmado depois de uma explosão de fúria. E esse próximo período é exatamente a mesma época do mínimo de Maunder.
Os estudiosos que escreveram o artigo publicado em Julho na publicação científica “Annales Geophysicae” afirmam que se houver uma menor atividade do Sol e uma fase de mínimo solar ampliada ocorrerá uma nova glaciação. A Terra gelará, o que hoje é subtropical se tornará clima temperado e quanto mais próximo aos Polos, maiores o avanço do frio. Um transtorno sem precedentes, já que em 1900 o Planeta contava com 1,5 bilhão de habitantes e hoje são 7 bilhões com grandes concentrações em áreas que serão drasticamente afetadas por uma nova Era Glacial.
O Paradoxo da Hibernação Solar é o caminho contrário ao aquecimento global. O Sol que é a principal fonte de energia em forma de calor agora estaria colaborando para o esfriamento. A estrutura magnetizada tanto do Planeta com da estrela vivem numa disputa equilibrada. Quando há mais atividade solar, menor é a penetração de raios cósmicos na atmosfera terrestre. As partículas solares impedem esse ingresso da radiação espacial, que chegam até a 10 quilômetros na troposfera e ionizam essa parte da atmosfera da Terra.
Esse material cósmico favorece a formação de nuvens, que formam um escudo que dissipa o calor que chega do Sol. Quanto menor a atividade solar mais facilmente se formarão espessas nuvens e a superfície sem receber a energia em forma de calor, oriunda do Sol esfriará bruscamente. O estudo mostrou que entre 2007 a 2010 o fluxo de raios cósmicos aumentou em 30% sobre a atmosfera planetária devido à falta de bloqueio das partículas solares energizadas. “É como o inverno nuclear e isto não quer dizer que teremos mais chuvas, serão nuvens mais altas que servirão como refletores da radiação solar em forma de calor” explicou González. Ele comentou ainda que o campo magnético solar atingiu o menor valor dos últimos 60 anos.
Basta agora saber se o que vem desta estagnação estrelar será próxima ao que o pesquisador Dalton observou em 1900, quando o Sol ficou em sua fase mínima por 8 anos, ou se enfrentará o que Maunder observou por 70 anos. São épocas sem auroras polares, das calotas de gelo aumentando, de nevascas e de profunda alteração do clima da Terra e na vida do homem.
O assunto será tratado em Outubro, na Argentina, na reunião internacional da União Internacional de Astronomia e, em Dezembro, nos Estados Unidos, no Congresso da American Geophysical Union.

IPCC


Até o momento os estudos sobre o aquecimento global, que gerou o Painel intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, não levou em consideração fatores extraterrestres, do clima interplanetário, como a influência do Sol e da radiação cósmica na atmosfera do planeta. Essa é uma das críticas dos autores do artigo sobre a variação da atividade solar e a influência no meio ambiente terrestre.
Entretanto, o Sol é estudado desde 1750 quando os cientistas aperfeiçoaram o telescópio e as pesquisas passaram a ter maior sistematização. E suas influências sobre a Terra são, muitas vezes, terríveis. Na Era Espacial, com inicio em 1957, a maior tempestade geomagnética ocorreu em 1989, no dia 13 de Março, quando uma Aurora Austral chegou até Buenos Aires e o sistema elétrico do Canadá entrou em colapso por sobrecarga eletromagnética induzida, deixando o país no escuro e sob o frio polar.
Contudo, a tempestade gigantesca ocorreu mais um de século antes. Em 1859 uma onda de partículas solares altamente energizadas atingiu a Terra e queimou todos os telégrafos existentes na Europa e América do Norte. Ela foi três vezes mais intensa que a de 1989. Algo que atualmente levaria o Planeta ao caos total, principalmente pela dependência das redes de energia e comunicação, além de equipamentos eletrônicos. Praticamente tudo seria destruído, inclusive os satélites.

Fonte da Matéria: ECO•21
Créditos: Jornalista pós-graduado em jornalismo científico Júlio Ottoboni

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

DESCOBERTO UM DOS GRANDES SEGREDOS DA CIENTOLOGIA...

Um jornalista britânico revelou um dos grandes segredos da Cientologia, afirmando que é um lugar conhecido como a “catedral do espaço alien”, que inclui mensagens em massa dirigida aos seres extraterrestres. 
O local que se encontra no nordeste do Novo México, hospeda em um bunker de titânio totalmente selado construído para resistir a uma explosão nuclear os escritos do fundador da religião misteriosa, L. Ron Hubbard (1911-1986), disse o jornalista John Sweeney em seu novo livro.

A IGREJA DO MEDO



Em um trecho do livro intitulado "A Igreja do Medo Dentro do Estranho Mundo da Cientologia”, o escritor Sweeney, descreve que a base é demarcada com dois círculos gigantes interligados, e em cada um dos círculos contem um interior adiamantado.  Ao qual foi construído no subsolo na década de 1980, a um custo de milhões de dólares.
A catedral é a prova de bomba nuclear, protegida por três câmaras de ar com mais de 2.200 toneladas  de aço inoxidável.
Especialistas dizem que os sinais estranhos no topo da montanha irá guiar (as altas esferas da cientologia) que após o Armageddon nuclear que irá destruir a humanidade estes retornarão do espaço a fim de resgatar as obras de Sr. Hubbard.
Foi negado ao escritor Sweeney a entrada nas instalações, afirmando que seu parceiro misterioso recebeu vários telefonemas da igreja durante a sua estadia em um motel nas proximidades. O ex cientologista Chuck Beatty disse que o templo e suas grandes marcas simbólicas foram destinados mais para os visitantes extraterrestres do que  para os membros da Igreja.

CIENTOLOGIA, RELIGIÃO MISTERIOSA:

A Cientologia nasceu em torno de 1950, criada pelo escritor L. Ron Hubbard, anunciando "uma civilização sem loucura, sem criminosos e sem guerra, onde as pessoas possam prosperar, os seres honestos podem ter direitos, e onde o homem é livre para subir a outros níveis de consciência”.
Cientologia é praticada em mais de 125 países e consiste de uma hierarquia de igrejas que oferecem serviços para educar os novatos sobre os fundamentos da doutrina.
Mas essa religião tem uma grande presença nos círculos da elite, e em Los Angeles a igreja tem sete propriedades históricas no valor de 300 milhões de dólares, sendo uma parte de seu império no mundo.
Com suas controversas práticas e imensa riqueza, a igreja tem uma longa lista de apoiadores, tal como Tom Cruise, John Travolta, Kirstie Alley, Juliette Lewis entre outros ricos e famosos...

Fonte: Mundo Esotérico e Paranormal

TELESCÓPIO "KEPLER" DE VOLTA PARA A TERRA...


O telescópio espacial “Kepler” deve terminar a busca por planetas semelhantes à Terra.
A razão é uma falha técnica, sem solução.
O anúncio foi feito pela agência espacial NASA.

O “Kepler” iniciou funções em 2009 à procura de planetas potencialmente habitáveis ​​e rastreou cerca de 3 mil corpos celestes.

Fonte: euronews

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CIENTISTAS BRITÂNICOS ACREDITAM QUE PODEM ACHAR PISTAS SOBRE VIDA EXTRATERRESTRE EM MINA DE BOULBY, NO NORDESTE DA INGLATERRA....


Cientistas britânicos acreditam que podem achar pistas sobre a possibilidade de vida extraterrestre com o estudo de organismos microscópicos que vivem na Mina de Boulby, no nordeste da Inglaterra.

As condições extremas encontradas na mina são muito parecidas com as de outros planetas. A mina é escura e repleta de uma combinação de sal e água.
Charles Cockell, do Centro de Astrobiologia da Universidade de Edimburgo, explica que para entender se outros planetas podem ter vida, é preciso estudar um ambiente com características parecidas.

A esperança dos cientistas é que se lugares como a mina de Boulby podem ter vida prosperando, lugares além da Terra também podem.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PESQUISADORES AFIRMAM QUE SONDAS ALIENÍGENAS SÃO INVISÍVEIS A OLHO NU "E QUE ESTÃO" EM NOSSO SISTEMA SOLAR...

Muitas naves alienígenas estariam em todo o nosso sistema solar. E isso não faz parte de um novo filme de ficção científica, é um estudo matemático da Universidade de Edimburgo, que demonstra a possibilidade de que algumas civilizações alienígenas avançadas poderiam estar usando sondas de autorreplicação para estudar a galáxia e todo o planeta Terra.
Este estudo mostra incrivelmente que sondas alienígenas chegaram.
Mas os cientistas alertam que é possível que a nossa tecnologia atual não é capaz de detectar esses tipos de sondas, já que esta alta tecnologia alienígena podem esconder-se de nossos sistemas.

E depois deste estudo, parece que os cientistas cada vez mais estão levando a sério a existência de vida inteligente além do nosso conhecido universo, e parece também que algo está mudando a vida em nossa sociedade.

ESPAÇONAVES DE ORIGEM EXTRATERRESTRE
Duncan Forgan

Os cientistas Duncan Forgan e Arwen Nicholson teve um papel crucial nesta análise de como as sondas poderiam viajar através do espaço, publicado no International Journal of Astrobiology.
Eles estudaram a possibilidade de que raças extraterrestres usam a gravidade das estrelas para impulsionar suas sondas, a fim de ganhar velocidade. Atualmente, esta é uma técnica utilizada em nossas sondas exploradoras.

Um exemplo é a sonda espacial Voyager 1 que foi lançada em 1977, ficando até a borda do nosso sistema solar.
No entanto, Forgan e Nicholson acreditam que os alienígenas podem ter lançado sondas semelhantes já em civilizações antigas e que levaram muito tempo para chegar perto do planeta Terra.
Os polêmicos cientistas também acreditam que as sondas extraterrestres podem usar um sistema de auto recuperação. Isso se resume em que pode coletar poeira e gás para a construção de novas versões de si mesmos durante suas longas jornadas.
“Forgan e Nicholson esclarecem e concluem que uma frota de sondas alienígenas auto-replicantes ou auto recuperáveis podem explorar a galáxia em um tempo bastante curto”.

A questão é, se eles estão aqui, por que não temos visto?


Em 1983 o especialista Robert Freitas referindo-se à teoria avançada pela NASA, Forgan sugere que as sondas alienígenas podem ser preconcebidas para se camuflarem e se esconder.
"As sondas em si camuflam-se a fim de estabelecer um teste de limiar de tecnologia ou de inteligência das espécies receptoras, onde os testes devem ser cumpridos antes de permitir que as espécies possam se comunicar com o dispositivo" disse o Dr. Forgan para a mídia.

Mas não é a primeira vez que essas teorias são sugeridas, Jacob Haqq-Misra , do Rock Ethics Institute, já havia sugerido tal hipótese em um artigo lançado no ano de  2011, onde dizia que talvez os restos mortais de tecnologia extraterrestre enviados para investigar a galáxia poderiam estar enterradas na terra ou em algum outro planeta próximo.
Em sua publicação, disse também que "artefatos alienígenas podem estar em nosso sistema solar sem o nosso conhecimento simplesmente porque não nos aparece forte o suficiente”.
Mas Haqq-Misra acrescentou que pesquisas no nosso sistema solar não são suficientemente completas para descartar a possibilidade de artefatos não terrestres estarem presentes, ainda estamos observando e pesquisando. Mas o Dr. Forgan discorda com Haqq-Misra sobre este ponto, e explica:

“É pouco provável que as evidenciadas sondas tornem-se" velhas "e sejam destruídas”, uma vez que uma civilização que se submete as tentativas de exploração interestelar consiste-se de engenheiros presumivelmente de magnânimos especialistas, e que devido às grandes distâncias percorridas e o tempo necessário para tal tarefa poderiam tranquilamente fabricar sondas com capacidade de auto recuperação, dando a tais sondas uma vida muito longa”.

Ufólogos afirmam que 70% dos avistamentos em todo o mundo são simplesmente "confusão de identidade”, mas os outros 30% não têm qualquer explicação racional.
Este novo estudo realizado pelos pesquisadores Forgan e Nicholson seria uma boa teoria para muitos avistamentos de objetos voadores não identificados, já que alguns deles podem ser de sondas extraterrestres.
Mas, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, sondas extraterrestres podem estar equipadas com sistemas especiais para determinar o nível de inteligência das criaturas que vivem dentro do escopo de suas atividades.
Isso nos leva a crer que os alienígenas não estariam interessados ​​em comunicação direta com outros seres inteligentes, uma vez que o objetivo das sondas alienígenas teria uma única finalidade “a de coletar informações sobre os planetas, e não o contato”.

ALGUMAS EVIDÊNCIAS DOS AVISTAMENTOS DE SONDAS ALIENÍGENAS PELO MUNDO...



























Veja neste blog todas matérias relacionadas às SONDAS ALIENÍGENAS

domingo, 4 de agosto de 2013

CIENTISTAS RECOMENDAM CAUTELA AO PROCURAR VIDA EXTRATERRESTRE...

Stephen Hawking 
 A busca por vida extraterrestre açula o imaginário humano. Alguns cientistas, no entanto, acreditam que o encontro com alienígenas pode não ser tão agradável. O temor tem bases terrenas. Por aqui, ao longo da história, civilizações mais avançadas sempre subjugaram seus pares menos poderosos. A premissa não é unânime: como no nosso planeta, a evolução moral pode acompanhar o progresso tecnológico.

A visão pessimista dessa investigação tem um aliado muito respeitado na área. O físico britânico Stephen Hawking aconselha: os humanos não deveriam anunciar com tanto entusiasmo sua existência. Para ele, é provável que haja vida inteligente fora da Terra. E para nós, é melhor que ela permaneça distante.
Mundialmente famoso por seus trabalhos sobre o universo, Hawking acha temerário emitir sinais a fim de procurar seres extraterrestres. Ele considera provável que outras civilizações, com tecnologia muito mais avançada do que a humana, poderiam gostar do contato - e vir para a Terra em busca de seus recursos naturais.


Contrariando a recomendação, a Terra tem se mostrado bem receptiva. Há seis décadas, a emissão de sinais de rádio inaugurou a fase científica da busca por inteligência extraterrestre. Desde então, muitos foram os esforços para procurar vida no espaço e divulgar nosso planeta pelo universo.
Voyager
Há 35 anos, por exemplo, as sondas Voyager partiram em uma viagem de descobrimento. Cada uma delas possui um “golden record”, disco dourado que contém informações sobre a nossa civilização, a nossa cultura e a nossa localização na galáxia. Neste momento, as duas naves, representantes terráqueas mais distantes de seu planeta natal, se preparam para abandonar o Sistema Solar.
Os discos dourados são apenas duas das diversas mensagens que a Terra envia a possíveis “vizinhos”.  Mais recentemente, em 2008, a Nasa lançou no espaço a canção Across the Universe, dos Beatles, enviando uma mensagem de paz que deve chegar à região de Polaris em 2439.

BOM SENSO

Michio Kaku

Não se sabe quem - ou o quê - poderia receber essas mensagens. Por isso, outro renomado físico, o americano Michio Kaku, disse em entrevista à rede CNN em 2012 que, embora o hipotético contato com extraterrestres tendesse a ser amigável, seria importante a humanidade se preparar para uma hostilidade alienígena. “Seria como um encontro entre Bambi e Godzilla”, comparou.



Jorge Quillfeldt
Carlos Alexandre Wuensche de Souza
Tal preocupação é vista como um ato de bom senso por Jorge Quillfeldt, pesquisador em astrobiologia e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Embora evite visões alarmistas, ele se apega à história da humanidade - único caso conhecido de vida no universo - para afirmar que, se um contato com alienígenas ocorrer, é provável que tenha consequências negativas aos terráqueos. Em uma analogia semelhante, Hawking lembrou como a descoberta da América foi danosa aos povos nativos do continente.

“A história humana não é muito bonita”, diz Quillfeldt. “É baseada em povos com ligeira ou grande superioridade tecnológica e cultural conquistando outros povos. Povos mais fortes, com capacidade de guerrear maior ou tecnologia maior, acabam subjugando outros, quase sempre de forma negativa e destruidora”, compara.

A interpretação se parece com a de Carlos Alexandre Wuensche de Souza, doutor em astrofísica e chefe de gabinete da direção do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Para ele, se a referência for a história humana, pode-se presumir que uma civilização extraterrestre terá igual conduta colonizadora.

Wuensche, contudo, acha possível que uma civilização muito mais avançada não tenha interesse predatório - situação também cogitada por Quillfeldt. “É possível supor que, se acontecer um contato, os povos mais desenvolvidos tenham o cuidado de não chegar na hora errada, de monitorar a Terra e se aproximar no momento certo”, avalia o neurocientista.



Milan Ćirković
Já para Milan Ćirković, professor e pesquisador do Observatório Astronômico de Belgrado, na Sérvia, e pesquisador associado do Instituto do Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, na Inglaterra, o risco é extremamente exagerado. Ele afirma que o progresso científico e tecnológico da humanidade vem acompanhado de progresso moral, citando a rejeição a práticas respeitadas no passado, como a escravidão.

'Rezem', diz diretor da Nasa sobre aproximação de asteroides
"Rezem", diz diretor da Nasa sobre aproximação de asteroides
Ćirković entende que possíveis civilizações que se dedicam à expansão interestelar devem ser moralmente superiores, o que incluiria um elevado grau de tolerância e compreensão para aqueles de tecnologia e moral inferiores. “Acredito na mesma tendência para o futuro, ou, então, uma civilização de tecnologia avançada se destruiria muito antes de se aventurar em voos espaciais interestelares”, diz.

CONSENSO

Entre os especialistas, há quase um consenso de que vida inteligente extraterrestre não será encontrada nos próximos anos. Wuensche diz aguardar pela identificação fora da Terra de uma forma de vida simples, como uma bactéria. Também não acredita em contato direto, como na coleta de material por um astronauta, mas pela exploração de sondas, como ocorre em Marte, atualmente. “Se eu tivesse que apostar, apostaria nisso”, diz.

“Há vida, sim, mas não vamos encontrar ETs ou naves espaciais”, concorda Quillfeldt, acrescentando que a ideia principal na comunidade astrobiológica indica que, se houver vida em outros planetas, é provável que seja unicelular, como a que originou os demais seres vivos na Terra.

Ćirković, por sua vez, crê na possibilidade de contato inteligente, mas não em curto prazo. Para ele, a humanidade está mais propensa a detectar vestígios de atividades ligadas à megaengenharia em civilizações extraterrestres avançadas do que receber suas mensagens intencionais. “Desta etapa até a comunicação real com inteligência extraterrestre, se levará muito tempo, o que permitirá uma reflexão mais profunda e preparação para vários desfechos possíveis”, considera.

SETI

SETI
Giuseppe Cocconi 

Philip Morrison 
Para Ćirković, a forma ortodoxa como ocorre a busca por inteligência extraterrestre é bastante ingênua e improvável de obter sucesso. Ele entende que o chamado projeto Seti (Search for Extraterrestrial Intelligence), que busca contato por sinais de rádio, sofre com a falta de recursos e carece de um grande esforço de reestruturação.

Quillfeldt também destaca a deficiência financeira do Seti e a entende como fator decisivo para o projeto não realizar uma busca completa e, por isso, não ter obtido sucesso até agora. Segundo ele, o termo Seti surgiu em 1959, a partir de artigo dos físicos Giuseppe Cocconi e Philip Morrison na revista científica Nature, propondo o uso do rádio para possibilitar o contato caso a tecnologia extraterrestre fosse razoável.

O Seti, no entanto, não é apenas busca por rádio. Várias são os projetos vinculados ao seu objetivo central. Carlos Wuensche participa do SETI@home, desenvolvido pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, que consiste na disponibilização do seu computador para, em momentos de ociosidade da máquina, receber dados dos telescópios Seti, analisar parte deles e devolvê-los à central - processamento de dados que se chama computação distribuída.

Curiosity


Hubble
 Kepler
 Enquanto isso, a sonda Curiosity avança em Marte, uma empresa holandesa planeja colonizar o planeta vermelho, os telescópios Hubble e Kepler desvendam estrelas distantes, um telescópio espacial pode ser construído graças ao crowdfunding, a captura de um asteroide entra no cronograma da Nasa e o turismo espacial dá seus primeiros passos. A busca continua.

Fonte: Terra

sábado, 3 de agosto de 2013

TELESCÓPIO ESPACIAL QUE MONITORA NOSSO SOL VIU UM BURACO GIGANTESCO EM SUA SUPERFÍCIE!

A mancha escura que cobre quase um quarto da nossa estrela mais próxima, expelindo material solar e gás para o espaço.

O chamado buraco coronal sobre o polo norte do Sol entrou em exibição entre 13 de julho e 18 e foi observada pelo Observatório Solar e Heliosférico, ou SOHO. NASA divulgou um vídeo do buraco sol visto pela sonda SOHO, mostrando a região como uma mancha escura grande cercada pela atividade solar.
Buracos coronais são regiões mais escuras e mais frias da atmosfera do Sol, ou corona, com pouco material solar. Nestes espaços, as linhas do campo magnético sopram para o vento solar ao invés de um loop de volta para a superfície do sol.
Buracos coronais podem afetar o clima espacial, como enviar partículas solares que flui fora do sol cerca de três vezes mais rápido do que o vento mais lento desencadeado para outros lugares da atmosfera do Sol, de acordo com a descrição da NASA.

"Embora não esteja claro o que provoca buracos coronais, e o que se correlaciona com as áreas onde os campos magnéticos em que o sol eleva-se para longe, deixando de fazer o loop de volta para a superfície, tal como fazem em outros pontos". Karen Fox da NASA estava no Goddard Space Flight Center da agência em Greenbelt, Maryland, e explicou com uma descrição na imagem.
Alguns cientistas da NASA tem medo de que o sol está prestes a quebrar em um profundo colapso, o que alguns pensam significar o fim da Terra, e dos seres humanos. "Na verdade, não há nada para se preocupar", disse o astrofísico Paul Comito. "Se o Sol se rompe, há outro dom fora de nossa galáxia, que vai preencher o vazio e assumir e ser o nosso novo sol. É a ordem natural do universo. Temos um backup.”

Então, não se preocupe... Há um buraco gigante no sol, mas esta tudo de bem.


terça-feira, 30 de julho de 2013

CIENTISTAS - ASTROFÍSICOS - ASTRONAUTAS ENTRE OUTROS ADMITEM COM VEEMÊNCIA EXISTIR OUTRAS CIVILIZAÇÕES NO UNIVERSO...

TRÊS ENGANOS COMUNS QUE AS PESSOAS PENSAM QUE SÃO ENCONTROS EXTRATERRESTRES...

Quase todo mundo que já olhou para o céu à noite perguntou a si mesmo, pelo menos de alguma forma, a mesma questão: “Será que estamos realmente sozinhos no universo?”.
A única coisa que é certa é que nós definitivamente não queremos estar. Talvez isso explique porque as pessoas continuam vendo Óvnis no céu, e porque estão sempre caindo em um de três tipos básicos de engano.
A ideia de que a humanidade é única é um pensamento muito deprimente para a maioria das pessoas. É natural, então, que nós passemos a interpretar praticamente qualquer coisa como um sinal de contato alienígena.
A história está repleta de relatos de avistamentos de OVNIs, mas se você tomar um segundo para parar e pensar, quase todos vem com explicações, e nenhuma delas extraterrestre. Considere o seguinte: uma de nossas naves espaciais levaria cerca de 60 mil anos simplesmente para alcançar a borda de nossa galáxia, o que dificulta a viabilidade de uma visita extraterrestre. Isso não impediu hordas de pessoas dispostas a jurar até o dia da morte que viram, interagiram com, foram tocados e/ou sido sondados por criaturas de um mundo além do nosso.
Estas pequenas reivindicações e suas posteriores “provas” de vida alienígena na Terra quase sempre caem em uma das três categorias: exercícios militares que deram errado, fenômenos da natureza, e é claro fraudes.

1. CASOS MILITARES

Já percebeu como avistamentos de Óvnis tendem a acontecer convenientemente em torno de bases militares? Sim, e isso não é uma coincidência. Seja balão meteorológico, câmeras espiãs voadoras, ou aeronaves não autorizadas, as pessoas sumariamente, e felizes com isso, assumem que o mistério observado é alienígena – em vez de atividade militar. Especialmente em tempos de paranoia nacional.

A BATALHA DE LOS ANGELES
Após o ataque a Pearl Harbor, a sensação de segurança nos EUA foi destruída. Assim, três meses depois, quando um balão meteorológico casualmente passou flutuando sobre Los Angeles em 1942, a histeria coletiva se alastrou. O que uma cidade aterrorizada pode pensar? Pensou que se realizava um ataque aéreo militar maciço contra um intruso extraterrestre, resultando nesta fotografia icônica do que mais tarde foi apelidado de “The Battle of Los Angeles”.

Inicialmente, a sombra no céu foi pensado como sendo um ataque vindo do Japão, mas em uma entrevista coletiva logo após o incidente, o Secretário da Marinha Frank Knox rapidamente procurou tirar atenção do fato, chamando-o de um “alarme falso”. Isso, em seguida, deixou o pessoal da mídia livre para publicar todos os tipos de “relatórios” de encobrimento de atividades extraterrestres.
A Batalha de Los Angeles aclimatou os civis para a noção de que avistamentos de alienígenas não eram apenas plausíveis, mas prováveis. Permitiu uma maneira mais confortável para explicar os seus medos.

O INCIDENTE ROSWELL
Um dos mais notórios alegamentos de avistamentos de OVNIs (e a inspiração para um programa de televisão criminalmente subestimado), começou em julho de 1947, Roswell – Novo México EUA, quando o capataz William Brazel tropeçou em uma vala gigante com centenas de metros de comprimento e cheia de detritos, tiras de borracha, papel alumínio, papel, fita adesiva e madeira.
A confusão bizarra foi na propriedade onde trabalhava, e Brazel prontamente comunicou às autoridades, até que o relato chegou à base aérea de Roswell. O comandante da base descreveu o evento como sendo nada mais que um balão meteorológico com defeito, encorajando todos a esquecer tudo e voltar às suas atividades. Então, os teóricos da conspiração decidiram que era o momento perfeito para alavancar a demagogia UFO.
Stanton Friedman, físico e ufólogo foi um dos que iniciaram as explicações envolvendo alienígenas nesse evento, porém trinta anos depois. Depois de entrevistar o Major Jesse Marcel, um dos inspetores do sítio original, em 1978, Friedman conseguiu o que estava procurando. Marcel afirmou que todo o evento foi um acobertamento militar de uma nave alienígena.
Glenn Dennis, um agente funerário, também afirmou que corpos foram retirados do local e levados para uma base aérea. Mas essas pessoas não eram totalmente insanas (ou, no mínimo, totalmente erradas).
Com tanta controvérsia sobre o que realmente aconteceu, duas investigações oficiais do governo separadas ocorreram – uma em 1994 e outra em 1995. A primeira confirmou que a causa tinha sido de fato sido um balão meteorológico, em um programa confidencial que usou luzes sensíveis para tentar detectar testes nucleares russos. A segunda esclareceu que os “corpos mortos” eram manequins usados durante testes de paraquedas, manequins estes que, em seguida, tiveram que ser removidos.
Depois de Roswell, o interesse em potenciais naves alienígenas disparou, com cerca de 800 avistamentos ocorrendo nas semanas que se seguiram. Tal como acontece com a Batalha de Los Angeles, o clima internacional provavelmente desempenhou um papel fundamental. Enquanto as fotografias de OVNIs são agora relativamente raras e se formou um considerável ceticismo, naquela época, as reivindicações foram aceitas em massa. Cada avistamento de OVNI era apenas outro acréscimo para cima de uma já grande pilha de eventos e indutores de ansiedade (quanto mais relatos vinham, mais a ideia se prospectava na população, causando ainda mais relatos).

AS LUZES MISTERIOSAS
Em agosto e setembro de 1951, a pequena cidade americana de Lubbock, Texas, teve seu próprio e breve período nos holofotes ufológicos. Avistaram um grupo de 20 a 30 luzes flutuando no céu, na noite de 25 de agosto. Na semana seguinte, o estudante Carl Hart notou um fenômeno similar no céu e tirou fotos, que o jornal local, em seguida, publicou e eventualmente enviou por todo o país.
O Tenente Edward Ruppelt, do Projeto Blue Book da Força Aérea (a agência governamental norte-americana criada para o propósito expresso de investigações de UFOs) analisou as imagens e, finalmente, declarou como sendo uma brincadeira. Para Ruppelt, a visão não tinha sido nada mais do que postes a refletir sob as barrigas de um bando de maçaricos (aves). Testemunhas na área apoiaram esta explicação, concordando que eles tinham de fato vistos e até ouvido grandes bandos de aves migratórias.
Ainda assim, outros sustentaram a ideia de que o tenente estava simplesmente tentando encobrir atividades militares com aeronaves. Qualquer que possa ser a explicação correta, no entanto, certamente não inclui alienígenas.

2. FENÔMENOS DA NATUREZA

Nosso planeta é plenamente capaz de criar seus próprios e absolutamente belos fenômenos impressionantes que podem muito facilmente aterrorizar testemunhas que não entendem o que está acontecendo no céu acima deles. Geralmente, conforme a ciência avança, temos cada vez menos casos de pessoas relatando atividades suspeitas, potencialmente de outro mundo ou sobrenaturais, diante de uma ocorrência natural. Ainda assim, é curioso o quão rápido chegamos à conclusão de que uma visão fenomenal veio de algum ser alienígena quando, na verdade, ele só veio a partir de nosso próprio mundo.

MILAGRE DO SOL EM PORTUGAL
Em 1917, trinta mil pessoas em Fátima, Portugal, supostamente testemunharam o “Milagre do Sol”, um evento que deveria ser uma prevista aparição da Virgem Maria. Multidões se reuniram para olhar para um céu nublado durante horas. Mas quando as nuvens finalmente abriram e o sol veio todo mundo experimentou, simultaneamente, uma visão de luzes multicoloridas que vieram para baixo em espiral – pânico coletivo.
Para esta população claramente de devoção religiosa, as luzes brilhantes poderiam muito bem ter parecido como um sinal do fim dos tempos. Quase 100 anos depois, sabemos do fato que ficar olhar para o sol por um tão longo período de tempo tem o potencial de induzir diretamente histeria em massa e alucinações. Se eles estavam procurando por um pouco de emoção, ao menos conseguiram. O dano grave na retina foi apenas um bônus.

AS LUZES DO PAÍS DE GALES

Em janeiro de 1974, as pessoas nas montanhas do País de Gales relataram ter visto luzes estranhas no céu, diretamente seguidas por um abalo violento do solo sob seus pés – hoje sabemos que eram terremotos. Os habitantes da montanha Berwyn, no entanto, definiram que havia apenas duas possíveis explicações: explosões de enormes meteoritos ou ataques alienígenas.

Infelizmente para os sensacionalistas galeses, a ciência diz o contrário: quando a crosta da Terra está sob estresse antes da atividade sísmica, (o que se presume ser) luzes eletromagnéticas, muitas vezes, aparecem no céu. E o British Geological Survey (BGC) determinou que um terremoto de magnitude 3,5 havia agraciado a região com sua presença nessa mesma noite.

3. FRAUDES (MENTIROSOS, CHARLATÕES OU BRINCALHÕES)

E há quem simplesmente age de má-fé – e quem acredita.

ROSWELL: A AUTÓPSIA
Em 1995, o tema de Roswell mais uma vez acendeu conversas em todos os Estados Unidos quando o empresário Ray Santilli alegou ter em sua posse um filme em preto e branco de 17 minutos de uma autópsia alienígena recuperada do setor do Caso Roswell. Então eis que surge um documentário acompanhado do vídeo, com muitos, senão a maioria dos indivíduos entrevistados afirmando firmemente que eles acreditavam que era falso. As emissoras de televisão que mostraram o documentário mais tarde admitiram censurar as partes que colocavam a validade da autópsia em questão. Uma vez que o filme foi exibido, o diretor do documentário também afirmou que ele acreditava que o filme só podia ser falso.
Claro que, em breve, quase todos com algum tipo de conexão com o evento começaram a falar que era apenas uma brincadeira. Santili, então, admitiu que a maioria das “imagens originais” era de péssima qualidade, e ele teve que usar porções refilmadas e reencenar eventos supostamente reais. Eventualmente, o artista e escultor John Humphreys também veio a público admitindo que ele tivesse construído dois corpos extraterrestres e encheu-os com um pouco de mistura “saborosa” de cérebros de ovelha, geleia (sabor não especificado), vísceras de frango e ossos de articulações. Você sabe coisas alienígenas…
Apesar de todas estas admissões e as provas em contrário, Santilli continua a afirmar que o filme é uma reconstrução precisa de 100% do original.

MORRISTOWN, NEW JERSEY
Recentemente, 2009, os moradores de Morris Conde, New Jersey, ficaram de janeiro a fevereiro mistificados em torno de cinco luzes estranhas que sempre apareciam no céu noturno. Mesmo trabalhadores em torres de controle não conseguiam descobrir de onde as luzes estavam vindo – nada aparecia em seus radares. Portanto, é claro, a próxima conclusão lógica foi alienígenas.
No mesmo dia da mentira, dois jovens admitiram a fraude. Colocaram luzes simples em balões de hélio, e enviaram num caminho acima da cidade, em um esforço para mostrar como é fácil incitar um susto UFO. E certamente funcionou.
Desde que sabemos 100% ao certo o que realmente aconteceu nesse caso, a extensão e a variedade de reações provaram o quão não confiáveis ​​e inconsistentes podem ser os relatos de avistamentos de alienígenas. Embora não tinha sido nada mais do que algumas luzes pairando, algumas pessoas afirmaram nunca ter visto nada tão assustador em suas vidas, alguns se recusavam a acreditar que a causa tinha sido balões, e um homem ainda insistiu que ele tinha visto nove luzes espalhadas que finalmente se juntaram numa linha e começaram a se comunicar uma com a outra. Portanto, não importa quão sincera a história possa parecer, as pessoas são absurdamente não confiáveis ​​quando se trata de um encontro alienígena – e outros também.
Ainda assim, sempre haverá pelo menos algum mistério não resolvido que leve a promessa de contato alienígena. Mesmo que seja apenas a menor das possibilidades, isso é tudo que algumas pessoas precisam para desencadear um “comboio de teorias da conspiração com atividades alienígenas”.
Fonte: HypeScience