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BURACO NEGRO

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

COMO AS AUTORIDADES AGIRIAM CASO FÔSSEMOS CONTATADOS POR ALIENS???

As autoridades da Terra estão completamente despreparadas para a chegada de visitantes extraterrestres e querem que os seres humanos se preparem assistindo a um inovador filme em formato de documentário. Isso, pelo menos, de acordo com o diretor.

O dinamarquês Michael Madsen resolveu adotar uma linha dura na promoção do “The Visit” (ainda sem nome em português), que tem como subtítulo “An Alien Encounter” (“Um Encontro Alien”, em tradução livre) e compete na categoria Documentário Mundial no Festival de Cinema de Sundance.

Curiosamente, o longa é filmado a partir da perspectiva dos primeiros aliens a nos visitar, com uma série de especialistas e figuras de autoridade falando para a câmera como se para receber os nossos novos amigos extraterrestres.
“Se isso acontecer, você deve assistir a este filme, ele é um manual para isso”, garante o cineasta de 43 anos.

Ao invés de seguir a linha de épicos ficcionais de Hollywood como “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, Madsen diz que seu filme pretende ser um exame sério de como a humanidade deve reagir em caso de uma chegada alienígena. Surpreendentemente, ele afirma que a ONU não tem um plano de resposta à chegada de extraterrestres, um fato que ele descreve como “preocupante”.

No filme, o cineasta entrevista especialistas da NASA, do Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (que existe, com sede em Viena) e do SETI – Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre.

Madsen disse que o filme (que foi feito para ser a segunda parte de uma trilogia que começou com “Into Eternity”, de 2010, também sem nome em português) é “uma forma de pensar e explorar este mundo, esta realidade”.

COMO SERIA

Seu filme também inclui um ex-porta-voz do governo britânico debatendo exatamente como autoridades iriam lidar com a situação; o que diriam para a mídia e como evitar pânico em massa. Os entrevistados ainda refletem sobre quem seria a melhor pessoa para ser o porta-voz da raça humana na comunicação com os ETs. Uma resposta, um tanto improvável, é Sir David Attenborough, famoso naturalista britânico que dá voz aos documentários de vida selvagem da BBC. “Todo mundo confia nele”, explica um militar.

Na realidade, seria mais provável que o escolhido fosse alguém do departamento de espaço exterior da ONU, cujo chefe aparece em um traje espacial laranja mergulhando na escuridão impenetrável da nave espacial alienígena.

O filme não inclui discussão alguma sobre almas, ainda que tenha sido questionado sobre religião. Para Madsen, as maiores religiões do mundo baseadas em deidades estariam em maus lençóis. “Para algumas religiões, será devastador. O cristianismo estaria em apuros”, opina o dinamarquês, que se descreve como ateu.

Na estreia mundial no Festival de Sundance, um membro da plateia perguntou por que quase todo mundo no documentário é branco europeu, quando se está abordando uma questão tão global. O diretor, porém, não acha que isso seja um problema e usa o argumento que “são as pessoas brancas que vão para o espaço”. “É assim que tem sido, historicamente, então, é uma parte da civilização ocidental”, afirmou.

Ele acrescenta ainda que a sua prioridade como cineasta foi satisfazer seus próprios interesses.
“Você só pode fazer filmes para si mesmo, no sentido de que, se ele não lhe interessa, eu não acredito que haja qualquer chance de sair alguma coisa interessante, mas é claro que isso não é uma garantia”, ponderou.

Sem previsão de estreia no Brasil, “The Visit” está sendo exibido no México desde o último dia 2 de fevereiro, no festival Gira de Documentales Ambulante. Confira o trailer, em inglês:



Fonte: Hype Science

VATICANO E A VIDA EXTRATERRESTRE...

Falar sobre vida extraterrestre sempre desperta nosso imaginário e vemos reações diversas entre as pessoas.


O fato é que as informações na mídia são tão desencontradas que grande parte da população não sabe no que acreditar. Por outro lado, parece que algo está mudando rapidamente nesse cenário e o próprio Vaticano está tomando a frente em revelações significativas.

Dá a impressão de que algo muito grande está para acontecer e que o Vaticano participa ativamente desse acontecimento. Francisco é o primeiro jesuíta a ocupar o papado e os jesuítas são famosos por pertencerem a uma elite dentro da Igreja, voltada aos estudos da ciência. São homens que, por norma, não têm apenas a formação teológica, mas também outras. São médicos, físicos, astrofísicos, engenheiros, etc.. O próprio papa é formado em engenharia química.

Desde 2008 a igreja trabalha a ideia de que os extraterrestres são nossos irmãos e na existência de outros seres inteligentes criados por Deus. Isso não vai contra a fé cristã, pois o próprio Cristo já falava que “na casa de meu Pai existem muitas moradas” e “meu reino não é deste mundo”. Os jesuítas administram dois grandes observatórios estelares; um em Castel Gandolfo, a 30 km do Vaticano, onde os papas se hospedam durante o verão, e outro no Monte Graham, Arizona-EUA.

Esse último possui um dos mais poderosos e avançados telescópios do mundo, com câmeras super-resfriadas infravermelhas conhecidas como LTB (Large Binocular Telescope). Para termos uma ideia, esse telescópio tem uma resolução 10 vezes maior que o telescópio espacial Hubble. Outro jesuíta, Guy de Colsomagno, um dos lideres da preparação cientifica para a divulgação de vida extraterrestre, medalha de ciência Carl Sagan da Sociedade Americana de Astronomia, é um dos conselheiros habituais do papa Francisco.

Essa abertura do Vaticano para a discussão da vida extraterrestre não é apenas um acidente. É uma estratégia bem definida que começou em 2008 com o padre José Funes, à época, diretor do observatório de Castel Galdolfo, e vem tomando corpo a cada ano. Na verdade, é uma politica de abertura que vem sendo adotada pelas Nações Unidas. O ex-ministro da Defesa do Canadá, Paull Hellyer, declarou durante uma audiência pública em Washington (EUA), que os UFOS são tão reais quanto os aviões que voam sobre nossas cabeças.

Dentro dessa estratégia, o Vaticano tem um papel preponderante na preparação do mundo católico para a divulgação da existência de vida extraterrestre. Não fiquem surpresos se, no futuro, tivermos uma declaração oficial sobre um contato com uma cultura alienígena. Essa posição não é uma exclusividade do Vaticano, mas, através dele, o diálogo global com as massas fica mais fácil. O Vaticano, através dos jesuítas, está desempenhando um papel construtivo na preparação do público para suportar essa revelação. Vamos acompanhar com atenção e seriedade os próximos desdobramentos desse evento.

Fonte: O Debate

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

COMEÇA A BUSCA POR MUNDOS HABITADOS...

Uma descoberta épica acaba de ser feita pela missão K2, a segunda fase de operações do satélite Kepler, da Nasa. Seria apenas mais um planeta potencialmente similar à Terra, como tantos que já foram anunciados nos últimos anos, não fosse por um detalhe: ele é o primeiro a ser encontrado que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua atmosfera.

Concepção artística de planeta ao redor de estrela anã vermelha, como o recém-descoberto (Crédito: PHL/UPR)
Você pode se perguntar: mas por que os outros não permitiam isso? Qual o problema com os oito mundos recentemente anunciados, ou o Kepler-186f, que fez manchetes em 2014? Em essência, esses planetas estavam distantes demais para permitir o posterior estudo de suas atmosferas.

Esse não é o caso do planeta que recebeu a designação EPIC 201367065 d. Ele tem um diâmetro cerca de 50% maior que o da Terra e completa uma volta em torno de sua estrela-mãe a cada 44,6 dias terrestres. Os dados da missão K2 revelaram a presença de outros dois planetas, um com cerca de 2,1 vezes o diâmetro terrestre, completando uma volta em torno da estrela a cada 10 dias, e o outro com 1,7 vez o diâmetro da Terra e período orbital de 24,6 dias.

A grande vantagem, contudo, é a distância que a estrela EPIC 201367065 guarda de nós — cerca de 150 anos-luz. Não é que esteja “logo ali”, como diria o outro, mas é perto o suficiente para que possamos aplicar a tecnologia atual para estudar diretamente a atmosfera desse mundo. E isso, por sua vez, pode carregar pistas da existência de vida.

A BENESSE DO TRÂNSITO

Hoje em dia, é muito difícil observar diretamente a luz que emana de um planeta fora do Sistema Solar. Algumas câmeras especiais já conseguem fotografar planetas gigantes em órbitas longas em torno de seus sóis, mas isso ainda não é possível para planetas pequenos e rochosos em órbitas suficientemente próximas a ponto de permitir que a água se mantenha em estado líquido na superfície — condição aparentemente essencial para o surgimento e a manutenção da vida.

Então, o único meio de estudar a atmosfera desses mundos é nos casos em que eles “transitam” à frente de suas estrelas, com relação ao nosso campo de visão. Assim, parte da luz da estrela atravessa de raspão a atmosfera do planeta e segue até nós, carregando consigo uma “assinatura” da composição do ar.

Pois bem. O satélite Kepler detecta planetas justamente medindo as sutis reduções de brilho das estrelas conforme eles passam à frente delas. Por um lado, isso limita brutalmente a quantidade de planetas que podemos detectar, pois exige que o sistema esteja alinhado de tal forma que esses mini-eclipses sejam visíveis daqui. (Estima-se que apenas 5% dos sistemas planetários estejam num alinhamento favorável.) Por outro lado, os planetas que descobrimos já são alvos naturais para estudos de espectroscopia, a análise da tal “assinatura” na luz que passou de raspão pela atmosfera.
O satélite Kepler detecta planetas observando trânsitos deles à frente de suas estrelas-mães. (Crédito: Nasa)
Acontece que a missão original do Kepler não era buscar mundos que pudessem ser estudados assim. Quando ele foi projetado e lançado, a quantidade de planetas conhecidos ainda não era tão expressiva, de forma que o objetivo principal do satélite era obter descobertas suficientes para formular um censo da distribuição dos planetas pelo Universo. Para isso, a Nasa o apontou para uma única região do céu, um pequeno cantinho que representa apenas 0,25% do total da abóbada celeste, mas que tinha grande concentração de estrelas. Ele passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas ininterruptamente. O sucesso foi notável. O Kepler já descobriu sozinho mais planetas que todos os outros esforços e projetos que vieram antes dele. Mas um efeito colateral indesejável é que a maioria desses planetas está a uma distância grande demais para permitir esses estudos atmosféricos.

Na missão K2, contudo, a história é outra. Em tese, ela nem deveria existir. Sua formulação foi motivada por um defeito no satélite Kepler, que impediu que ele permanecesse mantendo seu apontamento preciso exigido pela missão original. A Nasa acabou resolvendo a questão usando a própria luz solar como um “apoio” extra para manter o telescópio espacial firmemente apontado, mas com isso é preciso manter a espaçonave sempre alinhada com o Sol, o que significa que o Kepler, conforme avança em sua órbita, agora troca periodicamente a área celeste em foco. São apenas 80 dias para cada região do céu escolhida. Além disso, a precisão das observações diminuiu, de forma que agora a prioridade são estrelas mais próximas — qualidade, em vez de quantidade. Na prática, agora começamos a buscar de fato planetas que iremos estudar a fundo nos próximos anos.

O que nos leva à estrela EPIC 201367065. Ela é uma anã vermelha, um astro com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol. Menos quente e luminosa, portanto, o que significa que a chamada zona habitável fica bem mais perto dela do que acontece no Sistema Solar. Segundo os cálculos dos astrônomos, o terceiro planeta do sistema recebe aproximadamente 50% mais radiação de sua estrela que a Terra ganha do Sol. Se isso se traduz num planeta com temperatura amena, como o nosso, ou num inferno escaldante, como Vênus, depende basicamente da composição e da densidade da atmosfera desse mundo misterioso.


O JOGO JÁ COMEÇOU

E aí é que entra a parte interessante. Em vez de simplesmente especular sobre isso, os astrônomos já podem colocar a mão na massa. E não só com o planeta possivelmente habitável, mas com os outros dois, ligeiramente maiores, nas órbitas mais internas. Seriam eles mais parecidos com versões miniaturizadas de Netuno, o menor dos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar, ou estão mais para superterras, mundos essencialmente rochosos? Os cientistas apontam em seu artigo, submetido para publicação no “Astrophysical Journal”, que o Telescópio Espacial Hubble seria capaz de analisar o espectro e verificar a presença de grandes invólucros gasosos de hidrogênio nesses planetas, caso eles não tenham grandes coberturas de nuvens na alta atmosfera.

E a coisa vai ficar melhor ainda a partir de 2018, quando a Nasa lançar ao espaço o Telescópio Espacial James Webb. Ele será capaz de detectar dados espectrais correspondentes a uma atmosfera similar à terrestre. Por exemplo, se um desses mundos tiver uma atmosfera como a nossa, onde predomina o nitrogênio, nós saberemos. Se ela contiver grandes quantidades de dióxido de carbono, como é o caso de Vênus, também.

Isso sem falar na medida mais natural a ser tomada desse sistema planetário — a observação dos efeitos gravitacionais que os planetas exercem sobre a estrela-mãe. Com as tecnologias atuais, já seríamos capazes de detectar o bamboleio gravitacional realizado pela estrela conforme ela é atraída para lá e para cá pelos planetas girando em torno dela. E, com isso, saberíamos suas massas. Juntando essa nova informação aos diâmetros, já medidos pelo Kepler, conheceríamos a densidade. E, a partir dela, poderíamos inferir se estão mais para planetas como a Terra ou mundos gasosos, muito menos densos.

“Ao nos permitir medir as massas e as condições atmosféricas de três planetas pequenos num único sistema, a EPIC 201367065 representa uma oportunidade empolgante para o teste de teorias de formação e evolução planetária num único laboratório extra-solar”, escrevem os cientistas encabeçados por Ian Crossfield, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Os astrônomos já têm o caminho todo mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite TESS, que deve ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores, como os do sistema EPIC 201367065. Quando o James Webb for ao espaço, em 2018, terá uma lista considerável de planetas para estudar — potencialmente centenas deles. Todos interessantes, mas obviamente nem todos tão bons para a vida quanto a Terra. Contudo, se, de toda essa amostra de mundos, apenas um tiver uma atmosfera rica em oxigênio sem que esse gás possa ter sido produzido em quantidade apreciável por processos não-biológicos (como é o caso do nosso planeta), já teremos a certeza de que não estamos sós no Universo.

Difícil imaginar uma época mais empolgante que esta em toda a história da espécie humana. Quem viver verá.

Fonte: Uol + Folha 


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

EUA DIVULGAM RELATÓRIOS SOBRE AVISTAMENTOS DE OVNIs...

Os relatos estavam, até agora, fechados a sete chaves nos Arquivos Nacionais de Washington.
Os relatos estavam, até agora, fechados a sete chaves nos Arquivos Nacionais de Washington.

O governo norte-americano decidiu tornar públicos os documentos sobre avistamentos de OVNI no seu território entre 1947 e 1969. Os testemunhos, recolhidos por responsáveis da defesa ao longo destes anos, foram compilados num relatório chamado Projeto Livro Azul, que reúne dez mil casos em 129 mil páginas.

Os relatos estavam, até agora, fechados a sete chaves nos Arquivos Nacionais de Washington e o executivo decidiu disponibilizá-los online aos quais podem ser vistos AQUI (em inglês), organizados por décadas.


O coordenador do projeto, Nigel Watson, disse ao Daily Mail que o caso que mais lhe chamou a atenção foi o de um certo Kenneth Arnold, que afirma ter visto nove objetos não identificados numa só noite, a 24 de Junho de 1947. Com a divulgação, abre-se todo um novo mundo a especuladores astronómicos, autores de ficção científica, investigadores científicos e a todo um leque de curiosos sobre estes fenómenos.

Fonte: Sol

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O FIM DA SUA RELIGIÃO E A DESCOBERTA DE VIDA ALIENÍGENA...

Apesar de muitas teorias absolutamente convincentes para explicar o Paradoxo de Fermi e o grande silêncio que vivenciamos até agora com relação à vida extraterrestre, alguns, como David A. Weintraub, da Universidade de Vanderbilt (em Tennessee, nos Estados Unidos), acreditam que a prova de que a vida existe fora da Terra está finalmente chegando.
E aí vem aquela pergunta que não quer calar: como a humanidade vai reagir depois que os astrônomos nos mostrarem evidências científicas e sólidas para a existência de vida extraterrestre?
Quando os cientistas anunciarem essa descoberta, só temos uma certeza: tudo vai mudar. E nossas filosofias e religiões terão que incorporar essas novas informações.

A BUSCA POR SINAIS DE VIDA LÁ FORA...

Os astrônomos já identificaram milhares de planetas que orbitam em torno de outras estrelas. No ritmo atual de descobertas, a expectativa é que outros milhões de planetas sejam encontrados ainda neste século.
Já tendo encontrado os planetas físicos, os astrônomos estão agora à procura de nossos vizinhos biológicos. Isso significa que ao longo dos próximos 50 anos, eles irão começar o tentador estudo detalhado de milhões de planetas à procura de evidências da presença de vida na superfície, no subterrâneo ou nas atmosferas desses planetas.
E é muito provável que encontrem o que estão procurando.
Lá nos Estados Unidos foi feito um levantamento e mais de um terço dos entrevistados disseram acreditar que os extraterrestres já visitaram a Terra, sem a gente saber. Tipo de visita que vem sem ser convidada e sai sem dar tchau. Acreditamos que essa proporção não fuja muito disso a nível mundial. Mas, apesar desse “achismo” de senso comum, a primeira evidência de vida além de nosso planeta provavelmente não contará com sinais de rádio, ou com homenzinhos verdes chegando pelo céu com discos voadores metálicos.
Em vez disso, um Galileu do século 21, usando um enorme telescópio de 50 metros de diâmetro, vai coletar a luz das atmosferas de planetas distantes, procurando as assinaturas de moléculas biologicamente significativas. Algo que não tem exatamente um grande potencial para virar filme de Hollywood.
O que os astrônomos fazem é filtrar a luz de longe através de espectrômetros, que são prismas de alta tecnologia que provocam a luz distante em seus muitos comprimentos de onda distintos. Eles fazem isso à procura por impressões digitais reveladoras de moléculas que não existiriam em abundância nesses ambientes, na ausência de coisas vivas. Os dados espectroscópicos, então, dirão se o ambiente de um planeta foi alterado de forma que apontam para processos biológicos.


QUAL É O NOSSO LUGAR NO UNIVERSO? SE NÃO ESTAMOS SOZINHOS, QUEM SOMOS NÓS?

Com a descoberta de um planeta distante no espectro de luz, com uma substância química que só poderia ser produzida por seres vivos, a humanidade vai ter a oportunidade de ler uma página nova no livro do conhecimento. Nós não ficaremos mais especulando sobre se outros seres existem no universo. Nós saberemos de uma vez por todas que não estamos sozinhos.
Dá um frio na barriga só de pensar.
Afinal, uma resposta afirmativa à pergunta “a vida existe em nenhum outro lugar no universo além da Terra?” levantaria questões imediatas e profundamente importantes, tanto para as ciências quanto para a filosofia e teologia, sobre o nosso lugar no universo. Se os seres extraterrestres realmente existirem, isso significará que a minha religião, minhas crenças e práticas religiosas não podem mesmo ser universais.
Se a minha religião não é universalmente aplicável a todos os outros extraterrestres, talvez ela não precise ser oferecida, nem muito menos forçada, a todos os outros terrestres. Em última análise, podemos aprender algumas lições importantes aplicáveis aqui em casa, só pelo fato de considerar a possibilidade de vida fora do nosso planeta.
David Weintraub investigou os escritos sagrados das religiões mais amplamente praticadas do mundo, perguntando o que cada religião tem a dizer sobre a exclusividade ou não singularidade da vida na Terra, e como, ou se, uma religião em particular iria funcionar em outros planetas em partes distantes do universo. É o tipo de pergunta que faz o cérebro de qualquer um ferver!

OS EXTRATERRESTRES PODERIAM SER CRISTÃOS?

Vamos examinar uma questão teológica aparentemente simples, mas extremamente complexa: os extraterrestres poderiam ser cristãos? Se Jesus morreu para redimir a humanidade do estado de pecadores no qual os humanos nascem, a morte e a ressurreição de Jesus, na Terra, também salvariam seres extraterrestres de todos os seus pecados?
Se for assim, por que os extraterrestres seriam pecadores? O pecado é item de série no próprio tecido de espaço e tempo do universo? Ou a vida pode existir em partes do universo sem estar em um estado de pecado e, portanto, sem a necessidade de redenção e, portanto, sem a necessidade do cristianismo?
Muitas soluções diferentes para estes enigmas que envolvem a teologia cristã foram apresentadas na pesquisa de Weintraub. Mas a verdade é que nenhuma delas satisfaz a todos os cristãos do mundo.

O MUNDO DOS MÓRMONS...

A Escritura Mórmon ensina claramente que existem outros mundos habitados e que “os seus habitantes são filhos e filhas gerados para Deus” (Doutrinas e Convênios 76:24). A Terra, porém, é um mundo favorecido no mormonismo, porque Jesus, como entendido pelos mórmons, viveu e foi ressuscitado só na Terra.
Além disso, diz também que os mórmons só podem alcançar seus próprios objetivos espirituais durante as suas vidas na Terra, e não em vidas em outros mundos. Assim, para os mórmons, a Terra pode até não ser o centro físico do universo, mas é o lugar mais favorecido dele. Tal visão implica que todos os outros mundos são, de alguma forma, mundos menores do que a Terra.

HÁ ANOS-LUZ DE MECA...

Os pilares da fé para os muçulmanos exigem que os fiéis rezem cinco vezes por dia, virados para a direção de Meca. Como determinar a direção certa de Meca pode ser extremamente difícil em um planeta que fica há milhões de anos-luz da Terra, praticar a mesma fé em outro mundo pode não fazer nenhum sentido.
No entanto, as palavras do Alcorão nos dizem que “quaisquer que sejam os seres, nos céus e na terra, devem adorar a Allah” (13:15). Mas poderia os muçulmanos terrestres aceitar que a religião profeticamente revelada de Muhammad é destinada apenas para os seres humanos na Terra e que outros mundos têm os seus próprios profetas?

ASTRÔNOMOS SÃO DESTRUIDORES DE PARADIGMAS...

m certos momentos ao longo da história, as descobertas dos astrônomos têm exercido uma enorme influência sobre a cultura humana. Os gregos antigos astrônomos, por exemplo, desachataram a Terra – embora muitos deles resolveram esquecer esse conhecimento.
Da escola da Renascença, os estudiosos Copérnico e Galileu colocaram a Terra em movimento em torno do sol e tiraram os seres humanos do centro do universo.
No século 20, Edwin Hubble eliminou a própria ideia de que o universo tem qualquer coisa que se pareça com um centro. Ele demonstrou que o universo tem um começo no tempo e que, curiosamente, tem um tecido tridimensional, em constante expansão.
Claramente, quando os astrônomos chegam com novas ideias ousadas para o mundo, eles não brincam em serviço. Outra nova ideia tão demolidora de paradigma pode estar na luz que chega a nossos telescópios agora.
Não importa quão religioso ou não você seja. Em um futuro muito próximo, todos estaremos nos fazendo perguntas como “o meu Deus é o Deus de todo o universo? Minha religião é terrestre ou universal?”.
Muitas pessoas terão que trabalhar para conciliar a descoberta de vida extraterrestre com suas respectivas religiões, adaptando-se a essa notícia que promete ser bombástica.


UFOS - OS CONTATOS

Matéria produzida em 1996 que descreve uma história de ocorrências ufológicas desde os primórdios de nossa civilização...  


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

CIENTISTAS CRIAM 'NANO EQUIPAMENTO' QUE PODE DETECTAR VIDA FORA DA TERRA...

Pesquisadores europeus anunciaram que criaram um pequeno sensor de movimentos que poderia ajudar a encontrar vida microscópica em planetas distantes. Até agora, cientistas tentaram encontrar sinais de vida extraterrestre ouvindo os sons que poderiam emitir através de ondas de rádio, analisando o céu com telescópios potentes ou enviando sondas robóticas para analisar amostras químicas de planetas e cometas.



Mas especialistas da Suíça e Bélgica estão interessados em um novo método. Classificando o movimento de "sinal universal da vida", buscam sentir os movimentos minúsculos de todas as formas de vida.

Pesquisadores já começaram a explorar a possibilidade de buscar vida extraterrestre com um detector sensível a vibrações de organismos microscópicos, como bactérias e levedura. "O detector de nanomovimentos permite estudar a vida de uma nova perspectiva: a vida é movimento", disse Giovanni Longo, principal autor do trabalho, publicado na revista da Academia Americana de Ciências, a "PNAS".

Longo, cientista da Escola Politécnica Federal de Lausanne, Suíça, e seus colegas do Vlaams Instituut voor Biotechnologie, da Bélgica, criaram um instrumento com menos de um milímetro que pode sentir os menores movimentos na escala nanométrica. Ele foi testado com várias formas de vida, como a bactéria E coli, a levedura, e células humanas, de plantas e de ratos.

Em todos os casos, quando os organismos vivos eram colocados perto do sensor, "produziam um aumento na amplitude das flutuações", assinala o estudo. "Este sistema de detecção pode ser usado como um detector de vida simples, extremamente sensível e eficiente", acrescentou.

Um protótipo custaria menos de US$ 10 mil, utilizaria muito pouca bateria e cabe em um recipiente de 20 x 20 centímetros. Apesar de o equipamento ainda não ter sido apresentado à Nasa ou à Agência Espacial Europeia, cientistas trabalham para fazer uma proposta que facilite seu lançamento no espaço através de uma nave ou sonda que esteja à procura de vida extraterrestre, disse Longo.

Além disso, o sensor poderia ser usado para detectar formas de vida em áreas difíceis de medir na Terra, como vulcões e o fundo dos oceanos acrescentaram. Mas podem-se levar anos até que ele seja testado no espaço.

"Nada é simples no que se refere à exploração espacial", explicou Ariel Anbar, professor da Escola de Exploração Espacial e Terrestre da Universidade do Estado do Arizona. "A detecção de movimento nessa escala nunca havia sido tentada como forma de buscar vida extraterrestre", disse Anbar à AFP. "Poderia valer a pena integrá-la a futuras missões."


Fonte: Portal AZ

sábado, 20 de dezembro de 2014

ANTIGOS ASTRONAUTAS - DOCUMENTÁRIO (ORIGINAL EM ITALIANO)

Sob o título "Antichi Astronauti" - (Antigos Astronautas)  é um raro documentário que mostra a ufologia do ponto de vista dos pesquisadores europeus.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

ÓVNIS, REGISTROS ANTIGOS MOSTRAM AS PRIMEIRAS APARIÇÕES NA TERRA...

Documentário originalmente intitulado Conspiração Ufo trata assunto de âmbito universal com amostragem e antigas narrativas referente às primeiras aparições de naves alienígenas na atmosfera terrestre.




Fonte: João Paulo

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

MISTÉRIOS DO ESPAÇO – ALIENÍGENAS.

Este documentário abrange uma interessante informação referente à possibilidade da existência de vida na superfície de vários planetas existentes em nosso sistema solar.


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ABDUÇÃO: O CASO DE ARTUR BERLET...

No dia 14 de maio de 1958, Artur Berlet tratorista da Prefeitura de Sarandi, Rio Grande do Sul, regressava do interior do município, viajando ora a pé ora de carona, quando, às 19 horas, ao passar pela Fazenda do Dr. Dionisio Peretti, viu uma luz estranha no mato à beira da estrada a uns 200 metros de onde se encontrava. Curioso, atravessou a cerca de arame para ver o que era aquilo e, chegando a 30 metros do foco, constatou que a claridade opaca provinha de um enorme objeto circular, de uns 30 metros de diâmetro, cuja forma lembrava duas bandejas, viradas uma contra a outra. Receoso, pensou em fugir, mas a curiosidade foi mais forte e ele se aproximou alguns passos.
Subitamente, surgiram alguns vultos e um forte jato de luz atingiu-o, fazendo perder os sentidos...

CONFIRA O VÍDEO:

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

PARA RICHARD DAWKINS VIDA EXTRATERRESTRE PODE SER BASEADA EM ROBÓTICA...

Segundo ele, inteligência pode ser o único aspecto em comum entre humanos e alienígenas...

RIO - São muitas as tentativas humanas de imaginar como seria a vida extraterrestre. Para o biólogo evolucionista Richard Dawkins, uma vez encontrada, ela seria a mais completa surpresa, com aspectos como o desenvolvimento da robótica.

Em depoimento gravado para um programa da rede britânica BBC, Dawkins afirma que é seguro supor que uma vez encontrada, a vida extraterrestre será inteligente. Isso por conta das enormes distâncias entre a Terra e outros planetas.

Mas, por outro lado, ele afirma que este pode ser o único aspecto em comum com os humanos. Segundo o biólogo, a vida em nosso planeta é estabelecida à base de carbono, mas não está totalmente fora de questão que haja vida baseada em silício - robótica, em outras palavras.

Dawkins lembra que seres alienígenas pode ser nada parecidos com os humanos. Por isso, um encontro com extraterrestres provavelmente irá transformar a nossa compreensão de nós mesmos, bem como do universo que habitamos.


Fonte: O Globo

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ALIENS: 10 MOTIVOS DE PORQUE AINDA NÃO FORAM ENCONTRADOS...

O Paradoxo de Fermi, introduzido pela primeira vez pelo físico Enrico Fermi, faz a pergunta: “Onde está todo mundo?”. Ou, mais especificamente: “Onde estão todos os aliens?”.


Afinal, quando levamos em consideração o tamanho do universo, o provável número de planetas absolutamente parecidos com a Terra e uma série de outras variáveis, é natural (e bastante lógico) concluirmos que deve haver dezenas de milhares, ou mais, de civilizações extraterrestres na galáxia. 

E como a nossa galáxia tem cerca de 10 bilhões de anos de idade, os cientistas concordam que os mundos inteligentes tiveram tempo de sobra para entrar em contato um com o outro. Então, se os aliens devem existir estatisticamente, por que não encontramos nenhum ainda?


10. A Terra é especial


Uma teoria chamada de “A Teoria da Terra Rara” sugere que a cadeia de eventos que criou a vida em nosso planeta foi tão complexa que só uma tempestade biológica perfeita poderia recriá-la em outro lugar. Em outras palavras, o que essa hipótese defende é que embora possa haver planetas iguais a Terra, nenhum deles tem exatamente, tim tim por tim tim, o que é preciso para que a vida inteligente se desenvolva. Ou seja, um dos motivos pelos quais ainda não encontramos aliens é porque eles simplesmente não existem – ou eles são tão poucos que a probabilidade de fazer contato é altamente improvável.

O principal fator que torna a Terra tão hospitaleira para o desenvolvimento da vida como a conhecemos é o seu longo período de condições climáticas relativamente estáveis, o que é possível devido a órbita e posição única do nosso planeta. 

Se não fosse essa distância exata que estamos do sol e da lua, o planeta seria provavelmente MUITO quente ou MUITO frio, com muito pouco oxigênio e, consequentemente, muito instável para dar suporte para qualquer vida além de bactérias.

O paleontólogo Peter Ward e o astrônomo Donald Brownle foram os primeiros a defender essa teoria. Depois de quase 15 anos desde que a divulgaram, eles continuam confiantes de que as chances de encontrarmos aliens são extremamente baixas.


9. Toda a vida alienígena é atrasada em termos de tecnologia


De acordo com a Teoria do Grande Filtro, proposta em 1996 pelo professor Robin Hanson, a vida alienígena existe sim, mas a vida alienígena inteligente seria incapaz de avançar tecnologicamente o suficiente para estabelecer algum tipo de comunicação espacial de longa distância. Apesar de nossas naves espaciais modernas, satélites e rádios poderem fazer parecer que estamos chegando mais perto desse contato, vamos inevitavelmente chegar a um limite. 

Já sabemos, e os surtos recentes de ebola estão aí para confirmar, que desastres naturais catastróficos atacam periodicamente a Terra, por isso é possível que esses tipos de eventos também aconteçam em outros mundos, fazendo com que a vida inteligente volte à Idade da Pedra antes que a tecnologia possa se desenvolver até o máximo de seu potencial. 

Ou, talvez e não menos provável, outros mundos também se aniquilem por meio de uma guerra nuclear.

Seja qual for o filtro, isso parece ser uma má notícia para os seres humanos.

Porque não só provavelmente a gente nunca vai se comunicar com aliens, como, de acordo com essa teoria, a gente vai morrer tentando.

Mas, calma. Nem tudo está perdido. Alguns acreditam que nós seremos as primeiras pessoas a sobreviver ao grande filtro da mãe natureza. 

Então, eventualmente, seremos os primeiros seres superinteligentes a viajar amplamente pelo espaço e tomar um café com aliens.


8. Os aliens já saíram do universo faz tempo


De acordo com Hipótese Transcendental do futurista John Smart, a vida alienígena existiu uma vez em nosso universo, mas tornou-se tão avançada que se mudou para pastos mais verdes. Para ser mais precisa, os aliens se tornaram tão evoluídos que pararam de olhar para o espaço exterior e se concentraram no conceito de espaço.

Esse conceito pode ser comparado com a onda de miniaturização que temos acompanhado em computadores. O que inicialmente começou como algo enorme, foi progressivamente diminuindo em tamanho (até caber no bolso), ao mesmo tempo que cresceu em complexidade e poder.

Para os defensores da Hipótese Transcendental, a vida inteligente evolui da mesma forma, trabalhando constantemente em direção a um mais denso e mais eficiente uso do espaço, tempo, energia e matéria. 

Eventualmente, nós estaremos vivendo e operando em escala nanométrica até que nos tornemos tão pequenos que nós criaremos e viveremos em um buraco negro fora desse espaço-tempo contínuo.

Para os inteligentes, os buracos negros são o destino final. 

Eles permitem a computação ideal e aprendizagem, a viagem no tempo, a coleta de energia e muito mais. Civilizações que não atingirem esse destino são consideradas falhas.

Outros seres cósmicos podem estar trabalhando em direção a sua própria transcendência. Como seres humanos, eles podem emitir transmissões espaciais, mas esses tipos de sinais são, supostamente, o trabalho de civilizações ainda imaturas e não são susceptíveis de serem bem sucedidas.

Além disso, com base na Lei de Moore (que defende que o poder dos computadores dobra a cada dois anos), estes seres provavelmente chegariam a transcendência antes de explorar o cosmos.



7. A Terra não é tão fantástica quanto à gente imagina


Talvez seja arrogância pensar que os aliens sequer tenham algum interesse em nós ou nosso planeta. 

Mundos muito mais interessantes podem existir e dar um apoio maior à vida, o que faria deles lugares muito mais propícios para serem explorados do que a Terra.

Como você pode perceber, essa teoria é o completo oposto da Teoria da Terra Rara e sua essência tem como base a ideia de que o nosso planeta simplesmente não é interessante.

Uma raça alienígena capaz de viajar ou se comunicar através de anos-luz de distância poderia estar interessada em algo melhor que um planeta com problemas de superaquecimento e incontáveis redes de fast food. 

Da mesma forma, os aliens, sem dúvida, têm suas próprias tecnologias superiores e provavelmente não precisam de nenhum dos nossos míseros recursos. 

Então, se eles precisarem colher mineral ou outros elementos, eles não teriam de visitar a Terra. Essas coisas são encontradas flutuando por todo o espaço.

Além disso, não importa o quão inteligentes os aliens sejam, viajar através de anos-luz não é tarefa fácil. 

Quais são as chances de eles investirem todos os seus recursos vindo para cá quando existem 8,8 bilhões de planetas como a Terra na Via Láctea? 

Para os seguidores dessa teoria, pensar na Terra como o destino óbvio de todos os aliens é sofrer com o mesmo geocentrismo que levou Galileu à execução.


6. Nós estamos vivendo em uma realidade virtual


Sem dúvida, uma das explicações para o Paradoxo de Fermi mais difíceis de aceitar é a Hipótese do Planetário.

Essa hipótese defende que o nosso mundo é uma espécie de “planetário de realidade virtual” projetado para nos dar a ilusão de que o universo é vazio.

Sendo assim, nós não descobrimos qualquer vida extraterrestre porque esses aliens não foram projetados nos fundamentos do programa. 

Essa ideia data da época do filósofo Descartes, que questionou: “como podemos saber que o mundo ao nosso redor é real se somos apenas um cérebro numa cuba, que pensa que está vivendo no mundo real?”.

Ao invés de termos nossos cérebros em uma cuba, no entanto, a maioria dos apoiantes modernos dessa hipótese acham que estamos em uma simulação de computador projetada por aliens mais avançados, que seriam capazes de aproveitar a energia suficiente para manipular a matéria e energia em escalas galácticas.

Mas por que os aliens iriam querem nos ver como formigas em uma fazenda?

Talvez apenas por diversão, ou talvez simplesmente porque eles podem.

Por mais improvável que a Hipótese do Planetário possa parecer, os filósofos profissionais e físicos a encaram com respeito. Eles dizem que nós somos mais propensos a sermos inteligências artificiais em um mundo fabricado do que ter nossas próprias mentes.

Além disso, eles também defendem que, se esse for o caso, nós provavelmente vamos descobrir a simulação, já que vamos inevitavelmente perceber uma falha no sistema ou conceber um teste adequado para provar a hipótese. Otimistas, não?


5. A Terra está isolada de outros planetas com vida inteligente


 Embora a vida alienígena inteligente realmente exista, nossos planetas podem estar muito longe um do outro para tornar a comunicação prática ou proposital (ou possível). 

A Terra pode estar tão longe de outros planetas habitados que simplesmente foi ignorada. Se isso não fosse solitário o suficiente, alguns afirmam que a maioria dos outros mundos estão relativamente agrupados uns perto dos outros, e estão interagindo entre si, enquanto nós estamos “fora de mão”.

As raízes dessa ideia vêm de uma teoria matemática conhecida como “percolação”, que descreve como as coisas se acumulam em um ambiente aleatório. 

Com base na teoria de percolação, o universo teria se formado naturalmente com áreas de grande crescimento e áreas de menor crescimento em posições discrepantes. 

E, dessa forma, na hora que os dados foram jogados, os outros planetas com vida inteligente ficaram mais perto uns dos outros, e a Terra deu o azar (ou a sorte, deixo a seu critério) de ficar isolada.

Então, em vez de tentar fazer contato com estes seres distantes, alguns pensadores, como Stephen Hawking, sugerem que o melhor a fazer é continuarmos de boca fechada. Hawking diz que, se pegarmos algum dia um sinal alienígena, “nós devemos ser cuidadosos na hora de responder de volta, até que tenhamos evoluído”, caso contrário, poderemos sofrer um destino semelhante ao dos nativos americanos após a chegada de Colombo.

Parece uma conduta prudente.


4. Nós ainda não flagramos os sinais alienígenas


A caça aos aliens tem sido travada pela falta de financiamento do governo, o que é necessário para pagar uma pequena fortuna em equipamentos e recursos de rastreamento de vida extraterrestre. 

Historicamente, a busca por programas de inteligência extraterrestre teve que contar com radiotelescópios emprestados e outros equipamentos que só poderiam ser usados por um tempo limitado. 

Estes obstáculos tornaram praticamente impossível fazer qualquer progresso real.

Ainda assim, há algumas boas notícias, pelo menos para aqueles que pensam que fazer contato com alienígenas seja uma boa ideia.

O Allen Telescope Array, um conjunto de telescópios de rádio especialmente concebidos para ajudar na busca de inteligência extraterrestre, tornou-se operacional em 2007. 

Este megatelescópio (que consiste em 42 telescópios individuais de 6 metros cada) foi em grande parte financiado pelo co-fundador da Microsoft, Paul Allen. 

Depois de inúmeros contratempos, finalmente parece pronto para começar a fazer alguma exploração séria do espaço.

Isso pode acender toda uma luz no fim do túnel para os entusiastas desse assunto.


3. Nós não conseguimos reconhecer os sinais que os aliens nos mandam



Mesmo que existam outros planetas com vida alienígena inteligente, será que eles evoluiriam da mesma maneira que os seres vivos na Terra? 

Talvez eles sejam tão diferentes que nenhuma das partes seria capaz de reconhecer sinais um do outro.

Pode ser que aconteça algo comparável à forma como os morcegos visualizam as ondas sonoras enquanto nós só vemos a luz.

É possível que os humanos e aliens operem com sentidos inteiramente diferentes.

O astrofísico Lord Rees ressaltou: “Eles poderiam estar olhando-nos na cara, e nós simplesmente não conseguirmos reconhecê-los”. 

O problema é que nós estamos procurando por algo muito parecido com nós, assumindo que eles, pelo menos, tenham algo como a mesma matemática e a mesma tecnologia. 

O que com certeza é uma possibilidade. Mas, convenhamos: bastante improvável!

Eu suspeito que possa haver vida e inteligência lá fora em formas que não podemos conceber, nem mesmo imaginar.

As coisas ficam especialmente complicadas quando a gente pensa em como seria a conexão com uma raça altamente avançada, pois eles podem usar métodos de comunicação (como neutrinos ou ondas gravitacionais) além de nossa compreensão tecnológica. 

Da mesma forma, as nossas emissões de rádio primitivas podem parecer nada mais do que um ruído branco para eles. Se os aliens e os humanos são de fato extremamente diferentes, é improvável que a gente consiga fazer qualquer tipo de contato.


2. Superorganismos são inerentemente suicidas


A Hipótese Medea, ideia concebida pelo paleontólogo Peter Ward, é a noção de que os seres humanos e outros superorganismos carregam dentro de si as sementes da autodestruição. 

Desta forma, muito disso está ligado a Teoria do Grande Filtro, de que falamos anteriormente, uma vez que sugere que acabamos morrendo antes de evoluirmos o suficiente para tornar o contato extraterrestre possível.

Essa teoria recebeu o nome de “Medea” em referência à assassina da mitologia grega, que matou seus próprios filhos. 

Neste caso, o planeta é a Medea, e todos os seres vivos são sua prole. Não quero morrer, mas a Mãe Terra já determinou que nossa hora, mais cedo ou mais tarde, irá chegar.

Não sei se você já parou para pensar nisso, mas a extinção foi feita em nossa biologia para garantir que excessos populacionais sejam eliminados antes de criar um desequilíbrio na Terra.

Uma vez que os humanos se tornam uma praga incurável no planeta, vamos fazer alguma coisa para garantir a nossa própria morte.

É uma sabedoria da natureza.

Peter Ward também acredita que quase todas as extinções em massa anteriores foram provocadas por organismos vivos. Por exemplo, para ele, a culpa das duas eras de gelo, de milhões de anos atrás, é de algumas plantas que proliferaram tão descontroladamente que absorveram quantidades excessivas de CO2. Isto provocou o arrefecimento global e, consequentemente, morte das plantas.

Resumindo, o nosso relógio interno suicida pode chegar, de acordo com essa teoria, à estaca zero muito antes de termos a chance de nos conectar com aliens.


1- Os aliens já nos encontraram e caminham entre nós


Bem debaixo dos nossos narizes, só que ninguém se dá conta disso. 

Talvez porque, como dissemos anteriormente, a gente simplesmente não tenha evoluído o suficiente para detectar e codificar os sinais que eles nos mandam.

Por exemplo, o ex-ministro de defesa canadense, Paul Hellyer, deu uma entrevista em 2014 na qual afirma que 80 espécies diferentes de vida alienígena vivem na Terra. Alguns deles parecem quase idênticos aos seres humanos.

Outro grupo, os “Short Greys”, se parecem mais com aliens estereotipados e ficam relativamente escondidos da população.

O mais louco de tudo isso é que Paul Hellyer l não está sozinho nessa.

O físico Paul Davies, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e o Dr. Robert Trundle da Universidade Northern Kentucky, também nos EUA, têm opiniões semelhantes sobre a existência de extraterrestres no planeta. 

Para Hellyer, Davies, Trundle e aqueles que compartilham suas crenças, o Paradoxo de Fermi já foi respondido: alienígenas existem, e quer os seres humanos percebam, ou não, eles interagem com a gente diariamente.

Apesar de enfrentarem uma grande quantidade de críticas por parte de seus colegas e do público geral, esses homens continuam firmes em suas opiniões.

E você, o que acha de tudo isso? Concorda com alguma das teorias, ou acha tudo uma grande balela?



terça-feira, 14 de outubro de 2014

OS ETs ESTÃO CHEGANDO? A NASA REÚNE CIENTISTAS E TEÓLOGOS PARA SE PREPARAR...


Buscar vida extraterrestre é como procurar agulha num palheiro cósmico, como deixa clara a imagem acima registrada pelo telescópio Hubble: ela mostra aproximadamente 10.000 galáxias.

Em grande parte graças à nave Kepler, da NASA, mais de 1.400 planetas foram identificados além da Terra.

Alguns dias atrás, a NASA tentou diminuir a distância entre a vida na Terra e as possibilidades de vida em outros lugares. A agência espacial e a Biblioteca do Congresso (imagem abaixo) reuniram historiadores, filósofos e teólogos do mundo inteiro para um simpósio de dois dias intitulado “Preparando-se para a Descoberta”. Na agenda: explorar como nos preparar para a inevitável descoberta de vida extraterrestre, sejam simples organismos microbiais ou seres inteligentes.


“Estamos olhando para todos os cenários. Se você encontra micróbios é uma coisa. Se você encontra inteligência, é outra. E, se eles se comunicarem, é ainda outra coisa, e tudo isso depende do que eles vão dizer!”, disse Steven J. Dick, organizador do evento, astrônomo e ex-historiador-chefe da NASA.

“A ideia é que não esperemos até a descoberta, mas sim que tentemos preparar o público para as implicações quando ela acontecer”, disse Dick ao Huffington Post. “Acredito que a razão pela qual a NASA apoia o projeto é toda a atividade recente na descoberta de exoplanetas e os avanços da astrobiologia em geral.”

“As pessoas hoje consideram muito mais provável que encontremos alguma coisa – provavelmente micróbios, primeiro, e depois talvez inteligência”, acrescentou ele. “De um ponto de vista científico, parece muito mais provável que encontremos vida em algum ponto do futuro.”

Dos vários palestrantes do simpósio de astrobiologia, um vem causando surpresa nos últimos tempos.

“Acredito [em vida alienígena], mas não tenho provas. Ficaria muito empolgado, e isso tornaria minha compreensão da minha religião mais profunda e mais rica, de maneiras que nem sequer posso prever. É por isso que [a descoberta] seria tão empolgante”, disse Guy Consolmagno, irmão jesuíta, astrônomo e cientista do Vaticano, ao editor-sênior de ciência do Huffington Post David Freeman.

Consolmagno já declarou publicamente que “qualquer entidade – não importa quantos tentáculos tenha – tem alma” e sugeriu que batizaria ETs sem problemas, desde que eles pedissem.

“Tem de haver liberdade para praticar a ciência. Ser um bom cientista significa admitir que nunca conhecemos toda a verdade – sempre há mais o que aprender.” Consolmagno também não acredita que o público vá entrar em pânico quando ou se for revelada a descoberta de vida fora da Terra.

“Realmente acho que seria um maravilhamento de três dias, mas depois voltaríamos a nos preocupar com reality shows ou com as loucuras que acontecem em Washington – os humanos são assim. Acho que a maioria das pessoas se parece comigo: esperamos que exista vida lá fora. E nossa reação seria: ‘Uau, graças a Deus. Já não era sem tempo’.”

A Terra não é mais o centro do Universo nem é plana – pelo menos esse é o pensamento aceito pela maioria dos cientistas. E agora sabemos, conclusivamente, que há muitos outros planetas além daqueles do nosso sistema solar.

“O número mundos habitáveis em nossa galáxia é certamente de dezenas de bilhões, no mínimo, e nem estamos falando das luas. E o número de galáxias que enxergamos, além da nossa, é de cerca de 10 bilhões”, disse ao HuffPost Seth Shostak, astrônomo-sênior do Instituto SETI, da Califórnia.

Veja este vídeo mostrando o céu noturno e as 10.000 galáxias fotografadas pelo telescópio Hubble.



No simpósio da NASA, Shostak apresentou números surpreendentes sobre quantas estrelas existem no pedaço de universo que conseguimos enxergar. “É um número grande: 10.000 bilhões, bilhões. E sabemos que a maioria dessas estrelas têm planetas – 70% ou 80%. Se todos esses planetas forem estéreis, e você for a única coisa interessante acontecendo no cosmos, você é um milagre. Esse cenário seria extremamente excepcional. Então a abordagem mais razoável é dizer: ‘Você não é um milagre, é só um pato numa fileira de patos’.”

“No final das contas”, diz Shostak, “é algo como uma em cada cinco estrelas com um planeta análogo a Terra. São muitos mundos habitáveis e, de fato, o número de Terras na nossa galáxia pode ser da ordem de 50 bilhões”.

São números enormes para considerar.

A conferência teve muitas discussões sobre a missão do sucessor do Hubble, o telescópio James Webb. Do tamanho de uma quadra de tênis, esse observador do espaço profundo tem lançamento previsto para 2018 e vai orbitar além da Lua. O Telescópio Webb vai se focar na descoberta de novos planetas, procurando elementos que possam indicar possíveis sinais de vida.

Perguntamos a Dick, um astrobiólogo, sua opinião sobre os repetidos relatos de óvnis ao redor do mundo.

“Tento manter minha cabeça aberta. Mais de 90% pode ser explicado por fenômenos naturais etc. A questão é o que fazer com os outros 3% ou 4%”, diz Dick. “Minha opinião é que, por um lado, eles devem ser estudados. Por definição, representam algo desconhecido. Podem ser um fenômeno físico, psicológico ou social que não conhecemos. Mas acho que considerá-los extraterrestres é se apressar. Não vejo as provas.”

“Não analisei as evidências o suficiente para dizer que existe inteligência por trás disso. Mas vi o suficiente para saber que existem coisas inexplicadas, que deveriam ser mais investigadas. E, por enquanto, o governo americano não está fazendo isso.”


Fonte: Brasil Post