NOSSO OBJETIVO É O DE REPORTAR NOTÍCIAS DO CAMPO UFOLÓGICO ENTRE OUTROS ASPECTOS PERTINENTES AO MOVIMENTO MUNDIAL E UNIVERSAL.
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Uma abordagem racional para se achar vida além da Terra é a pauta principal deste simpósio...
Como pode a humanidade se preparar para a descoberta de vida, microscópica ou complexa, fora da Terra? Cientistas, historiadores, filósofos e teólogos de todo o mundo irão se juntar na Biblioteca do Congresso do Centro John W. Kluge por dois dias em setembro para discutir o assunto.
"Preparando para a Descoberta: Uma Abordagem Racional para o Impacto de achar Vida Microscópica, Inteligente ou Complexa além da Terra" acontecerá nos dias 18 e 19 de Setembro, em Washington, DC. O simpósio é grátis e aberto ao público e pode ser assistido online no site da nasa.
"A ciência da astrobiologia revelou novas descobertas
sobre as condições e possibilidades para a vida, tanto seres extremófilos (isto
é, organismos que conseguem sobreviver ou até necessitam de condições
geoquímicas extremas, prejudiciais à maioria das outras formas de vida na
Terra) na Terra e planetas potencialmente habitáveis", disse Steven J.
Dick, astrônomo da NASA, que será o apresentador e mediador da mesa. "A
possibilidade de que a existência de organismos, complexos ou não, sejam
descobertos nos leva a perguntar se estamos preparados para tal conhecimento”,
completa Steven.
Quatro painéis irão estudar as implicações históricas,
filosóficas, teológicas e sociais da astrobiologia, incluindo o estudo da
origem da vida e o futuro dela.
O tema é tão importante que o Fórum Econômico Mundial,
por exemplo, já chegou a discutiressa possibilidade.
Para mais informações sobre os painéis, o programa pode ser
conferidoaqui (em inglês).
Os astronautas da Estação Espacial Internacional lançaram neste 18 de Agosto o nano satélite peruano-russo empenhado na busca por vida extraterrestre.
A saída de Oleg Skvortsov Alexandr Artemiev e o cosmos duraram cerca de 6 horas. Sua tarefa era montar o equipamento científico para realizar várias operações técnicas e manualmente iniciar o nano satélite, chamado 'Chasqui 1'.
O nano satélite pesa apenas um quilo e cabe facilmente em uma das mãos.
O dispositivo é o resultado de uma colaboração entre alunos do Peru e a Rússia tem três anos.
Antes de ser enviado para a Estação Espacial Internacional, o equipamento teve que superar uma série de testes.
O Chasqui 1 carrega uma câmera embutida e tirou fotos da superfície da Terra para transmitir dados científicos sobre fenômenos atmosféricos.
Mas isso não é tudo: o satélite tem todos os tipos de informações podendo ser transmitidos como uma mensagem de espaço para outras civilizações extraterrestres.
Impressionante... Nos últimos meses confecções de Crops Circles vem aparecendo com mais incidência nas lavouras do mundo todo. Seus significados ainda são uma incógnita forma de comunicação visual criadas pelos nossos vizinhos. Muitos tentam criar uma fórmula para traduzir e elucidar com exatidão os significados destes desenhos que começamos a ter uma visão mais ampla à partir da década de 1930.
Os aumentos das emissões de
efeito estufa poderiam dica aliens que somos uma ameaça em rápida expansão,
adverte um relatório.
Quando eles veem que é uma
bagunça que fizemos do nosso planeta, os extraterrestres podem ser forçados a
tomar medidas drásticas.
Não pode figurar como a razão
mais atraente para reduzir gases de efeito estufa, mas reduzindo nossas
emissões pode salvar a humanidade de um ataque alienígena preventiva, os
cientistas afirmam.
Observando de longe, seres
extraterrestres podem visualizar as alterações na atmosfera da Terra como um
sintoma de uma civilização crescer fora de controle - e tomar medidas drásticas
para manter-nos de tornar-se uma ameaça mais séria, explicam os pesquisadores.
Este cenário altamente
especulativo é um dos vários descritos por um cientista da Nasa e seus colegas filiados na Pennsylvania State
University que, embora considerada improvável, dizem eles poderiam jogar fora
eram seres humanos e vida alienígena a fazer contato em algum momento no
futuro.
Shawn Domagal-Goldman de Divisão
de Ciência Planetária da Nasa e seus colegas compilaram uma lista de resultados
plausíveis que poderiam se desdobrar na sequência de um encontro próximo, para
ajudar a humanidade "se preparar para o contato real".
Em seu relatório, entraria em
contato com extraterrestres beneficiar ou prejudicar a Humanidade? Uma análise
de cenário, os pesquisadores dividem contatos alienígenas em três grandes
categorias: benéficos, neutros ou nocivos.
Encontros benéficos vão desde a
mera detecção de inteligência extraterrestre (ETI), por exemplo através da
intercepção de transmissões alienígenas, para entrar em contato com organismos
de cooperação que nos ajudam a aumentar o nosso conhecimento e resolver
problemas globais como a fome, a pobreza e as doenças.
Outro resultado benéfico os
autores entreter vê a humanidade triunfo sobre um mais poderoso agressor
alienígena, ou mesmo ser salvo por um segundo grupo de ETs. "Nessas
situações, os benefícios à humanidade, não só da grande vitória moral de ter
derrotado um rival assustador, mas também a oportunidade de tecnologia para
fazer engenharia reversa ETI", escrevem os autores.
Outros tipos de encontro próximo podem
ser menos gratificantes e deixar grande parte da sociedade humana sentindo
indiferente perante a vida alienígena. Os extraterrestres podem ser muito
diferentes de nós para se comunicar com proveito. Eles podem convidar a
humanidade a participar da "Galactic Club" apenas para os requisitos
de entrada a ser demasiado burocrático e tedioso para os seres humanos a
incomodar. Eles poderiam até mesmo se tornar um incômodo, como os presos,
criaturas camarão-like que são mantidos em um campo de refugiados no filme 2009
Sul-Africano, District 9 , o relatório explica.
Os resultados mais desagradáveis
surgiriam se extraterrestres causaram danos à humanidade, mesmo que por
acidente. Enquanto os estrangeiros podem chegar para comer, escravizar ou
atacar-nos, o relatório acrescenta que as pessoas possam também sofrem de ser
esmagado fisicamente ou através da contratação de doenças transmitidas pelos
visitantes. Em incidentes especialmente infelizes, a humanidade poderia ser dizimado
quando uma civilização mais avançada liberta acidentalmente uma inteligência
artificial hostil, ou realiza uma experiência catastrófica física que torna uma
parte da galáxia inabitável.
Para reforçar as chances de
sobrevivência da humanidade, os pesquisadores pedem cautela no envio de sinais
para o espaço, e, em particular, alertam contra difusão de informação sobre a
nossa constituição biológica, o que poderia ser usado para fabricar armas que
têm como alvo os seres humanos. Em vez disso, qualquer contato com ETs deve ser
limitado ao discurso matemático "até que tenhamos uma ideia melhor do tipo
de ETI estamos lidando."
Os autores advertem que os
extraterrestres podem ser cautelosos com civilizações que se expandem muito
rapidamente, uma vez que estas podem estar propensos a destruir outra vida à
medida que crescem, assim como os seres humanos levaram à extinção espécies na
Terra. No cenário mais extremo, aliens podem optar por destruir a humanidade
para proteger outras civilizações.
"Um ataque preventivo seria
particularmente provável nas primeiras fases da nossa expansão, porque uma
civilização pode tornar-se cada vez mais difícil de destruir, uma vez que
continua a se expandir. Humanidade pode agora estar entrando no período em que
sua expansão civilizacional rápida pode ser detectado por uma ETI porque a
nossa expansão está mudando a composição da atmosfera da Terra, através de
emissões de gases de efeito estufa ", afirma o relatório.
Alienígenas "verdes" podem
opor-se ao dano ambiental os seres humanos têm causado na Terra e nos eliminar
para salvar o planeta. "Esses cenários dão-nos razão para limitar o nosso
crescimento e reduzir o nosso impacto sobre os ecossistemas globais. Seria particularmente
importante para nós limitar as emissões de gases de efeito estufa, uma vez que
a composição atmosférica pode ser observada a partir de outros planetas,"
escrevem os autores.
Mesmo que nunca fazer contato com
extraterrestres, o relatório argumenta que, considerando os cenários potenciais
podem ajudar a traçar o caminho futuro da civilização humana, evitar o colapso
e alcançar a sobrevivência a longo prazo.
Inúmeros documentos vazados na página do WikiLeaks foram
divulgados pelos meios de comunicação de todo o mundo, por se referirem a
assuntos delicados da política internacional e revelarem o comportamento
secreto de governos e empresas. No entanto, pouco foi dito sobre os arquivos
que fazem referência à questão dos óvnis e informações confidenciais mantidas
pelas autoridades a respeito de avistamentos, teorias e precauções em relação à
possibilidade de se encontrar inteligência artificial. Esses são alguns dos
documentos obtidos pela organização dirigida por Julian Assange, que tratam a
temática dos óvnis.
Óvnis russos
Um arquivo de 2006, oriundo da Embaixada dos Estados Unidos
na Lituânia, contém um comentário feito pelo assessor do primeiro-ministro
deste país, que “refletindo a imagem de si mesmo como um patriota lutando
contra a influência russa, adverte sobre a existência de um grupo de pessoas
que são levadas para o leste, um grupo de óvnis que exerce influência do
cosmos”. O arquivo destaca que este assessor, chamado Albinas Januska, possui
uma influência importante no destino do país;
Religião de óvnis
Um par de documentos oriundo da Embaixada dos Estados
Unidos, em Ottawa, e do Consulado Americano em Montreal expressa preocupação em
relação ao crescimento da religião raeliana no Canadá. De acordo com os
documentos, os raelianos, que acreditam que a humanidade foi criada por
extraterrestres como um experimento de laboratório, tinham visitado as escolas
secundárias da província de Quebec para persuadir os católicos romanos a
renunciarem sua fé e planejavam também dar cruzes para os estudantes queimarem.
Outro documento afirma: “o objetivo final dos raelianos é criar vida em um
laboratório, o que tornaria o ser humano imortal”. Isso lhes permitiria
estabelecer outra civilização em outro planeta. Enquanto isso, eles querem
construir uma embaixada em Israel para receber os elohim quando regressassem em
2035. “O grupo também é criticado por promover o uso da genética para
tentativas de eugenia na melhora da raça humana”.
Do Tajiquistão ao cosmos
Um prefeito do Tajiquistão, país da Ásia Central que faz
fronteira com o Afeganistão, Uzbequistão e a China, disse que existe vida em
outros planetas e que são necessárias a paz e a unidade na Terra. De acordo com
o documento, em 2010, o prefeito da cidade de Dushanbe se reuniu com Ken Gross,
embaixador dos EUA. Embora os motivos da reunião fossem outros, o tema óvni
acabou entrando na conversa: “O prefeito confirmou a existência de vida em
outros planetas, advertindo o embaixador ao frisar que temos de nos centrar na
solução de nossos problemas na Terra (...) Disse: sabemos que há vida em outros
planetas, mas, em primeiro lugar, temos que fazer a paz aqui”.
Como é possível fazer a "pega" de elementos materiais sob a ação da força gravitacional, a certa altura do solo (relatos de alturas na faixa de 10 a 20 metros do chão), imprimindo certa velocidade de ascensão, sem "queimar totalmente" o elemento em abdução?
Nos milhares de relatos de
ABDUÇÕES de gado e até de seres humanos, há registros da elevação deles até a
nave raptora. O gado e as pessoas são atraídos por um forte FOCO DE LUZ que sai
da parte inferior do UFO. Então, são elevados até ingresso nos recintos do
objeto. Numa aparente "perda" da ação gravitacional sobre os
elementos materiais e orgânicos abduzidos.
Será uma espécie de atração
fotônica, usando a luz como força de atração?
E como pode isto acontecer, com
extrema força de atração "luminosa", que se converte em ação
mecânica, rompendo os laços da gravidade sobre os abduzidos? A evidência é que
o fator de atração é a LUZ, numa de suas propriedades até então desconhecidas
pela ciência terrestre. E tal foco de luz sai debaixo da estrutura do UFO, em
que se suspeita fazer parte do seu sistema de propulsão. E a LUZ tem
"garras"?
É de se assombrar, pois no caso
de gado, já se viu suspender até 1.000 kg de peso de uma saudável vaca... Em
boa velocidade de ascensão!
Desde os anos 1960, com a
invenção dos Lasers, projeção de luz amplificada colimada em focos ou pontos de
alta concentração, capazes de atingirem elevadas temperaturas, próximas ou mais
das do nosso SOL, a tecnologia dos Lasers se expandiu aos limites de se usarem
feixes de luz para uma infinidade de atividades práticas do trabalho industrial
e laboral humano.
Como é possível fazer a
"pega" de elementos materiais sob a ação da força gravitacional, a
certa altura do solo (relatos de alturas na faixa de 10 a 20 metros do chão),
imprimindo certa velocidade de ascensão, sem "queimar totalmente" o
elemento em abdução? E ainda como pode a LUZ anular os efeitos das forças
atômicas das moléculas compostas dos corpos orgânicos - do gado e das pessoas
em abduções - neutralizando a força da gravidade?
Continua para nós terráqueos um
mistério que não é FEITIÇARIA. É pura TECNOLOGIA...
Entretanto, nos anos 1980 a
ciência terrestre se mostrou capaz de criar as PINÇAS OPTICAS e as TESOURAS DE
LUZ (nestas já temos o domínio com os TERALASERS, que cortam o mais sólido e
denso material do planeta).
Nos UFOs que fazem abduções o que
já se viu foi a manipulação de matéria com partículas de LUZ. Já fazemos o que
se denomina de manipulação de partículas com luz.
A pinça óptica foi proposta em
1970 e realizada 16 anos mais tarde por Arthur Ashkin, do Bell Labs, e é um
instrumento relativamente simples: um feixe de laser monocromático é focalizado
pela objetiva de um microscópio. A luz pode segurar partículas de tamanho da
ordem de 1 até ~ 5 nm (nanômetros), e exercer forças da ordem de 10 elevado a
-12 Newtons.
Houve experiência, com esferas de
poliestireno de 250 de raio manipuladas por uma série de várias armadilhas
ópticas. É possível obter várias armadilhas usando um único feixe laser
combinando o esquema básico com hologramas, técnica conhecida por pinça óptica
holográfica.
A pinça óptica como instrumento
científico se tornou muito importante, com descobertas na biofísica, matéria
condensada e nano fabricação. É uma óptica que permite a manipulação e medida
de propriedades mecânicas de micropartículas, pequenas organelas celulares,
células e também biomoléculas (DNA, RNA, proteínas).
Dentre as aplicações há a
possibilidade de manipular diretamente macromoléculas com a pinça permite
forçar reações químicas mecanicamente para fabricação de nanoestruturas. Como a
luz carrega momento, ao sofrer um desvio de sua trajetória há uma mudança em
momento que corresponde a uma força atuando sobre o objeto — é a pressão da
luz. É possível fazer cálculos usando eletromagnetismo na aproximação da óptica
geométrica para calcular a força da pinça.
Seriam as ‘nossas’ PINÇAS OPTICAS
as tataravós dos FOCOS DE LUZ atratores, dos Ufos, que neutralizam as ações de
outras forças, até da gravidade?
Uma equipe de cientistas da University College, de Londres,
criou um novo equipamento detector de gás metano muito poderoso e capaz de
identificar formas de vida em planetas fora do sistema solar.
Centrando-se na existência de gás metano, a mais simples das
moléculas orgânicas, o equipamento permitirá detectar a molécula a temperaturas
muito superiores às que existem na Terra, o que até agora era impossível.
Para descobrir de que é feito um planeta, os astrônomos
poderão analisar a forma como a atmosfera de um determinado planeta absorve
diferentes cores de luz e comparar depois os dados obtidos com o modelo, um
novo espectro, que identifica a natureza das diferentes moléculas presentes.
Jonatjan Tennyson, um dos autores do estudo, revelou ao ABC
que os modelos já existentes de detector de metano estão incompletos, o que põe
em causa todas as medições já desenvolvidas em alguns planetas.
E assegura que o
"novo modelo terá um grande impacto no futuro para o estudo dos planetas e
estrelas fora do Sistema Solar, o que ajudará os cientistas a identificar
possíveis sinais de vida extraterrestre".
O novo modelo já foi testado e está pronto para ser utilizado.
Os seus criadores garantem que, num futuro próximo, trará
novidades e surpresas nos estudos científicos que procuram formas de vida
espalhadas pela galáxia.
COMO CIENTISTAS ESTÃO DESCOBRINDO CADA VEZ MAIS PLANETAS SEMELHANTES À TERRA?
Onde estão esses ETs? Se apenas na nossa galáxia existem cerca de 200 bilhões de estrelas — nosso sol não passa de uma delas — por que supor que a Terra é o único planeta com vida? Hoje, graças ao trabalho de astrônomos dedicados à caça de “exoplanetas” (aqueles girando em torno de outras estrelas), sabemos que a maioria delas possui um sistema planetário. Juntando essa abundância de outros mundos ao fato de as leis da física e da química serem as mesmas por todo o universo visível, fica difícil imaginar que seríamos tão especiais. Mas como fazer para buscar por vida extraterrestre?
Para astrônomos, estudar o Cosmo é buscar por fontes de luz. Na caça de planetas isso complica, pois eles apenas refletem a luz de suas estrelas, e tendem a ser ofuscados por ela. É como tentar enxergar um mosquito voando em frente a um holofote. Mas esse tipo de empecilho não costuma deter cientistas. Daí que, nos últimos 15 anos, mais de mil exoplanetas foram detectados, usando métodos diversos. Se os primeiros eram bem diferentes da Terra — com massa e tamanho muito maior —, os mais recentes são cada vez mais parecidos. O principal objetivo é encontrar um planeta que seja nosso “primo”: com massa e tamanho semelhantes a Terra, e orbitando a estrela em sua “zona habitável”, a região onde a água, se existir ali, será líquida.
A caça a mundos parecidos usa, essencialmente, dois truques: no primeiro, estudam-se variações no movimento da estrela devido ao puxão gravitacional dos planetas que giram à sua volta. Quando os planetas são bem grandes e giram próximos à estrela (seria o caso de um planeta do tamanho de Júpiter fazendo uma órbita bem próxima, como a de Mercúrio), o efeito é detectável através de variações na luz da estrela, que ora se aproxima, ora se afasta. Esse método inicial detectou muitos planetas gigantes. Foi útil por demonstrar duas coisas: que exoplanetas existem na maioria das estrelas, e que podem ser detectados. Mas não é dos melhores para se achar lugares parecidos com a Terra. É aqui que entra a missão Kepler, da Nasa.
O SATÉLITE É CAPAZ DE MEDIR O MINÚSCULO DECRÉSCIMO NA LUZ DE UMA ESTRELA QUANDO UM PLANETA PASSA EM SUA FRENTE
O satélite Kepler é capaz de medir o minúsculo decréscimo que ocorre na luz da estrela quando um planeta passa na frente, o que chamamos de “trânsito”. Esse método tem tido enorme sucesso e é hoje capaz de detectar não só um como vários planetas. Foi assim que, ano passado, o time da NASA anunciou a descoberta de um sistema planetário girando em torno da estrela Kepler-186, de um tipo que tem metade da massa do Sol e brilho bem mais fraco. Até o momento, cinco planetas foram identificados (e confirmados por telescópios aqui da Terra), incluindo o Kepler-186f, com raio apenas 13% maior que o da Terra. O mais importante é que o planeta gira na zona habitável da estrela: se houver água por lá, dependendo da atmosfera, poderá ser líquida.
Não é o mesmo que detectar vida extraterrestre, mas é um enorme passo adiante. Missões futuras serão capazes de analisar a composição da atmosfera de exoplanetas. Com isso, estaremos bem mais próximos de confirmar a existência de ETs. E, se a atmosfera for bem poluída, saberemos que são inteligentes. Ou acham que são.
*Professor de física e astronomia do Dartmouth College, nos EUA. É vencedor de dois prêmios Jabuti e seu mais novo livro chama-se Criação Imperfeita.
Três objetos voadores não identificados foram vistos caindo do céu em dois locais na diferentes da província de Heilongjiang (China) às 06:00 de sexta-feira 16/05/14.
O governo do condado Yi'an confirmou na tarde que os aldeões de Mengchang ouviram um grande barulho e, em seguida, viu-se uma grande bola de fogo caindo em uma horta que pertence a um morador local.
Fotos tiradas por moradores mostraram que o objeto é uma bola de metal, semicoberta por uma camada com bordas irregulares.
Dois outros objetos semelhantes foram vistos caindo do céu em Baiquan condado vizinho.
O objeto tinha um diâmetro de 70 centímetros e pesava cerca de 40 kg, relatou a China Central Television.
Os dois lugares foram bloqueadas, e uma investigação está em andamento.
Membros de uma equipe de televisão da Austrália registraram dois Óvnis em altíssima velocidade sobre a região de Queenstown na Nova Zelândia, onde filmavam trechos de um filme para um determinado canal de televisão.
A aparição dos dois objetos foi notada quando a equipe antes de exibir o programa começou a editar as imagens capturadas.
A equipe relatou ter notado dois objetos trafegando em altíssima velocidade, da esquerda para a direita.
Ao ver as imagens em câmera lenta, pode-se ver que os Óvnis surgiram detrás de algumas árvores e se dirigiam ao céu, até desaparecerem.
Os produtores até fizeram a conta sobre a possível velocidade dos objetos: 4 mil km/h em 500 metros.
Pesquisando, eles descobriram que a ave mais rápida que existe naquela região é um falcão peregrino que no máximo alcança cerca de 320 km/h, informação que os fez descartar a possibilidade de os objetos na verdade serem de origem animal.
O projeto da fundação B612 quer evitar que um asteroide acabe com o planeta Terra.
Desde 2000, já houve oito impactos de tamanho semelhante à bomba nuclear de Hiroshima, diz Ed Lu.
Entrevistado pela Wired, o astronauta Ed Lu reafirma que um asteroide pode colidir com a Terra e, assim, erradicar a vida humana.
Lu concentra as suas preocupações na fundação B612, que pretende criar um "perímetro de defesa" à volta do planeta, a partir de um telescópio espacial, a que chama de "Sentinela", com lançamento previsto para 2018.
Lu lembra que a Terra tem crateras e se não as vemos é porque elas estão debaixo dos oceanos.
Nada mais terá importância se formos dizimados.
Até porque, diz Lu, os asteroides podem ser tão poderosos quanto uma bomba atómica:
Desde 2000, já houve oito impactos de tamanho semelhante à bomba nuclear de Hiroshima ou maiores.
Neste momento ninguém sabe quando será o próximo impacto.
O ex-astronauta Ed Lu acha que a maior ameaça à nossa existência vem do o ar.
Sua organização sem fins lucrativos, a Fundação B612, quer a criação de um perímetro de defesa ao redor do planeta.
Não contra os estrangeiros, mas sim erradicar a vida destas rochas espaciais “asteroides”, como os que dizimaram os dinossauros do período Cretáceo.
O primeiro passo? Completar um telescópio espacial chamado “Sentinela” financiado em grande parte por doadores privados como Googler Peter Norvig e Reddit CEO Yishan Wong, a instalação tem orçamento baixo apenas alguns cem milhões de dólares o que é muito pouco considerando seu objetivo que é o de salvar cidades inteiras de uma potencial destruição.
Equipado com potentes lentes, perfeitamente adequadas para a missão de pesquisar os céus a fim de localizar estes objetos ameaçadores seu lançamento está previsto para 2018.
Entrevista:
P: O que você tem tanto interesse em asteroides?
R: Passei seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional, de lá você pode notar uma diferença gritante entre a Lua e a Terra, a lua está coberta de crateras, mas a Terra também tem crateras demais você simplesmente não pode vê-las porque eles estão debaixo dos oceanos. Então para quem sabe alguma coisa sobre o espaço e saber que a probabilidade de isso acontecer é algo que você tem que resolver.
Desde o ano 2000, já houve oito impactos com potencia próxima a da bomba lançada em Hiroshima ou maiores, e o fato de que os asteroides poderão atingir aleatoriamente nossa Terra significa muito, significa que você está aqui basicamente com tempo emprestado. Você nunca sabe quando o próximo impacto irá acontecer.
Eu pensava que a NASA já estava em cima disso. Nós informamos toda a humanidade sobre ter encontrado cerca de 10.000 desses asteroides, apoiados principalmente pela NASA.
Eles têm um telescópio lá em cima chamado Neowise, recentemente foi reativado para estudar a refletividade de asteroides próximos da Terra, mas não é otimizado para encontrar um grande número deles, apenas cerca de 50 deles ao ano. Sentinela vai encontrar e monitorar 200 mil em seu primeiro ano.
E há cerca de um milhão deles lá fora, grandes o suficiente para destruir uma grande cidade.
Portanto, temos um longo caminho a percorrer, e é isso que Sentinela vai fazer.
Estamos tentando proteger a Terra, e não ficar fazendo estudos científicos sobre asteroides.
E se for verdade que a grande maioria das pessoas não seria prejudicadas, porque eles explodem em altitudes elevadas em áreas despovoadas, nem todos os lugares da Terra são despovoados.
Seu funcionamento.
P: E como funciona? Como Sentinela funciona?
R: Asteroides são escuros, quase negros ou cor de carvão eles não refletem muita luz.
A função do Sentinela será de varrer o céu com sistema infravermelho, verificando de hora em hora, fazendo isso de novo no dia posterior, e em seguida repetir o processo que a cada 26 dias.
Esse detector de imagem infravermelho, aliás, que é o coração e a alma da tal coisa, é apenas do tamanho de uma folha de papel.
Ao olhar para várias imagens, o Sentinela pode medir as velocidades dos asteroides em até um milímetro por segundo, o que é incrível.
Depois, você pode calcular suas trajetórias e saber se algum deles irá nos atingir.
Formula de Cálculo
P: E o quão rápido eles estão indo, exatamente?
R: Normalmente um asteroide está se movendo a mais ou menos na mesma velocidade que a Terra.
A Terra se move cerca de 65.000 quilômetros por hora.
Isso é cerca de 1,6 milhões de quilômetros por dia, certo? Então, em um mês ele vai viajar quase 50 milhões de milhas.
P: E se eles estiverem em rota de colisão com a Terra o que fazer?
R: Essa é a parte fácil, para mudar o curso do asteroide você só precisa mudar a velocidade dele, cerca de um milímetro por segundo isso bastaria para evitar uma colisão direta. Então é só correr para o asteroide com uma pequena nave espacial.
P: Isso não parece tão fácil!!!
R: Sim, a parte mais difícil será a de viabilizar um modelo adequado. Mas quando você encontra algo que realmente vai atingir a Terra, como você contabilizara isso?
Você faz e as pessoas pagam para os dados? É por isso que nós estamos fazendo isso como uma organização sem fins lucrativos.
O outro desafio é a natureza humana, as pessoas enterram a cabeça na areia.
Será que Nova Orleans sabe que um próximo grande furacão destruiria aquela cidade?
Estudo revela que a probabilidade de um asteroide com potencial destrutivo atingir a Terra é bem maior do que o que se imagina.
Uma entidade não governamental que monitora explosões nucleares detectou a entrada de 26 asteroides na atmosfera terrestre entre 2000 e 2013.
A Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares divulgou uma animação que simula a queda de corpos rochosos e metálicos no nosso planeta para aumentar a conscientização popular sobre a ameaça que eles representam.
A fundação B612, que estuda essas formações rochosas do espaço, diz que asteroides grandes o bastante para destruir uma cidade podem atingir a Terra a cada cem anos.
A NASA já possui um programa em andamento que monitora corpos no espaço com mais de 1 quilômetro de diâmetro.
Mas a B612 pretende lançar, em 2018, um telescópio infravermelho criado especificamente para detectar potenciais ameaças.
Uma rocha de 40 metros de diâmetro, por exemplo, pode destruir uma cidade.
No ano passado, um asteroide bem menor explodiu no céu de Chelyabinsk, na Rússia, causando um grande impacto.
Mais de mil pessoas ficaram feridas com pedaços de vidro e destroços que voaram pelos ares.
VÍDEO SIMULADOR COM ALGUNS PONTOS DE IMPACTO DETECTADOS
(em inglês)
O objeto voador projeta um filete
de luz azulado e se aproxima da estrada. O motor do carro morre. A tentativa de
dar partida é em vão. O homem tenta uma fuga a pé, tão inútil quanto
desesperada. A nave lança uma espécie de esteira, que passa sob os seus pés.
Ele é tragado em direção ao objeto e logo se vê em uma sala ovalada, o corpo
preso por cintas sobre um assento de encosto alto, as mãos presas por
braceletes.
No corpo um macacão cheio de fios
metálicos, na cabeça uma espécie de capacete com visor. Lá fora vê casas com
telhados altos e bem inclinadas, torres de igrejas. De repente, do vale que
avista, vê brotar do chão um óvni em forma de ovo, que, acompanhado de uma
nuvem branca, se eleva nos ares até próximo de onde se encontra. E que lugar é
esse? Essa é parte da descrição de um dos mais impressionantes relatos de
abdução registrados pela ufologia brasileira. O que exatamente o catanduvense
Onílson Pátero vivenciou há 40 anos, completados neste próximo dia 26, é um
mistério ainda longe de ser desvendado.
Seu Onílson morreu em agosto de
2008, aos 75 anos, apenas sete meses após o Diário fazer uma entrevista
exclusiva com ele, em sua casa em Catanduva, na qual ele falou sobre sua
incrível aventura. Agora, quatro décadas depois, a filha Samara Pátero prepara
uma exposição, que deve rodar cidades da região de Rio Preto, para este segundo
semestre. O objetivo é resgatar os fatos em torno daquele 26 de abril de 1974 vividos pelo pai, o qual
ela considera ter sido um privilegiado pelo que passou.
Seu Onílson deixou registrados
dois casos de abdução, com intervalo de um ano entre um e outro. Mas é este, de
quatro décadas atrás, o mais intrigante e tido pelos ufólogos como um dos casos
mais contundentes que se têm notícia pela coerência nos muitos depoimentos que
ele deu à época, com poucas divergências entre os relatos.
Tão rumoroso que chegou a ser
monitorado pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social), após o delegado
que cuidou do caso enviar ofício ao então chefe do Serviço de Informações Romeu
Tuma para saber se o catanduvense pertencia a algum departamento de “assuntos
espaciais”. Prova de que o órgão oficial de repressão durante o regime militar
não estava de olho somente em suspeitos aqui na terra. Tinha interesse também
em qualquer movimentação estranha nos céus do Brasil.
A captura
A saga do seu Onílson começou naquele que teria tudo para ser
mais um na rotina de um vendedor. Ele negociava livros didáticos e viajava
muito pelo Estado.
Almoçou mais cedo e avisou a
mulher, dona Lourdes, que tinha compromisso na cidade de Júlio de Mesquita,
aproximadamente 160 quilômetros de Catanduva.
Despediu-se da mulher, deu um beijo
nas filhas Samara e Silvana e partiu. Ninguém imaginava o quanto custaria para
que se reencontrassem.
Já à noite, terminado o trabalho,
ele saía de Marília de volta pra casa quando a 15 quilômetros de Guarantã, da
janela do Fusca, avistou uma luminosidade azulada correndo paralelamente ao
longo dos fios de energia da Cesp. Era, de acordo com ele, um objeto voador não
identificado (óvni). Capturado e levado ao interior da nave, vivenciou
experiências registradas tanto em sucessivas entrevistas dadas a pesquisadores
quanto em sessões de hipnose regressiva, com acompanhamento de membros da
Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) e até da
Aeronáutica.
Extraterrestre, marciano?
Por quase uma semana a família
Pátero ficou sem notícias do vendedor. Seu desaparecimento já tinha sido
registrado à polícia. Encontraram o carro no acostamento da estrada, perto da
porteira da fazenda Água Santa, não muito distante de Guarantã. No interior do
Fusca a mala de seu Onílson, com documentos, cheques e dinheiro. Tudo intacto,
o que só fez aumentar o mistério e levou a família a pensar no pior.
Enquanto as buscas em solo paulista
se mostravam infrutíferas, a imprensa capixaba começava a espalhar a notícia de
um homem que havia caído de um disco voador. Encontrado desorientado, sujo e
cheio de carrapichos por um fazendeiro local em morro de Colatina, cidade do
Espírito Santo a 1,2 mil quilômetros de Catanduva, Pátero só falava frases
soltas sobre os momentos que diz ter passado no interior do óvni.
Nem mesmo se dava conta de que haviam
transcorrido cinco dias entre o “rapto” pelo óvni e seu aparecimento em terras
distantes. No morro em que surgiu misteriosamente deixou inscrito suas iniciais
- “OP” - como uma pista para o caso de não ser encontrado. Chamado de marciano,
de “homem que viajou no disco voador”, via chegar ao fim seu pesadelo. E
começava o mistério que permanece até hoje.
Notícia correu o Brasil, Alemanha e França.
As duas abduções de Onílson foram
tema de reportagens em jornais brasileiros e ganharam destaque em publicações
de países europeus, como Alemanha e França, lembra a filha. Samara conta que
tinha 13 anos na época em que tudo aconteceu. Ela e a irmã Silvana afirmam que
sofreram muito. “A gente acaba evitando falar no assunto, por medo de sermos
vistos como loucos. As abduções são mais comuns do que se imagina, mas muitos
não revelam por vergonha.”Ela se lembra do drama vivido pela
família quando o pai desapareceu na região de Marília. Até seu reaparecimento,
no Espírito Santo, conviveram com toda angústia da espera. “Vivemos momentos
muito tensos a partir daí, pois muita gente queria falar conosco. Recebemos a
visita até da Gal Costa, que gostava muito do tema, além de muitos ufólogos que
vieram pesquisar o caso do meu pai.”Dentre os pesquisadores, estiveram
presentes Jorge Nery, do Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais de
Araçatuba, o mesmo que investigou os sinais nos canaviais de Riolândia. O caso
também foi investigado por uma das mais prestigiadas instituições de pesquisa
ufológica do País, a Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores. E
chegou até o Dops pelo delegado do caso, que solicitava informações a respeito
do seu Onílson e das pessoas que o pesquisavam, a fim de saber se integravam
algum departamento oficial de “assuntos espaciais” e se podiam oferecer algum
esclarecimento sobre o homem que disse haver viajado num disco voador.
DEPOIMENTO
Eu vi um homem realmente convicto.
Marival Correa
O que levaria um homem de 75 anos,
trabalhador, pai-avô, que depende de sua boa reputação e de sua credibilidade
para fechar seus negócios, a criar uma história sobre abdução e experiências em
um disco voador? Quando estive diante de seu Onílson Pátero, em janeiro de
2008, essa foi a principal pergunta que tinha em mente. Para passar de
“contador de causo” à pecha de maluco, mentiroso e adjetivos equivalentes seria
um pulo. Um risco grande demais que não compensaria qualquer suposta tentativa de
marketing pessoal ou intenção de se promover.
E o que vi foi um homem convicto,
resoluto. Um homem íntegro, com sinceridade expressa no olhar e com a arma mais
importante de quem acredita na causa que defende a verdade. Ouvia cada
questionamento atentamente e respondia com paciência e firmeza. O que pude
concluir é que algum fenômeno, algo inexplicável, pode sim ter acontecido com
ele.
No interior da nave, fios em forma de teias e um ‘clone’.
Seu Onílson descreve o interior da
nave espacial, pela qual diz ter sido abduzido, como um local complexo dotado
de muitas salas e equipamentos. Ao emaranhado de fios, responsáveis por gerar
intensa luminosidade no ambiente, ele deu o nome de teias de aranha, dispostas
em três e até quatro camadas. As luzes eram esféricas, ora completamente
expostas, ora inseridas em tubos. Havia ainda nas paredes de três a quatro
pontos luminosos intermitentes, “do mesmo modo como se vê numa tela de TV ao
ser desligada”, descreveu.
Não constam relatos sobre a que
tipo de experiência teria sido submetido durante a abdução, nem uma descrição
de como seriam as criaturas. Contou, porém, que foi levado por três seres
encapuzados a um dos compartimentos do óvni, onde foi amarrado com cintas de
aço atadas à uma cadeira metálica. Diz que trocou de roupa e vestiu uma espécie
de macacão recoberto por fios e que foi analisado por meio de instrumentos e de
luzes.
O clone
Em seguida, ainda preso à cadeira, lembra-se
de estar com um capacete dotado de um pequeno visor. Viu uma série de
indivíduos em fila indiana passarem à sua frente. Eles estavam postados ora de
frente, ora de lado, mas sempre cobertos por capuzes que se constituíam num
prolongamento da própria roupa que vestiam, o que impedia fazer qualquer tipo
de descrição detalhada sobre como eram. Lembra apenas que “alguns tinham
aspectos humanos”.
O único que não estava oculto pela
vestimenta era o último da fila. Um susto enorme para o vendedor. Segundo ele,
aquele ser era uma cópia exata dele. Vestia as mesmas roupas que usava quando
foi abduzido e até os óculos eram iguais. Como isso seria possível? Seria o
primeiro caso de clonagem humana durante uma abdução? Nem mesmo seu Onílson
tinha respostas, quando questionado tanto pelos pesquisadores quanto pela
reportagem, há seis anos, poucos meses antes de sua morte.
A descida
Um dos últimos episódios de que se
lembra, dentro da nave, foi ainda estar com braceletes de aspecto metálico,
amarelados e opacos, nos pulsos e nos tornozelos, que não o incomodavam. Depois
de ter sido colocado num tipo de urna, parecendo de isopor, embutida no piso e
onde havia lugar para todo o corpo se acomodar anatomicamente.
Não soube precisar por quanto tempo
ficou nessa urna, aliás a partir daí disse não se lembrar de mais nada. Só sabe
que ao recobrar a consciência já estava novamente vestido com a sua própria
roupa e em outro compartimento mais espaçoso. Depois diz ter sido desembarcado
do objeto pela mesma esteira que o capturou no início da experiência. Contou
que foi colocado de forma suave sobre o chão. Seu Onílson notou que era noite
alta e que estava sobre um morro. Dali ainda observou a partida do estranho
objeto. Restava a ele saber onde estava e tentar entender tudo o que havia
acontecido. Mas quem acreditaria?
Rijnmond TV News, na Holanda está
transmitindo um vídeo interessante um Óvni capturado por um homem na cidade de Maassluis.
O objeto parece ser um grande objeto
azul em forma de lente e não tem meios aparentes de propulsão.
Maassluis está a poucos
quilômetros ao sul de Haia, numa área perto de Rotterdam chamada Rijnmond na
foz do rio Reno.
Este vídeo foi capturado por um residente
Maassluis de nome Dick Smits por volta das 14:25 horas de sexta-feira 11/04/14
.
De acordo com Dick Smits, o
objeto pairava no ar em silêncio ficou lá por um longo tempo antes de
desaparecer nas nuvens.
Aparentemente o objeto tem um
fundo ligeiramente curvado e um topo abobadado.
Não fez nenhum movimento brusco,
o que poderia indicar um objeto inflável.
No entanto, no ângulo ao qual sua
imagem foi capturada e não aparenta ter
a forma de um balão.
Traduzir a notícia deste vídeo via
Google é difícil, mas pelo que percebo Smits parece acreditar que o universo é
cheio de vida extraterrestre e que estamos próximos de mais avistamentos de ÓVNIs
.
Se você souber holandês, deixe-nos
saber o que mais Smits está dizendo, e tente saber se essa afirmação é correta.
Por aqui estamos analisando o fato exaustivamente assim que obtivermos respostas
lançaremos considerações neste mesmo post.
Caso contrário, diga-nos o que
você pensa sobre esta captura deste interessante vídeo.
A revista norte-americana Science informou em 17/04/14 que astrônomos anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido.
"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de outra estrela", ressaltou a astrônoma Elisa Quintana, do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana (Nasa). Ela integra a equipe internacional que conduziu a investigação.
O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186 e se localiza na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", de acordo com a astrônoma. Essa zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida – que depende da presença de água – tem mais probabilidade de se desenvolver ali.
O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas de tamanho próximo ao da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.
Entre os cerca de 1,7 mil exoplanetas já detectados, em 20 anos, duas dezenas estão ao redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos desses planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos. Localizado na Constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vênus.
Em fevereiro, a Nasa anunciou que o telescópio Kepler tinha detectado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra. A maioria desses novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos.
O Kepler foi lançado em 2009 para detectar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, localizadas nas constelações do Cisne e Lira, bem como encontrar planetas-irmãos da Terra.
Mais de 200
cientistas foram convidados para debater o tema...
Nesta terça-feira (18) o Observatório do Vaticano —
instituição astronômica da Santa Sé — inicia uma conferência científica para
tentar encontrar vida em outros planetas.
O tema do evento é “A Busca por Vida Além do Sistema Solar.
Exoplanetas, Bioassinaturas e Instrumentos” e para discutir a possibilidade de
vida extraterrestre mais 200 cientistas foram convidados.
Entre os cientistas estará o brasileiro Eduardo Janot
Pacheco, da Universidade de São Paulo, que falará sobre a “zona habitável”
dizendo que o recorte é muito limitado para buscar por vida fora da Terra.
A zona habitável é uma região do sistema planetário em que
um mundo recebe a quantidade certa de radiação da estrela para permitir a
existência de água líquida em sua superfície.
O brasileiro defende o conceito
de “zona extremófila” que é mais amplo, nesses locais criaturas seriam capazes
de sobreviver, evoluir e proliferar.
Os debates acontecerão até a próxima sexta-feira (21) tendo
também a participação de nomes como Steven Benner, que pesquisa sobre a origem
da vida, e Sara Seager, que coordena uma pesquisa sobre a possibilidade de uma
biosfera alienígena em planetas fora do Sistema Solar.
A iniciativa da Igreja Católica em estudar a possibilidade
de vida extraterrestre chamou a atenção de cientistas, pois durante anos os
cientistas Galileu e Giordano Bruno foram condenados por revelarem alguns dos
mistérios do universo.
Alguns oficiais e cientistas dizem que extraterrestres vivem "entre nós"
e que podemos entrar em contato com eles (Shutterstock)
Alguns oficiais e cientistas afirmam que seres
extraterrestres vivem entre nós, que nós podemos entrar em contato com eles no
cotidiano ou que eles podem até estar dentro de nossos corpos.
DECLARAÇÕES:
1. Ex-ministro de defesa do Canadá...
No inicio deste mês, o ex-ministro de defesa do Canadá Paul
Hellyer disse ao RT que ele acredita que há aliens entre nós: “Eu tenho pegado
(informações) de várias fontes de que há por volta de 80 espécies diferentes, e
alguns deles são tão parecidos conosco que podemos encontrar um deles na rua
sem saber”.
2. Paul Davies, Universidade do Estado do Arizona...
O premiado físico Paul Davies disse que a vida alienígena
pode estar “bem debaixo de nosso nariz, ou até mesmo em nossos narizes”.
Ele disse à CBS News que há micróbios de fora da Terra que
podem estar agora em nosso planeta, ou mesmo em nossos corpos. Ele também
afirmou que a vida pode ter se desenvolvido várias vezes na Terra, e não apenas
uma, e que a vida de diferentes períodos de tempo podem ser alienígenas.
3. Dr. Robert Gaveta,
Universidade do Norte de Kentucky...
O Dr. Robert Trundle, professor
de filosofia da Universidade do Norte de Kentucky, disse ao Cincinnati Post em
2004 que ele foi “evitado” por suas opiniões sobre extraterrestres. Ele
escreveu um livro intitulado “Estariam ETs aqui? Não politicamente, mas sim
cientificamente e teologicamente”.
Ele disse ao jornal The Post: “Os
ETs existem a partir de uma perspectiva política? Não, porque o governo tem
medo do choque cultural e do pânico público. Para o governo reconhecer a
existência de seres extraterrestres aqui, ele iria acabar admitindo que não
pode nos proteger deles.”
“Cientificamente, eu argumento
que milhares de relatos de testemunhas não podem ser simplesmente descartados.
Eu estou falando sobre pilotos que se manifestaram, mesmo sabendo que isso
significaria que eles tivessem que passar por exames psiquiátricos como
resultado direto”.
4. Chefe do Instituto de
Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária...
Latchezar Filipov, diretor do
Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária, disse ao
Toronto Star em 2009: “Nós enviamos (aos aliens) 30 perguntas sobre problemas
globais,… e agora temos algumas respostas.”.
Ele não disse como as perguntas
foram enviadas, mas afirmou que as respostas vieram como pictogramas em
círculos nas plantações.
Acredita-se que os aliens
disseram a Filipov e sua equipe que as tentativas da pesquisa sobre
inteligência extraterrestre para detectar aliens falharam devido ao “campo
magnético”. Filipov também disse, de acordo com o jornal The Telegraph, que
“aliens estão atualmente ao redor de nós, e que estão nos observando o tempo
todo”.
Filipov tem trabalhado em uma
missão da espaçonave do MIR, e ocupou cargos de alta patente na astrofísica.