NOSSO OBJETIVO É O DE REPORTAR NOTÍCIAS DO CAMPO UFOLÓGICO ENTRE OUTROS ASPECTOS PERTINENTES AO MOVIMENTO MUNDIAL E UNIVERSAL.

EM RESPEITO AOS LEITORES DESTE BLOG INFORMAMOS QUE AS INFORMAÇÕES AQUI POSTADAS SÃO RIGOROSAMENTE PESQUISADAS E ANALISADAS DE FORMA QUE ACHAMOS POR DIREITO NÃO DIVULGARMOS TODAS OU QUAISQUER OUTRAS MATÉRIAS JULGADAS TRATAREM-SE DE POSSÍVEIS MONTAGENS FANTASIOSAS, FALSAS OU EDITADAS.

IMPORTANTE: As informações contidas neste blog são oferecidas apenas para fins educacionais, científicos, ou estudos.

Os pontos de vista, opiniões e ideias expressas no conteúdo dos posts contidos nas páginas deste blog não são necessariamente os pontos de vista de qualquer detentor de direitos autorais, cujas informações podem aparecer nos vídeos aqui postados.

Fica o espectador responsável em discernir a validade, a factualidade ou implicações das informações aqui postadas. O espectador tem livre direito de fazer seu próprio julgamento com base em informações contidas nas páginas deste veículo de informação.



BURACO NEGRO

quarta-feira, 23 de abril de 2014

26 ASTEROIDES ATINGIRAM A TERRA ENTRE 2000 E 2013...

Estudo revela que a probabilidade de um asteroide com potencial destrutivo atingir a Terra é bem maior do que o que se imagina.

Uma entidade não governamental que monitora explosões nucleares detectou a entrada de 26 asteroides na atmosfera terrestre entre 2000 e 2013.

A Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares divulgou uma animação que simula a queda de corpos rochosos e metálicos no nosso planeta para aumentar a conscientização popular sobre a ameaça que eles representam.

A fundação B612, que estuda essas formações rochosas do espaço, diz que asteroides grandes o bastante para destruir uma cidade podem atingir a Terra a cada cem anos.

A NASA já possui um programa em andamento que monitora corpos no espaço com mais de 1 quilômetro de diâmetro.

Mas a B612 pretende lançar, em 2018, um telescópio infravermelho criado especificamente para detectar potenciais ameaças.

Uma rocha de 40 metros de diâmetro, por exemplo, pode destruir uma cidade.

No ano passado, um asteroide bem menor explodiu no céu de Chelyabinsk, na Rússia, causando um grande impacto.


Mais de mil pessoas ficaram feridas com pedaços de vidro e destroços que voaram pelos ares.

 VÍDEO SIMULADOR COM ALGUNS PONTOS DE IMPACTO DETECTADOS
(em inglês)

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O ABDUZIDO DE CATANDUVA...


O objeto voador projeta um filete de luz azulado e se aproxima da estrada. O motor do carro morre. A tentativa de dar partida é em vão. O homem tenta uma fuga a pé, tão inútil quanto desesperada. A nave lança uma espécie de esteira, que passa sob os seus pés. Ele é tragado em direção ao objeto e logo se vê em uma sala ovalada, o corpo preso por cintas sobre um assento de encosto alto, as mãos presas por braceletes.

No corpo um macacão cheio de fios metálicos, na cabeça uma espécie de capacete com visor. Lá fora vê casas com telhados altos e bem inclinadas, torres de igrejas. De repente, do vale que avista, vê brotar do chão um óvni em forma de ovo, que, acompanhado de uma nuvem branca, se eleva nos ares até próximo de onde se encontra. E que lugar é esse? Essa é parte da descrição de um dos mais impressionantes relatos de abdução registrados pela ufologia brasileira. O que exatamente o catanduvense Onílson Pátero vivenciou há 40 anos, completados neste próximo dia 26, é um mistério ainda longe de ser desvendado.

Seu Onílson morreu em agosto de 2008, aos 75 anos, apenas sete meses após o Diário fazer uma entrevista exclusiva com ele, em sua casa em Catanduva, na qual ele falou sobre sua incrível aventura. Agora, quatro décadas depois, a filha Samara Pátero prepara uma exposição, que deve rodar cidades da região de Rio Preto, para este segundo semestre. O objetivo é resgatar os fatos em torno daquele  26 de abril de 1974 vividos pelo pai, o qual ela considera ter sido um privilegiado pelo que passou.

Seu Onílson deixou registrados dois casos de abdução, com intervalo de um ano entre um e outro. Mas é este, de quatro décadas atrás, o mais intrigante e tido pelos ufólogos como um dos casos mais contundentes que se têm notícia pela coerência nos muitos depoimentos que ele deu à época, com poucas divergências entre os relatos.

Tão rumoroso que chegou a ser monitorado pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social), após o delegado que cuidou do caso enviar ofício ao então chefe do Serviço de Informações Romeu Tuma para saber se o catanduvense pertencia a algum departamento de “assuntos espaciais”. Prova de que o órgão oficial de repressão durante o regime militar não estava de olho somente em suspeitos aqui na terra. Tinha interesse também em qualquer movimentação estranha nos céus do Brasil.


A captura


A saga do seu Onílson começou naquele que teria tudo para ser mais um na rotina de um vendedor. Ele negociava livros didáticos e viajava muito pelo Estado.
Almoçou mais cedo e avisou a mulher, dona Lourdes, que tinha compromisso na cidade de Júlio de Mesquita, aproximadamente 160 quilômetros de Catanduva.
Despediu-se da mulher, deu um beijo nas filhas Samara e Silvana e partiu. Ninguém imaginava o quanto custaria para que se reencontrassem.

Já à noite, terminado o trabalho, ele saía de Marília de volta pra casa quando a 15 quilômetros de Guarantã, da janela do Fusca, avistou uma luminosidade azulada correndo paralelamente ao longo dos fios de energia da Cesp. Era, de acordo com ele, um objeto voador não identificado (óvni). Capturado e levado ao interior da nave, vivenciou experiências registradas tanto em sucessivas entrevistas dadas a pesquisadores quanto em sessões de hipnose regressiva, com acompanhamento de membros da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) e até da Aeronáutica.


Extraterrestre, marciano?


Por quase uma semana a família Pátero ficou sem notícias do vendedor. Seu desaparecimento já tinha sido registrado à polícia. Encontraram o carro no acostamento da estrada, perto da porteira da fazenda Água Santa, não muito distante de Guarantã. No interior do Fusca a mala de seu Onílson, com documentos, cheques e dinheiro. Tudo intacto, o que só fez aumentar o mistério e levou a família a pensar no pior.

Enquanto as buscas em solo paulista se mostravam infrutíferas, a imprensa capixaba começava a espalhar a notícia de um homem que havia caído de um disco voador. Encontrado desorientado, sujo e cheio de carrapichos por um fazendeiro local em morro de Colatina, cidade do Espírito Santo a 1,2 mil quilômetros de Catanduva, Pátero só falava frases soltas sobre os momentos que diz ter passado no interior do óvni.

Nem mesmo se dava conta de que haviam transcorrido cinco dias entre o “rapto” pelo óvni e seu aparecimento em terras distantes. No morro em que surgiu misteriosamente deixou inscrito suas iniciais - “OP” - como uma pista para o caso de não ser encontrado. Chamado de marciano, de “homem que viajou no disco voador”, via chegar ao fim seu pesadelo. E começava o mistério que permanece até hoje.


Notícia correu o Brasil, Alemanha e França.


As duas abduções de Onílson foram tema de reportagens em jornais brasileiros e ganharam destaque em publicações de países europeus, como Alemanha e França, lembra a filha. Samara conta que tinha 13 anos na época em que tudo aconteceu. Ela e a irmã Silvana afirmam que sofreram muito. “A gente acaba evitando falar no assunto, por medo de sermos vistos como loucos. As abduções são mais comuns do que se imagina, mas muitos não revelam por vergonha.” Ela se lembra do drama vivido pela família quando o pai desapareceu na região de Marília. Até seu reaparecimento, no Espírito Santo, conviveram com toda angústia da espera. “Vivemos momentos muito tensos a partir daí, pois muita gente queria falar conosco. Recebemos a visita até da Gal Costa, que gostava muito do tema, além de muitos ufólogos que vieram pesquisar o caso do meu pai.” Dentre os pesquisadores, estiveram presentes Jorge Nery, do Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais de Araçatuba, o mesmo que investigou os sinais nos canaviais de Riolândia. O caso também foi investigado por uma das mais prestigiadas instituições de pesquisa ufológica do País, a Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores. E chegou até o Dops pelo delegado do caso, que solicitava informações a respeito do seu Onílson e das pessoas que o pesquisavam, a fim de saber se integravam algum departamento oficial de “assuntos espaciais” e se podiam oferecer algum esclarecimento sobre o homem que disse haver viajado num disco voador.



DEPOIMENTO


Eu vi um homem realmente convicto.

Marival Correa

O que levaria um homem de 75 anos, trabalhador, pai-avô, que depende de sua boa reputação e de sua credibilidade para fechar seus negócios, a criar uma história sobre abdução e experiências em um disco voador? Quando estive diante de seu Onílson Pátero, em janeiro de 2008, essa foi a principal pergunta que tinha em mente. Para passar de “contador de causo” à pecha de maluco, mentiroso e adjetivos equivalentes seria um pulo. Um risco grande demais que não compensaria qualquer suposta tentativa de marketing pessoal ou intenção de se promover.

E o que vi foi um homem convicto, resoluto. Um homem íntegro, com sinceridade expressa no olhar e com a arma mais importante de quem acredita na causa que defende a verdade. Ouvia cada questionamento atentamente e respondia com paciência e firmeza. O que pude concluir é que algum fenômeno, algo inexplicável, pode sim ter acontecido com ele.


No interior da nave, fios em forma de teias e um ‘clone’.



Seu Onílson descreve o interior da nave espacial, pela qual diz ter sido abduzido, como um local complexo dotado de muitas salas e equipamentos. Ao emaranhado de fios, responsáveis por gerar intensa luminosidade no ambiente, ele deu o nome de teias de aranha, dispostas em três e até quatro camadas. As luzes eram esféricas, ora completamente expostas, ora inseridas em tubos. Havia ainda nas paredes de três a quatro pontos luminosos intermitentes, “do mesmo modo como se vê numa tela de TV ao ser desligada”, descreveu.

Não constam relatos sobre a que tipo de experiência teria sido submetido durante a abdução, nem uma descrição de como seriam as criaturas. Contou, porém, que foi levado por três seres encapuzados a um dos compartimentos do óvni, onde foi amarrado com cintas de aço atadas à uma cadeira metálica. Diz que trocou de roupa e vestiu uma espécie de macacão recoberto por fios e que foi analisado por meio de instrumentos e de luzes.


O clone



Em seguida, ainda preso à cadeira, lembra-se de estar com um capacete dotado de um pequeno visor. Viu uma série de indivíduos em fila indiana passarem à sua frente. Eles estavam postados ora de frente, ora de lado, mas sempre cobertos por capuzes que se constituíam num prolongamento da própria roupa que vestiam, o que impedia fazer qualquer tipo de descrição detalhada sobre como eram. Lembra apenas que “alguns tinham aspectos humanos”.

O único que não estava oculto pela vestimenta era o último da fila. Um susto enorme para o vendedor. Segundo ele, aquele ser era uma cópia exata dele. Vestia as mesmas roupas que usava quando foi abduzido e até os óculos eram iguais. Como isso seria possível? Seria o primeiro caso de clonagem humana durante uma abdução? Nem mesmo seu Onílson tinha respostas, quando questionado tanto pelos pesquisadores quanto pela reportagem, há seis anos, poucos meses antes de sua morte.


A descida


Um dos últimos episódios de que se lembra, dentro da nave, foi ainda estar com braceletes de aspecto metálico, amarelados e opacos, nos pulsos e nos tornozelos, que não o incomodavam. Depois de ter sido colocado num tipo de urna, parecendo de isopor, embutida no piso e onde havia lugar para todo o corpo se acomodar anatomicamente.

Não soube precisar por quanto tempo ficou nessa urna, aliás a partir daí disse não se lembrar de mais nada. Só sabe que ao recobrar a consciência já estava novamente vestido com a sua própria roupa e em outro compartimento mais espaçoso. Depois diz ter sido desembarcado do objeto pela mesma esteira que o capturou no início da experiência. Contou que foi colocado de forma suave sobre o chão. Seu Onílson notou que era noite alta e que estava sobre um morro. Dali ainda observou a partida do estranho objeto. Restava a ele saber onde estava e tentar entender tudo o que havia acontecido. Mas quem acreditaria?


Fonte: DiárioWeb

sábado, 19 de abril de 2014

VÍDEO INTERESSANTE CAPTURADO NA HOLANDA ÓVNI PAIRA SOBRE A CIDADE DE MAASSLUIS...


Rijnmond TV News, na Holanda está transmitindo um vídeo interessante um Óvni capturado por um homem na cidade de Maassluis.

O objeto parece ser um grande objeto azul em forma de lente e não tem meios aparentes de propulsão.

Maassluis está a poucos quilômetros ao sul de Haia, numa área perto de Rotterdam chamada Rijnmond na foz do rio Reno.

Este vídeo foi capturado por um residente Maassluis de nome Dick Smits por volta das 14:25 horas de sexta-feira 11/04/14 .

De acordo com Dick Smits, o objeto pairava no ar em silêncio ficou lá por um longo tempo antes de desaparecer nas nuvens.

Aparentemente o objeto tem um fundo ligeiramente curvado e um topo abobadado.
Não fez nenhum movimento brusco, o que poderia indicar um objeto inflável.

No entanto, no ângulo ao qual sua imagem foi capturada e não aparenta  ter a forma de um balão.

Traduzir a notícia deste vídeo via Google é difícil, mas pelo que percebo Smits parece acreditar que o universo é cheio de vida extraterrestre e que estamos próximos de mais avistamentos de ÓVNIs .

Se você souber holandês, deixe-nos saber o que mais Smits está dizendo, e tente saber se essa afirmação é correta. Por aqui estamos analisando o fato exaustivamente assim que obtivermos respostas lançaremos considerações neste mesmo post.


Caso contrário, diga-nos o que você pensa sobre esta captura deste interessante vídeo. 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

DESCOBERTO PRIMEIRO PLANETA SEMELHANTE À TERRA...


COMPARAÇÃO "NASA"


A revista norte-americana Science informou em 17/04/14  que astrônomos anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido.

"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de outra estrela", ressaltou a astrônoma Elisa Quintana, do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana (Nasa). Ela integra a equipe internacional que conduziu a investigação.

O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186 e se localiza na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", de acordo com a astrônoma. Essa zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida – que depende da presença de água – tem mais probabilidade de se desenvolver ali.

O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas de tamanho próximo ao da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.

Entre os cerca de 1,7 mil exoplanetas já detectados, em 20 anos, duas dezenas estão ao redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos desses planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos. Localizado na Constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vênus.

Em fevereiro, a Nasa anunciou que o telescópio Kepler tinha detectado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra. A maioria desses novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos.

O Kepler foi lançado em 2009 para detectar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, localizadas nas constelações do Cisne e Lira, bem como encontrar planetas-irmãos da Terra.

Fonte: Bonde

terça-feira, 18 de março de 2014

VATICANO ORGANIZA CONFERÊNCIA PARA DEBATER VIDA FORA DA TERRA...

Mais de 200 cientistas foram convidados para debater o tema...



Nesta terça-feira (18) o Observatório do Vaticano — instituição astronômica da Santa Sé — inicia uma conferência científica para tentar encontrar vida em outros planetas.

O tema do evento é “A Busca por Vida Além do Sistema Solar. Exoplanetas, Bioassinaturas e Instrumentos” e para discutir a possibilidade de vida extraterrestre mais 200 cientistas foram convidados.

Entre os cientistas estará o brasileiro Eduardo Janot Pacheco, da Universidade de São Paulo, que falará sobre a “zona habitável” dizendo que o recorte é muito limitado para buscar por vida fora da Terra.

A zona habitável é uma região do sistema planetário em que um mundo recebe a quantidade certa de radiação da estrela para permitir a existência de água líquida em sua superfície. 

O brasileiro defende o conceito de “zona extremófila” que é mais amplo, nesses locais criaturas seriam capazes de sobreviver, evoluir e proliferar.

Os debates acontecerão até a próxima sexta-feira (21) tendo também a participação de nomes como Steven Benner, que pesquisa sobre a origem da vida, e Sara Seager, que coordena uma pesquisa sobre a possibilidade de uma biosfera alienígena em planetas fora do Sistema Solar.

A iniciativa da Igreja Católica em estudar a possibilidade de vida extraterrestre chamou a atenção de cientistas, pois durante anos os cientistas Galileu e Giordano Bruno foram condenados por revelarem alguns dos mistérios do universo.

Fonte: Notícias

sábado, 15 de março de 2014

CIENTISTAS AFIRMAM EXTRATERRESTRES VIVEM SILENCIOSAMENTE ENTRE NÓS...

Alguns oficiais e cientistas dizem que extraterrestres vivem "entre nós" 

e que podemos entrar em contato com eles (Shutterstock)



Alguns oficiais e cientistas afirmam que seres extraterrestres vivem entre nós, que nós podemos entrar em contato com eles no cotidiano ou que eles podem até estar dentro de nossos corpos.


 DECLARAÇÕES:


1. Ex-ministro de defesa do Canadá...



No inicio deste mês, o ex-ministro de defesa do Canadá Paul Hellyer disse ao RT que ele acredita que há aliens entre nós: “Eu tenho pegado (informações) de várias fontes de que há por volta de 80 espécies diferentes, e alguns deles são tão parecidos conosco que podemos encontrar um deles na rua sem saber”.



2. Paul Davies, Universidade do Estado do Arizona...


O premiado físico Paul Davies disse que a vida alienígena pode estar “bem debaixo de nosso nariz, ou até mesmo em nossos narizes”.


Ele disse à CBS News que há micróbios de fora da Terra que podem estar agora em nosso planeta, ou mesmo em nossos corpos. Ele também afirmou que a vida pode ter se desenvolvido várias vezes na Terra, e não apenas uma, e que a vida de diferentes períodos de tempo podem ser alienígenas.


3. Dr. Robert Gaveta, Universidade do Norte de Kentucky...


O Dr. Robert Trundle, professor de filosofia da Universidade do Norte de Kentucky, disse ao Cincinnati Post em 2004 que ele foi “evitado” por suas opiniões sobre extraterrestres. Ele escreveu um livro intitulado “Estariam ETs aqui? Não politicamente, mas sim cientificamente e teologicamente”.

Ele disse ao jornal The Post: “Os ETs existem a partir de uma perspectiva política? Não, porque o governo tem medo do choque cultural e do pânico público. Para o governo reconhecer a existência de seres extraterrestres aqui, ele iria acabar admitindo que não pode nos proteger deles.”

“Cientificamente, eu argumento que milhares de relatos de testemunhas não podem ser simplesmente descartados. Eu estou falando sobre pilotos que se manifestaram, mesmo sabendo que isso significaria que eles tivessem que passar por exames psiquiátricos como resultado direto”.


4. Chefe do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária...


Latchezar Filipov, diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária, disse ao Toronto Star em 2009: “Nós enviamos (aos aliens) 30 perguntas sobre problemas globais,… e agora temos algumas respostas.”.

Ele não disse como as perguntas foram enviadas, mas afirmou que as respostas vieram como pictogramas em círculos nas plantações.

Acredita-se que os aliens disseram a Filipov e sua equipe que as tentativas da pesquisa sobre inteligência extraterrestre para detectar aliens falharam devido ao “campo magnético”. Filipov também disse, de acordo com o jornal The Telegraph, que “aliens estão atualmente ao redor de nós, e que estão nos observando o tempo todo”.

Filipov tem trabalhado em uma missão da espaçonave do MIR, e ocupou cargos de alta patente na astrofísica.

Fonte: Epoch Times

terça-feira, 11 de março de 2014

PHIL SCHNEIDER - A FICÇÃO DA VERDADE...

Em 1995 Phil Schneider deu uma palestra onde contou o que tinha descoberto. Sete meses depois em janeiro de 1996 ele foi encontrado morte em seu apartamento, no que parece ser uma execução no estilo do exercito, sendo encontrado com uma corda de piano ainda em seu pescoço. Ele foi um dos três sobreviventes de um confronto armado em 1979 entre os grandes cinzas, a Inteligência dos EUA e as forças militares na base subterrânea Dulce.

“Por causa da terrível estrutura do governo federal me sinto diretamente em perigo se contar a qualquer pessoa sobre este material”. Quanto tempo serei capaz de suportar isso só Deus sabe. Contudo, gostaria de mencionar que esta conversa será dividida em quatro tópicos principais. Cada um destes tópicos terá alguma influência sobre um aspecto da vida de vocês, seja você patriota ou não. “Quero que saibam que estes Estados Unidos é um lugar lindo. Tenho viajado por mais de 70 nações e não consigo lembrar de qualquer país que tenha a beleza, bem como a magnificência de seu povo, como este país.
“Para lhes dar uma visão geral de quem basicamente sou, comecei meus estudos e passei pela faculdade de engenharia. Metade de minha faculdade foi nessa área e construí uma boa reputação por ser um engenheiro geólogo, assim como um engenheiro estrutural trabalhando em aplicações aeroespaciais e com o exército. Ajudei a construir duas bases principais nos Estados Unidos que possuem algum significado no que diz respeito ao que chamo de Nova Ordem Mundial. A primeira base é a de Dulce, no estado do Novo México. Estive envolvido em um confronto armado em 1979 com alienígenas humanoides e fui um dos sobreviventes. Provavelmente sou o único sobrevivente a falar sobre o episódio que você ouvirá. Dois outros sobreviventes estão sob estrita vigilância. Sou o único que restou, a saber, dos detalhes dos arquivos de toda a operação. Sessenta e seis agentes do serviço secreto, do FBI, os Boinas Pretas e similares, morreram nestes confrontos. Eu estive lá.
“Em primeiro lugar, parte do que vou lhe falar será muito chocante”. Provavelmente quase inacreditável, porém, em vez de colocar seus óculos, vou lhe pedir que ligue o botão do “ceticismo.” Mas, por favor, sinta-se livre para fazer sua própria investigação. Sei que a Lei de Liberdade da Informação não ajuda muito para irmos em frente, mas é o melhor que temos. A biblioteca legislativa local é um bom lugar para procurar Registros do Congresso. Portanto, se alguém continuar fazendo sua investigação, essa pessoa vai permanecer vigilante no que diz respeito ao seu país.

BASES MILITARES SUBTERRÂNEAS PROFUNDAS & ORÇAMENTOS NEGROS.


 “Amo meu país mais que a mim próprio, mas não estaria de pé diante de você agora, arriscando minha vida, se não acreditasse no que ocorreu comigo”.
A primeira parte desta palestra irá tratar a respeito das bases subterrâneas profundas dos militares e o orçamento negro. O Orçamento Negro é um orçamento sigiloso que reúne 25% do produto nacional bruto dos Estados Unidos. Atualmente o Orçamento Negro consome 1,25 trilhões de dólares por ano. Pelo menos esta é a quantia usada em programas negros, como aqueles relacionados com as bases subterrâneas profundas dos Militares. Atualmente, há 129 dessas bases nos Estados Unidos.
“Os militares têm construído estas 129  bases dia e noite, incessantemente, desde o início dos anos 40. Algumas foram construídas até antes disso. Basicamente estas bases são grandes cidades subterrâneas conectadas por trens de levitação magnética que alcançam velocidade Mach 2. Vários livros têm sido escritos sobre esta atividade. Al Bielek possui uma única cópia minha de um desses livros. Richard Souder, um Arquiteto com diploma de doutorado, arriscou sua vida falando sobre isto. Ele trabalhou com várias agências do governo em bases subterrâneas militares. Nas redondezas onde você mora, em Idaho, existem 11 delas.
“A profundidade média destas bases é superior a 1.6 Kms, são verdadeiras cidades subterrâneas. O tamanho de todas está entre 690 kms e 1.100 Kms quadrados. Elas possuem máquinas de perfuração a laser que podem perfurar 11 kms de túnel em um dia. Os Projetos Negros evitam a autoridade do Congresso, o que como sabemos, é algo ilegal. Neste momento, a Nova Ordem Mundial depende destas bases. Se na ocasião em que trabalhei nelas soubesse que a NOM estava envolvida, não teria feito isto. Fui muito enganado.

 
DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA MILITAR INDICAVA INTERESSE DE ALEMÃES EM TECNOLOGIA HYPERESPACIAL, E MAIS.


“Basicamente, no que diz respeito à tecnologia, para cada ano de desenvolvimento, a tecnologia militar cresce cerca de 44 anos e meio. Por este motivo fica fácil entender que no ano de 1943 eles foram capazes de fazer, através do uso da tecnologia de tubo à vácuo, um navio que podia desaparecer literalmente de um lugar e reaparecer em outro. Meu pai, Otto Oscar Schneider, lutou em ambos os lados da guerra. Ele foi inicialmente capitão de submarino, tendo sido capturado e repatriado para os Estados Unidos. Ele estava envolvido em diferentes tipos de negócios, como a Bomba atômica, a bomba H e o Experimento Filadélfia. Ele foi o inventor de uma máquina fotográfica de alta velocidade que tirou fotos dos primeiros testes atômicos na Ilha de Biquíni no dia 12 de julho de 1946. Tenho as fotos originais desse teste e as fotografias também mostram Óvnis fugindo do local da explosão a uma velocidade muito alta. Naquela ocasião a Ilha de biquíni estava infestada deles, principalmente sob o mar, e os nativos tiveram problemas com a mutilação de seus animais. Naquela época, o General MacArthur sentiu que a próxima guerra seria contra alienígenas de outros mundos.
“De qualquer maneira, meu pai, juntamente com os teóricos, lançou as bases do Experimento Filadélfia, assim como outros experimentos”.
O que isso tem a ver comigo? Nada, exceto o fato dele ter sido meu pai. Não concordo com o que ele fez no outro lado, mas acho que teve muita coragem em ter vindo para os EUA.
Ele era odiado na Alemanha. Havia uma recompensa de U$$ 1 milhão em ouro, para qualquer um que o matasse. Obviamente não tiveram sucesso. Enfim, de volta ao nosso tópico.

O CONFRONTO ARMADO NA BASE DULCE.


Perfuratriz “Em 1954, sob a administração Eisenhower, o governo federal decidiu driblar a Constituição dos Estados Unidos e formar um tratado com entidades alienígenas. Foi chamada de O Tratado Greada de 1954, o que basicamente produziu o acordo que permitiu aos alienígenas envolvidos abduzir algumas vacas e testar suas técnicas de implantes em alguns seres humanos, porém, eles tinham que dar detalhes sobre as pessoas envolvidas. Lentamente, os alienígenas alteraram o acordo até que decidiram que não cumpririam nada. Em 1979 esta era a situação, e o confronto na Base Dulce aconteceu completamente por acidente. Eu estava envolvido na construção de uma extensão para a base subterrânea militar em Dulce, essa é provavelmente a base mais profunda. Ela desce sete níveis e por mais de 40 Kms de profundidade.
Naquele momento em particular, tínhamos perfurado quatro buracos diferentes no deserto, íamos conectá-los e explodir grandes seções de cada vez. Meu trabalho era descer pelos buracos, verificar amostras de rocha e recomendar o explosivo apropriado para lidar com cada rocha específica. A medida que avançávamos, nos achamos dentro de uma grande caverna que estava cheia de alienígenas do espaço, normalmente conhecidos como grandes cinzas. Disparei contra dois deles. Naquele momento, havia 30 pessoas lá embaixo. Após o início deste confronto cerca de 40 homens a mais também desceram e foram todos mortos. Ficamos surpresos por descobrirmos uma base subterrânea inteira de alienígenas vivos. Mais tarde, descobrimos que eles estavam vivendo em nosso planeta por um longo tempo, talvez por um milhão de anos. Isto poderia explicar muito do que está por trás da teoria dos astronautas antigos.

 “De qualquer forma, fui atingido no peito por uma de suas armas, um raio que saiu de uma caixa em seus corpos, o raio abriu um buraco em mim e me contaminou com uma perigosa dose de radiação por cobalto”. Desenvolvi câncer por causa disso.
“Nunca fui muito interessado em tecnologia ÓVNI até começar a trabalhar na Área 51, ao norte de Las Vegas”. Cerca de dois anos após a recuperação do incidente de 1979, voltei a trabalhar para Morrison e Knudson, EG & G e outras companhias. Eles estavam testando todos os tipos de veículos espaciais específicos. Quantas pessoas aqui estão familiarizadas com a história de Bob Lazar? Ele era um físico trabalhando na Área 51 tentando descobrir o mecanismo de propulsão em algumas dessas naves.

FACÇÕES GOVERNAMENTAIS, VAGÕES FERROVIÁRIOS & CONTRATOS ALGEMAS.



 “Ultimamente, ando muito preocupado com as atividades do governo federal”. Eles mentiram para o público, dificultaram o trabalho dos senadores, e se recusaram a falar a verdade sobre questões alienígenas. Posso continuar falando sobre esse assunto sem parar. Posso lhe dizer que estou muito decepcionado. Recentemente, soube de alguém que viveu no mesmo lugar onde moro em Portland, Oregon. Essa pessoa trabalhou na Fabrica de Aço Gunderson onde eram produzidos vagões ferroviários. Conhecia este indivíduo há pelo menos 30 anos, ele era até certo ponto calmo. Um dia ele veio me ver, agitado, e me disse: “eles estão construindo vagões para prisioneiros.” Ele estava muito nervoso.
A Fábrica Gunderson, ele disse, tinha um contrato com o governo federal para construir 107,200 vagões ferroviários de grande extensão, cada um com 143 pares de algemas. Existem 11 subempreiteiras neste projeto gigantesco. Supostamente, a indústria Gunderson obteve mais de 2 bilhões de dólares pelo contrato. A indústria de Aços Belém e outras siderúrgicas estão envolvidas. Ele me mostrou um dos vagões nos trilhos do pátio em North Portland. Ele tinha razão. Se você multiplicar 107,200 x 143 x 11, você obtêm aproximadamente 15.000.000
Este é provavelmente o número das pessoas que discordam do governo federal. Você não pode mais eleger qualquer uma dessas pessoas para cargos públicos. Nossa atual estrutura de governo é uma “tecnocracia”, não democracia, e é uma forma de feudalismo. Não tem nada a ver com a República dos EUA. Nossos governantes não creem em Deus e têm feito leis para banir as orações nas escolas públicas. Você pode ser multado em até 100.000 dólares além de cumprir dois anos de prisão por fazer orações na escola. Acredito que podemos consertar isso. Também acredito que o governo federal está dirigindo um plano para escravizar o povo dos Estados Unidos. Não sou um orador muito bom, mas irei manter minha boca afiada até que alguém ponha uma bala em mim, pois vale a pena falar a um grupo como este sobre estas atrocidades.

PROGRAMA NEGRO DE EMPREITEIRAS DOS EUA.


Há outros problemas. Tenho alguns números interessantes de 1993. Existem atualmente 29 protótipos de aeronaves stealth. O orçamento do programa de 5 anos do Congresso dos EUA para estas aeronaves é de 245,6 milhões de dólares. Você não poderia comprar as peças sobressalentes para estes programas negros por essa quantia. Sendo assim, temos sido enganados. O orçamento negro é de aproximadamente 1.3 trilhões de dólares a cada dois anos. Um trilhão são mil bilhões. Um trilhão de dólares pesa 11 toneladas. O Congresso dos EUA nunca examina os registros contábeis envolvidos com este pote clandestino de ouro. Eis algumas empreiteiras do programa stealth: EG&G, Westinghouse, McDonnell Douglas, Morrison – Knudson, Wackenhut security systems, Boeing aeroespace, Lorimar aeroespace, Aerospacial na França, indústrias Mitsubishi, Rider Trucks, Bechtel, * I.G. Farben * (Bayer), e mais uma centenas de outras empresas. Será isto o que entendemos por viver à altura como uma nação livre e amável? Creio que não.

PROGRAMA GUERRA NAS ESTRELAS E A APARENTE AMEAÇA ALIENÍGENA.


“Ainda assim, 68% do orçamento militar está direta ou indiretamente afetado pelo orçamento negro. O programa Guerra nas estrelas é extremamente dependente do armamento Stealth. A propósito, nada do programa Stealth estaria ao nosso alcance se não tivéssemos desmontado discos alienígenas acidentados. Absolutamente nada. Alguns de vocês podem se perguntar o que o “ônibus espacial” está transportando. Grandes lingotes de metais especiais que são triturados no espaço e não podem ser produzidos na superfície da terra. Eles precisam do vácuo fechado do espaço exterior para serem produzidos. Não estamos sequer sendo informados com algo próximo à verdade. Acredito que nossos representantes do governo estão nos levando para o fundo do poço – completamente. Até algumas semanas atrás, estava empregado no governo dos EUA com um fator de autorização Ryolite-38 – um do mais altos do mundo. Acredito que o programa Guerra nas Estrelas está no espaço somente para agir como um escudo a fim de impedir ataques alienígenas – não tem nada a ver com a “guerra fria” que foi só um jogo para coletar dinheiro das massas – e para que? Toda a mentira foi planejada e executada durante os últimos 75 anos.

USO DE TECNOLOGIA DAS AERONAVES STEALTH PELAS AGÊNCIAS DOS EUA E A ONU.


“Pessoal, aqui está outro pedaço de informação para vocês”. A Administração de Combate às Drogas e o ATF (sigla em inglês para Departamento do Tesouro Americano que controla o comércio e a produção de álcool, tabaco e armas de fogo) dependem do armamento tático Stealth em até 40% do orçamento de suas operações. Isso em 1993, e as cifras têm aumentado consideravelmente desde então. As Nações Unidas fizeram uso de aeronaves americanas Stealth em mais de 28% de todas as suas operações mundiais de 1990 a 1992, de acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e o Relatório 3092 da ONU.

O GUARDIÃES DA AERONAVE STEALTH, A FORÇA DELTA E AS ORIGENS DO CONFLITO NA BÓSNIA.
 

“Os guardiões do Stealth: Há pelo menos três categorias distintas de oficiais que protegem nossos segredos mais bem guardados”. Número um, a Junta Militar de Força Tática (MJTF – sigla em inglês), às vezes chamada de Força Delta ou Boinas Pretas, é uma força militar tática multinacional geralmente recrutada para proteger as várias aeronaves Stealth espalhadas no mundo todo.
A propósito, haviam 172 aeronaves Stealth construídas. Dez caíram, por isso a última contagem era de 162. Cerca de seis semanas atrás, Bill Clinton autorizou o uso das aeronaves para as Nações Unidas. Existem indícios de que a Força Delta foi enviada rumo à Bósnia durante os últimos dias da administração Bush como uma força de atiradores de elite disfarçados, e que começaram a disparar a esmo de ambos os lados da disputa, para na verdade dar início ao conflito na Bósnia que seria usado pelas sucessivas administrações com fins políticos.

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS ATENTADOS A BOMBA NOS ESTADOS UNIDOS.


“Não muito tempo atrás fui contratado para fazer um relatório sobre os atentados a bomba no World Trade Center”. Fui contratado porque conheço cerca das 90 variedades (algumas incomuns) de explosivos químicos. Deis uma olhada nas fotos tiradas logo após a explosão. O concreto estava turvado e derretido. O aço e os vergalhões foram literalmente expulsos mais de dois metros além do seu comprimento original. Só existe uma arma capaz de fazer isso – uma pequena arma nuclear. Este é um dispositivo do tipo nuclear. Pessoal, obviamente quando o governo afirma que era um explosivo de nitrato que fez o estrago, está mentindo completamente. As pessoas que eles mantêm em custódia provavelmente não foram os autores do crime. Na verdade, tenho razões para acreditar que o mesmo grupo mantido em custódia praticou outros crimes, tal como o assassinato de um rabino judeu em Nova Iorque. Todavia, quero ainda mencionar que o governo afirma que a explosão em Oklahoma City, foi causada por uma bomba de nitrato ou à base de fertilizantes.

“Primeiro, eles disseram que foi uma bomba de fertilizantes de 454 kg”. Então, mudaram para 680 kg. E então 907 kg. Agora são 9 toneladas. Você não consegue colocar 9 toneladas de fertilizantes dentro de uma caminhonete. Agora, em mesmo nunca misturei explosivos. Conheço a estrutura química e a aplicação da fabricação de explosivos. Minha reputação era baseada nisso. Ajudei na escavação de mais de 13 bases militares subterrâneas profundas nos Estados Unidos. Trabalhei no projeto Malta, na Alemanha Ocidental (antes da queda do muro de Berlin), na Espanha e na Itália. Posso lhe dizer por experiência própria que uma explosão de nitrato dificilmente teria estilhaçado as janelas do edifício federal em Oklahoma City. Teria matado poucas pessoas e atingido parte do revestimento de fora do edifício, mas nunca teria feito aquele tipo de estrago. Acredito que fui enganado, e não vou aceitar isto por mais tempo, sendo assim, estou lhe dizendo que você também foi enganado.

A VERDADE POR TRÁS DO CONTRATO REPUBLICANO COM OS EUA


“Não me dou conta neste momento que ainda temos muito mais que seis meses de vida neste país, na presente situação”.
Somos os otários do mundo, pois estamos sendo ludibriados por tantas pessoas perversas que dirigem este país. Acho que podemos melhorar essa situação. Acho que pessoas com mais de 45 anos estão seriamente preocupadas com o futuro delas. Vou rodar algumas cenas assustadoras para você. O contrato com a América contém a mesma terminologia que Adolf Hitler usou para subverter a Alemanha em 1931. Acredito que podemos consertar essa situação. O Contrato Com os EUA é um esforço desesperado por parte do nosso governo federal para anular a Constituição e a Declaração de Direitos.

ALGUMAS ESTATÍSTICAS SOBRE A PRESENÇA DE HELICÓPTEROS NEGROS.
 


 “Os helicópteros negros”. Existem mais de 64,000 helicópteros negros nos Estados Unidos. Para cada hora que passa, há um sendo fabricado. É este o uso apropriado do nosso dinheiro?
O que faz o governo federal necessitar de 64,000 helicópteros táticos, se não é para tentar nos escravizar. Duvido que todas as forças armadas necessitem desses 64,000 helicópteros operando no mundo todo. Duvido que todo o mundo necessite de tantos. Existem 157 aeronaves Stealth F-117 equipadas com LIDAR (um dispositivo similar em operação ao radar mas que emite laser pulsante em vez de micro-ondas) e radar de imagem aprimorada por computador. Quando esses helicópteros sobrevoam sua residência, podem vê-lo andando de um cômodo ao outro. De cima, são capazes de enxergar objetos na casa com uma variação limite de 2,5 cms até 48.000 kms. Para mostrar quão preciso o sistema é. Trabalhei no governo federal por um longo tempo e sei exatamente como eles administram seus negócios.

Dispositivo de Terremotos do Governo e a AIDS, usada como Arma Biológica derivada de Excrementos Alienígenas.
 

Tesla 500 “O governo federal agora inventou um dispositivo de terremotos”. Sou geólogo e sei do que estou falando. Durante o terremoto de Kobe no Japão, não havia nenhuma onda vibratória como em um terremoto normal. Nenhuma! Em 1989, houve um terremoto semelhante em São Francisco. Em nenhum dos dois casos havia ondas vibratórias.

É um dispositivo Tesla que está sendo usado para propósitos perversos. Os orçamentos dos programas negros corromperam a ciência como a conhecemos. Olhe para a AIDS, criada pela Autoridade Nacional de Laboratórios em Chicago, Illinois no ano de 1972. Era uma arma biológica a ser usada contra o povo dos Estados Unidos. Sei dessa informação porque tive acesso à documentação do Gabinete de Serviços Estratégicos (antiga OSS – agência de inteligência do governo dos EUA estabelecida durante a Segunda Guerra Mundial predecessora da CIA) que a propósito ainda está em operação na atualidade, através da CDC (sigla em inglês para Centro de Controle de Doenças) em Atlanta. Eles usaram os excrementos das glândulas de animais, humanos e humanoides alienígenas para criar o vírus.
A má notícia é que o governo mantém relações amigáveis com estes humanoides alienígenas.
Não há absolutamente nenhuma defesa contra seus germes – nenhuma. Estes germes são uma arma biológica de terríveis consequências.

Todo alienígena no planeta tem de ser isolado. “Saddam Hussein matou 3.5 milhões de curdos com uma arma biológica semelhante”.
Será que nós, os habitantes deste planeta, merecemos isto? Não, certamente que não, mas não estamos fazendo nada a respeito. Cada momento que desperdiçamos, estamos prejudicando outras pessoas no planeta.
Neste momento, estou morrendo de câncer que contraí por causa do meu trabalho para o governo federal. Posso viver ainda por seis meses. Ou não. Vou lhe dizer uma coisa. Se continuar falando abertamente como estou, talvez Deus me conceda tempo para falar indefinidamente. Vou violar todas as leis para continuar falando sem cessar. 11 dos meus melhores amigos foram assassinados nos últimos 22 anos. Oito dos assassinatos foram chamados de “suicídio.” Antes de dar uma palestra em Las Vegas, levei um amigo de carro até o parque nacional Joshua Tree, perto do número 29 em Palms.

Dirigi em direção às montanhas para chegar à cidade de Needles, Califórnia e fui seguido por dois furgões E-350 do governo com placas G-14, cada um dos veículos com um par de ocupantes, um dos quais tinha uma metralhadora Uzi.
Sabia exatamente quem eles eram.
Bem, consegui me distanciar deles e cheguei a uma parada na metade da estrada.
Os furgões me seguiram de ambos os lados e então desceram por um desfiladeiro. Então é assim que vai ser? Quebrei meu cartão da previdência, mandei de volta para o governo e disse-lhes que se fosse ameaçado novamente, como de fato havia sido, iria transferir para a internet cerca de 140,000 páginas de documentação sobre a estrutura governamental e todo o plano. Já dei início a essa tarefa.


Já dei 19 palestras e provavelmente alcancei um público de 45,000 espectadores.




terça-feira, 4 de março de 2014

UNICAMP ABRIGARIA EXTRATERRESTRES NO SUBSOLO???

    SEGUNDO PUBLICAÇÃO NA INTERNET, UNIVERSIDADE DE CAMPINAS SERIA A ‘ÁREA 51 BRASILEIRA’

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), fundada em 1966 e que concentra 23 mil alunos em 60 cursos é apontada por estudiosos da ufologia, ciência que estuda elementos ligados a óvnis (objetos voadores não identificados), como abrigo para criaturas extraterrestres e o maior centro brasileiro de pesquisa sobre a vida fora da Terra. A matéria foi publicada no portal de notícias UOL.

Segundo o texto, a instituição chegou a receber dos ufólogos, o apelido de ‘Área 51 brasileira’, uma referência à área militar restrita no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, tão secreta que o governo norte-americano só admitiu sua existência oficial em 1994 e ainda com muitas restrições.

Segundo os ufólogos consultados pelo portal, a Unicamp começou a se tornar o principal reduto de pesquisas extraterrestres brasileiras a partir de 1996, com o caso do ET de Varginha (MG). Para os ufólogos, a criatura encontrada na cidade mineira foi trazida para a Unicamp.

O laboratório de testes da Unicamp, que teria criaturas de outros planetas mortas e também vivas, ficaria metros abaixo da terra e seria conhecido como Pavilhão 18. Segundo os ufólogos, ele é guarnecido de forma única e estaria localizado próximo ao Instituto de Química e a Faculdade de Ciências Médicas.

A universidade se pronunciou através de nota oficial e negou as informações. Já o Exército Brasileiro informou, em nota oficial, que a informação sobre a presença de militares do Exército protegendo uma área na Unicamp "não procede".

CONTATADOS VIRAM FONTES PARA DISSERTAÇÃO SOBRE UFOLOGIA...

Leandro Martins Psicólogo
A carência de pesquisas psicológicas sobre experiências ufológicas foi decisiva para que Leonardo Martins, 35, mestre e doutorando em psicologia, propusesse à Universidade de São Paulo (USP) dissertação de mestrado em que ouviu o relato de 46 pessoas que garantem ter tido contado com extraterrestres.


CONTE SOBRE SUA PESQUISA COM CONTATADOS.

Eu trabalho no laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi) do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e minha dissertação de mestrado foi sobre “Contatos imediatos: Investigando personalidade, transtornos mentais e atribuição de causalidade em experiências subjetivas com Óvnis e alienígenas”. Investiguei o perfil psicológico 46 pessoas que alegaram encontros com pretensos extraterrestres ou ÓVNIs. Os relatos vão de simples visões de Óvnis a abduções e contatos amistosos.

QUAL FOI SEU OBJETIVO?

Investigar se essas pessoas apresentavam determinadas características psicológicas que as predisporiam a ter essas experiências sem reconhecer que elas vieram de “dentro delas”, e não de outro planeta. As características investigadas incluíram traços de personalidade como ter a mente aberta, tendência a fantasiar, vontade de aparecer e de ter uma vida estimulante, além da presença ou não de transtornos mentais que poderiam causar alucinações e delírios. E, por fim, como essas pessoas, diante de uma experiência subjetiva inusitada como ver luzes ou seres estranhos, concluem ter testemunhado a presença de extraterrestres.

POR QUE O INTERESSE EM ESTUDAR A REALIDADE DOS CONTATADOS?

Eu nasci e cresci em Pedro Leopoldo (Grande BH), uma cidade repleta de histórias extraordinárias desse tipo. Como sempre fui muito curioso e desconfiado, desejava ardentemente saber se o que aquelas pessoas contavam tinha mesmo acontecido ou se era “coisa da cabeça delas”. Afinal, havia todo tipo de histórias: encontros com extraterrestres baixos, altos, com um olho apenas ou vários, visões de pequenas bolas de luz e de naves enormes, abduções. Essas histórias e experiências tinham algo de fascinante a ensinar, seja a respeito de eventuais extraterrestres, seja sobre os confins da mente humana. Tornei-me psicólogo e constatei uma lacuna de pesquisas psicológicas sobre experiências ufológicas, especialmente no Brasil. Foi quando decidi unir minha curiosidade infantil à minha capacitação profissional e colocar a mão na massa.

QUAL FOI O MÉTODO DA PESQUISA?

Testes psicológicos para avaliar a saúde mental e as características de personalidade dos voluntários, além de entrevistas demoradas sobre seu histórico de vida, suas experiências com alienígenas, bagagem cultural, crenças etc.

HÁ ALGUM PADRÃO RECORRENTE EM TODAS ELAS?

As pessoas descrevem quase sempre as mesmas coisas, desde a aparência humanoide dos ditos alienígenas (embora haja variações significativas de tamanho, peso, detalhes do corpo) até os formatos das pretensas naves (normalmente esféricas cilíndricas ou discoides). As sequências de eventos durante as experiências se repetem, desde o comportamento dos óvnis em voo (velocidades fantásticas, desaparecimentos no ar, mudanças de forma) até a conduta dos supostos alienígenas durante as abduções e contatos amistosos (o tipo de mensagem que é passada, a sequência de exames durante as abduções). Os voluntários tendem a partilhar características como boa saúde psicológica e mente mais aberta para novidades e para o questionamento de convenções sociais, além de um senso estético mais apurado.

QUAL FOI A SUA CONCLUSÃO?

Como foram estudadas variáveis, houve conclusões a respeito de cada uma delas. Os voluntários não apresentam transtornos mentais em proporção acima da população em geral. Contudo, a maioria das pessoas que alegaram contatos próximos tinham certas características que parecem se enquadrar no que a psicologia e a psiquiatria chamam de “esquizotipia saudável”, tendência a ter alucinações e ideias não convencionais sem que isso implique nos prejuízos que caracterizam um transtorno mental. São pessoas saudáveis, que tendem a lidar bem com experiências altamente estranhas e, ao menos em grande parte, sugestivamente originadas nelas mesmas.

A PESQUISA PAROU POR AÍ OU VOCÊ VAI SE APROFUNDAR MAIS?

Já estou fazendo novos estudos, utilizando outros métodos para ver se essas conclusões anteriores estão corretas ou não. Ao mesmo tempo, diferentes pessoas dão diferentes sentidos para suas experiências, mas sempre a partir da combinação de influências culturais.

ALGUM DIFERENCIAL QUE CHAMASSE A ATENÇÃO?

Enquanto as pessoas que moram em áreas interioranas tendem a se valer do folclore e do cristianismo para explicar o que viram (mãe do ouro, algo enviado por Jesus ou pelo demônio), pessoas de áreas urbanas normalmente se valem de uma combinação de influências científicas e esotéricas (extraterrestres espiritualmente evoluídos energias).

COMO VOCÊ DEFINE A CASUÍSTICA UFOLÓGICA?

Longe de a explicação extraterrestre ser algo natural, evidente por si mesma (como querem os ufólogos), ela é uma construção social e histórica que se nutre de produtos culturais altamente específicos, da história de vida de cada testemunha e de experiências subjetivas estranhas.




Créditos: ANA ELIZABETH DINIZ
Fonte: O TEMPO

UFOLOGISTAS RUSSOS RECEBEM IMAGENS ENVOLVENDO JATOS DE COMBATE EM INCIDENTES COM OVNIS. EX-MINISTRO DA DEFESA ESCLARECE ALGUNS FATOS...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O ASTRÓNOMO ESPANHOL JOSE MARIA MADIEDO DIVULGOU IMAGENS RARAS DE UM ASTEROIDE ATINGINDO A SUPERFÍCIE DA LUA.


Este é o maior impacto alguma vez captado de um asteroide atingindo a superfície lunar.

O fenómeno foi testemunhado pelo professor José Maria Madiedo, da Universidade de Huelva, a 11 de Setembro do ano passado, mas somente agora  os detalhes foram publicados pela Royal Astronomical Society (RAS).

O professor Madiedo estava observando a Lua usando dois telescópios quando se apercebeu de um clarão tão brilhante que poderia ser observável a olho nu.

O asteroide mediria entre 60 centímetros e 1,4 metros de diâmetro, pesando cerca de 400 quilos atingindo o satélite natural da Terra a uma velocidade de cerca de 61.155 quilómetros por hora.
Oito segundos mais tarde, pode ver-se um novo clarão.

«Na altura, percebi que tinha testemunhado um acontecimento extraordinário e muito raro», disse Madiedo à RAS.

A intensidade do impacto foi tão elevada que a rocha fundiu-se ao atingir a Lua e vaporizando-se, causando este enorme clarão.


O impacto foi o equivalente à explosão de 15 toneladas de TNT, ou seja, três vezes mais do que o anterior máximo registado.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

E QUANDO NÃO ESTIVERMOS MAIS SÓS???

Tema frequente na ficção, a existência de vida fora da Terra começa a ganhar relevância após diversas entidades no mundo terem colocado em pauta – e publicamente – uma preocupação sobre o tema.



A quebra de paradigmas dominantes é, talvez, a característica mais intrínseca à evolução da humanidade. A História é, entre as inúmeras definições que lhe cabem, o processo de tornar absolutamente plausíveis hipóteses ora absurdas. Há pouco mais de 500 anos, na visão europeia hegemônica, a Terra era o centro do Universo, o continente americano um delírio e relógios mecânicos de bolso os gadgets do momento. Quando um homem disse que orbitávamos o Sol, disseram-lhe: “louco”. Quando outro quis navegar na direção do poente, repetiram: “louco”. E foi assim quando disseram que poderíamos falar ao telefone, voar e pisar na Lua.

Quando enviamos um robô a Marte, ninguém já duvidava do que seríamos capazes. Talvez por esse motivo, quase ninguém se espante mais com a velocidade dos avanços tecnológicos. E, por tudo isso, sem dúvida, costumamos achar que somos especiais. Mais: únicos. Mas se há algo que podemos aprender com nós mesmos é que não há verdade que não possa ser desmentida. Nesse sentido, o meio termo entre a imensidão da tolice e o abismo do ceticismo cego é a incerteza, sustentada pela disposição de acreditarmos no improvável sem perdermos a capacidade de duvidar do óbvio.

A discussão sobre a existência de vida inteligente fora da Terra – embora já tenha evoluído bastante e hoje já ocupe até mesmo foros oficiais – ainda é um tabu. Explorado exaustivamente pela ficção científica, o assunto foi cristalizado no imaginário popular muito mais como “coisa de filme” do que na condição de assunto estratégico. Sim, estratégico. Pensar em planos de negócios com mercadores marcianos ainda soa surreal (e, de fato, é!). Mas estabelecer rotas pelo Atlântico Sul até a Idade Média também era. E quem apostou naquele absurdo acabou conquistando um continente inteiro.

As últimas frases do parágrafo acima, talvez, tenham começado a deixar este texto muito lunático para alguns leitores. E o que você vai ler a seguir tem mesmo um quê estranho. Mas, relaxe. O ponto de discussão aqui não é a pesquisa de marketing ou a tática de vendas que vai nos garantir o domínio do mercado de Nibiru. Isso fica para uma próxima fase.

O momento agora é de tentar encontrar respostas para uma questão: e se as autoridades globais confirmarem que existem civilizações tão ou mais avançadas que a nossa fora da Terra, como reagiríamos? Quais seriam os impactos sobre as economias? Por que isso deveria interessar aos administradores? É verdade, essas perguntas beiram mesmo o ridículo. Mas temos alguns motivos para você começar a levá-las em conta.

O Fórum Econômico Mundial quer acreditar.


Entre Alan Key e Peter Drucker havia um consenso: não existe futurologia melhor do que construir o futuro. O Fórum Econômico Mundial, organização internacional que congrega lideranças políticas e empresariais com o objetivo de traçar planos conjuntos para a economia global, se posiciona mais ou menos da mesma maneira. E quando esse porvir não pode ser materialmente construído, as tendências são antecipadas. Foi por isso que em um documento intitulado X Factors (sem piadinhas com o reality show, por gentileza!), divulgado no primeiro semestre de 2013, o organismo elencou cinco fatores cujas consequências são incertas e podem causar grandes reviravoltas. Entre coisas como mudanças climáticas e aumento da expectativa de vida, está também a descoberta de vida extraterrestre.

“Dado o ritmo da exploração espacial, é cada vez mais concebível que possamos descobrir a existência de vida alienígena ou outros planetas capazes de sustentar vida humana. Quais seriam os efeitos sobre o progresso da ciência e a imagem que a humanidade tem de si?” Isso poderia ser parte do pronunciamento de um presidente americano no roteiro de um longa à la Independence Day. No entanto, é a abertura do tópico sobre vida extraterrestre no documento do Fórum Econômico Mundial.

O texto ressalta ainda: “Só em 1995 foram encontradas evidências de que outras estrelas também têm planetas em órbita pela primeira vez. Agora, milhares de ‘exoplanetas’ que giram em torno de estrelas distantes foram detectados. A missão Kepler, da NASA, criada para identificar planetas do tamanho da Terra localizados na órbita de estrelas como o Sol atua há apenas três anos e já encontrou milhares de candidatos, incluindo um do tamanho da Terra. Isso, em tão pouco tempo, sugere que há inúmeros planetas como o nosso orbitando estrelas como o Sol em nossa galáxia. Em 10 anos, podemos ter evidências não só de que a Terra não é única, mas de que existe vida em vários outros lugares do Universo”.

A coisa começa a ficar ainda mais tensa nos parágrafos seguintes do texto. O documento afirma que, de início, um anúncio desse tipo, feito de forma abrupta e surpreendente, como seria se ocorresse hoje, impactaria fortemente os mercados. As crenças e as visões filosóficas do mundo seriam abaladas. Por outro lado, a ciência e as companhias dariam um salto em busca de caminhos para explorar a descoberta, aprofundando os conhecimentos sobre o assunto e, obviamente, capitalizando novas possibilidades.

Por fim, o documento aponta uma solução básica para reduzirmos os impactos do anúncio oficial de que há vida fora da Terra, tratado ali como praticamente inevitável: abramos nossas mentes. Segundo o Fórum, o assunto precisa entrar na pauta do dia a dia, ser discutido nas escolas e se tornar, inclusive, objeto de campanhas de conscientização, a fim de que sejam dirimidos os impactos de uma mudança tão profunda nos paradigmas que nos regem.

O Congresso dos EUA quer acreditar.


Há cerca de um mês foi o Congresso dos EUA que abriu suas portas para discutir o assunto. Boa parte da mídia norte-americana e dos cidadãos tratou o caso como desvio de foco de questões mais urgentes e pragmáticas, como o embate entre Obama e os republicanos em torno de questões orçamentárias e do “Obamacare”, o programa de saúde pública proposta pelo presidente (e talvez tenha sido mesmo). Mas para os parlamentares e pesquisadores que participaram da atividade, o assunto é sério, e de interesse global.

Coordenado pelo presidente do Comitê de Ciência, Espaço e Tecnologia do Congresso, o republicano Lamar Smith, o evento contou com a participação de cientistas da NASA, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e da Biblioteca do Congresso, além de ufólogos independentes. Entre todos, um consenso: as discussões não devem mais tratar o assunto pela perspectiva do “se”, mas do “quando”. Dedicada a debater as tecnologias e pesquisas voltadas para a pesquisa de sinais de vida fora da Terra, a atividade teve como tema “Astrobiologia: busca por bio-assinaturas em nosso Sistema Solar e além”.

A astrônoma Sara Seager, do MIT, destacou que vivemos uma era de grandes descobertas; ressaltou que as tecnologias disponíveis hoje já são capazes de detectar a existência de vida fora da Terra e afirmou ser uma questão de tempo isso ser comprovado.

Em audiência pública realizada nos Estados Unidos no mês de maio, com a participação de diversos senadores e membros da Câmara americana, Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá, foi ainda mais enfático. No discurso, ele afirmou que investigações apontam a existência de “pelo menos quatro espécies (extraterrestres) que têm visitado a Terra há milhares de anos”.

O Vaticano não duvida.


Instituição religiosa mais poderosa do mundo, a Igreja Católica também já se pronunciou sobre o assunto, que atinge as religiões em seu coração. Afinal, o Deus da Terra é o mesmo de todo o Universo? Cada planeta teria seu Deus? Criaturas alienígenas são filhas do nosso mesmo Deus? Em 2008, o então diretor do observatório astronômico do Vaticano fez questão de deixar claro que a possível descoberta de vida fora da Terra não teria por que abalar a fé cristã.

“Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus. Isso não contradiz nossa fé, porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”, disse na época.

A visão da ufologia.


Um dos ufólogos mais respeitados do Brasil e referência no mundo, Ademar José Gevaerd, editor da revista UFO, acredita que um anúncio oficial sobre a existência de vida fora da Terra deve ter um impacto menor que o esperado. Ele acha, no entanto, que a humanidade ainda não consegue ter a real dimensão das mudanças que isso pode gerar.

“Não acho que a humanidade esteja despreparada e nem que esta situação causaria algum impacto avassalador. Mas acho que a humanidade não está na fase de entender a seriedade das  mudanças que virão  no caso do cenário descrito. Por exemplo, o Brasil liberou milhares de páginas de documentos ufológicos antes secretos, e a sociedade nem se mexeu”, afirma Gevaerd.

E como seria uma “economia universal”, com mercados a serem disputados não mais apenas na superfície da Terra, mas em um contexto interplanetário? Veríamos uma corrida bélica ou econômica clássica dos filmes de ficção científica? O ufólogo é pragmático em sua resposta.
“Isso já existe. O dólar e as multinacionais ligadas aos mesmos conglomerados, que têm por trás a ação dos governos de algumas superpotências e complexo bélico industrial, já controlam a economia mundial faz tempo. Em oposição a isso, o regime chinês quer emplacar sua própria forma de controlar o planeta”, afirma Gevaerd.

Por que administradores devem dar atenção ao assunto?


A movimentação no Congresso norte-americano e a iniciativa do Fórum Econômico Mundial dão indícios de que mudanças profundas no que sabemos sobre o universo podem estar próximas. Pode ser “simplesmente” a confirmação de que Marte ou a Lua podem ser habitados por humanos e que essas seriam alternativas viáveis para o dia em que a Terra já não suportar tanta gente. Mas pode ser qualquer outra coisa. E estarmos preparados para o incerto é estarmos preparados para tudo, até mesmo para os maiores absurdos.

Quando os europeus descobriram que depois do Oceano Atlântico havia um continente cheio de riquezas e decidiram explorá-lo, a economia mundial sofreu uma reviravolta. Cidades que eram potências comerciais faliram, outras floresceram. Países perderam prestígio, outros ganharam respeito (e muito dinheiro). O planeta ganhou novas linhas, novas fronteiras foram delineadas, novos caminhos se abriram. O espaço, agora, pode ser o nosso além-mar. As consequências disso, ninguém sabe exatamente. Mas não custa nada tentar prevê-las.