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BURACO NEGRO

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

SIMPÓSIO DE ASTROBIOLOGIA ESTUDA POSSIBILIDADES DE VIDA EXTRATERRESTRE...

Uma abordagem racional para se achar vida além da Terra é a pauta principal deste simpósio...





Como pode a humanidade se preparar para a descoberta de vida, microscópica ou complexa, fora da Terra? Cientistas, historiadores, filósofos e teólogos de todo o mundo irão se juntar na Biblioteca do Congresso do Centro John W. Kluge por dois dias em setembro para discutir o assunto.

"Preparando para a Descoberta: Uma Abordagem Racional para o Impacto de achar Vida Microscópica, Inteligente ou Complexa além da Terra" acontecerá nos dias 18 e 19 de Setembro, em Washington, DC. O simpósio é grátis e aberto ao público e pode ser assistido online no site da nasa.

"A ciência da astrobiologia revelou novas descobertas sobre as condições e possibilidades para a vida, tanto seres extremófilos (isto é, organismos que conseguem sobreviver ou até necessitam de condições geoquímicas extremas, prejudiciais à maioria das outras formas de vida na Terra) na Terra e planetas potencialmente habitáveis", disse Steven J. Dick, astrônomo da NASA, que será o apresentador e mediador da mesa. "A possibilidade de que a existência de organismos, complexos ou não, sejam descobertos nos leva a perguntar se estamos preparados para tal conhecimento”, completa Steven.

Quatro painéis irão estudar as implicações históricas, filosóficas, teológicas e sociais da astrobiologia, incluindo o estudo da origem da vida e o futuro dela.

O tema é tão importante que o Fórum Econômico Mundial, por exemplo, já chegou a discutir essa possibilidade.

Para mais informações sobre os painéis, o programa pode ser conferido aqui (em inglês).





COSMONAUTAS RUSSOS LANÇAM NANO SATÉLITE PARA ENCONTRAR CIVILIZAÇÕES EXTRATERRESTRES...

Os astronautas da Estação Espacial Internacional lançaram neste 18 de Agosto o nano satélite peruano-russo empenhado na busca por vida extraterrestre.

A saída de Oleg Skvortsov Alexandr Artemiev e o cosmos duraram cerca de 6 horas. Sua tarefa era montar o equipamento científico para realizar várias operações técnicas e manualmente iniciar o nano satélite, chamado 'Chasqui 1'.

O nano satélite pesa apenas um quilo e cabe facilmente em uma das mãos.

O dispositivo é o resultado de uma colaboração entre alunos do Peru e a Rússia tem três anos.

Antes de ser enviado para a Estação Espacial Internacional, o equipamento teve que superar uma série de testes.

O Chasqui 1 carrega uma câmera embutida e tirou fotos da superfície da Terra para transmitir dados científicos sobre fenômenos atmosféricos.


Mas isso não é tudo: o satélite tem todos os tipos de informações podendo ser transmitidos como uma mensagem de espaço para outras civilizações extraterrestres. 





Fonte: RT

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

CROPS CIRCLES ESTÃO APARECENDO COM MAIS INCIDÊNCIA...

Impressionante... Nos últimos meses confecções de Crops Circles vem aparecendo com mais incidência nas lavouras do mundo todo. 

Seus significados ainda são uma incógnita forma de comunicação visual criadas pelos nossos vizinhos.

Muitos tentam criar uma fórmula para traduzir e elucidar com exatidão os significados destes desenhos que começamos a ter uma visão mais ampla à partir da década de 1930. 



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ALIENS PODEM DESTRUIR A HUMANIDADE PARA PROTEGER OUTRAS CIVILIZAÇÕES, DIZEM CIENTISTAS...

Os aumentos das emissões de efeito estufa poderiam dica aliens que somos uma ameaça em rápida expansão, adverte um relatório.

Quando eles veem que é uma bagunça que fizemos do nosso planeta, os extraterrestres podem ser forçados a tomar medidas drásticas.

Não pode figurar como a razão mais atraente para reduzir gases de efeito estufa, mas reduzindo nossas emissões pode salvar a humanidade de um ataque alienígena preventiva, os cientistas afirmam.

Observando de longe, seres extraterrestres podem visualizar as alterações na atmosfera da Terra como um sintoma de uma civilização crescer fora de controle - e tomar medidas drásticas para manter-nos de tornar-se uma ameaça mais séria, explicam os pesquisadores.

Este cenário altamente especulativo é um dos vários descritos por um cientista da Nasa  e seus colegas filiados na Pennsylvania State University que, embora considerada improvável, dizem eles poderiam jogar fora eram seres humanos e vida alienígena a fazer contato em algum momento no futuro.

Shawn Domagal-Goldman de Divisão de Ciência Planetária da Nasa e seus colegas compilaram uma lista de resultados plausíveis que poderiam se desdobrar na sequência de um encontro próximo, para ajudar a humanidade "se preparar para o contato real".

Em seu relatório, entraria em contato com extraterrestres beneficiar ou prejudicar a Humanidade? Uma análise de cenário, os pesquisadores dividem contatos alienígenas em três grandes categorias: benéficos, neutros ou nocivos.

Encontros benéficos vão desde a mera detecção de inteligência extraterrestre (ETI), por exemplo através da intercepção de transmissões alienígenas, para entrar em contato com organismos de cooperação que nos ajudam a aumentar o nosso conhecimento e resolver problemas globais como a fome, a pobreza e as doenças.

Outro resultado benéfico os autores entreter vê a humanidade triunfo sobre um mais poderoso agressor alienígena, ou mesmo ser salvo por um segundo grupo de ETs. "Nessas situações, os benefícios à humanidade, não só da grande vitória moral de ter derrotado um rival assustador, mas também a oportunidade de tecnologia para fazer engenharia reversa ETI", escrevem os autores.

Outros tipos de encontro próximo podem ser menos gratificantes e deixar grande parte da sociedade humana sentindo indiferente perante a vida alienígena. Os extraterrestres podem ser muito diferentes de nós para se comunicar com proveito. Eles podem convidar a humanidade a participar da "Galactic Club" apenas para os requisitos de entrada a ser demasiado burocrático e tedioso para os seres humanos a incomodar. Eles poderiam até mesmo se tornar um incômodo, como os presos, criaturas camarão-like que são mantidos em um campo de refugiados no filme 2009 Sul-Africano, District 9 , o relatório explica.

Os resultados mais desagradáveis ​​surgiriam se extraterrestres causaram danos à humanidade, mesmo que por acidente. Enquanto os estrangeiros podem chegar para comer, escravizar ou atacar-nos, o relatório acrescenta que as pessoas possam também sofrem de ser esmagado fisicamente ou através da contratação de doenças transmitidas pelos visitantes. Em incidentes especialmente infelizes, a humanidade poderia ser dizimado quando uma civilização mais avançada liberta acidentalmente uma inteligência artificial hostil, ou realiza uma experiência catastrófica física que torna uma parte da galáxia inabitável.

Para reforçar as chances de sobrevivência da humanidade, os pesquisadores pedem cautela no envio de sinais para o espaço, e, em particular, alertam contra difusão de informação sobre a nossa constituição biológica, o que poderia ser usado para fabricar armas que têm como alvo os seres humanos. Em vez disso, qualquer contato com ETs deve ser limitado ao discurso matemático "até que tenhamos uma ideia melhor do tipo de ETI estamos lidando."

Os autores advertem que os extraterrestres podem ser cautelosos com civilizações que se expandem muito rapidamente, uma vez que estas podem estar propensos a destruir outra vida à medida que crescem, assim como os seres humanos levaram à extinção espécies na Terra. No cenário mais extremo, aliens podem optar por destruir a humanidade para proteger outras civilizações.

"Um ataque preventivo seria particularmente provável nas primeiras fases da nossa expansão, porque uma civilização pode tornar-se cada vez mais difícil de destruir, uma vez que continua a se expandir. Humanidade pode agora estar entrando no período em que sua expansão civilizacional rápida pode ser detectado por uma ETI porque a nossa expansão está mudando a composição da atmosfera da Terra, através de emissões de gases de efeito estufa ", afirma o relatório.

Alienígenas "verdes" podem opor-se ao dano ambiental os seres humanos têm causado na Terra e nos eliminar para salvar o planeta. "Esses cenários dão-nos razão para limitar o nosso crescimento e reduzir o nosso impacto sobre os ecossistemas globais. Seria particularmente importante para nós limitar as emissões de gases de efeito estufa, uma vez que a composição atmosférica pode ser observada a partir de outros planetas," escrevem os autores.

Mesmo que nunca fazer contato com extraterrestres, o relatório argumenta que, considerando os cenários potenciais podem ajudar a traçar o caminho futuro da civilização humana, evitar o colapso e alcançar a sobrevivência a longo prazo.

Fonte: Ufociência

MENSAGEM PLEIDIANA 2012 - CHAMADO PARA ACORDAR A FAMÍLIA DA LUZ...





ARQUIVOS DO WIKILEAKS QUE VAZARAM POSSUEM INFORMAÇÕES CONFIDENCIAIS SOBRE ÓVNIS...


Inúmeros documentos vazados na página do WikiLeaks foram divulgados pelos meios de comunicação de todo o mundo, por se referirem a assuntos delicados da política internacional e revelarem o comportamento secreto de governos e empresas. No entanto, pouco foi dito sobre os arquivos que fazem referência à questão dos óvnis e informações confidenciais mantidas pelas autoridades a respeito de avistamentos, teorias e precauções em relação à possibilidade de se encontrar inteligência artificial. Esses são alguns dos documentos obtidos pela organização dirigida por Julian Assange, que tratam a temática dos óvnis.

Óvnis russos

Um arquivo de 2006, oriundo da Embaixada dos Estados Unidos na Lituânia, contém um comentário feito pelo assessor do primeiro-ministro deste país, que “refletindo a imagem de si mesmo como um patriota lutando contra a influência russa, adverte sobre a existência de um grupo de pessoas que são levadas para o leste, um grupo de óvnis que exerce influência do cosmos”. O arquivo destaca que este assessor, chamado Albinas Januska, possui uma influência importante no destino do país;

Religião de óvnis

Um par de documentos oriundo da Embaixada dos Estados Unidos, em Ottawa, e do Consulado Americano em Montreal expressa preocupação em relação ao crescimento da religião raeliana no Canadá. De acordo com os documentos, os raelianos, que acreditam que a humanidade foi criada por extraterrestres como um experimento de laboratório, tinham visitado as escolas secundárias da província de Quebec para persuadir os católicos romanos a renunciarem sua fé e planejavam também dar cruzes para os estudantes queimarem. Outro documento afirma: “o objetivo final dos raelianos é criar vida em um laboratório, o que tornaria o ser humano imortal”. Isso lhes permitiria estabelecer outra civilização em outro planeta. Enquanto isso, eles querem construir uma embaixada em Israel para receber os elohim quando regressassem em 2035. “O grupo também é criticado por promover o uso da genética para tentativas de eugenia na melhora da raça humana”.

Do Tajiquistão ao cosmos

Um prefeito do Tajiquistão, país da Ásia Central que faz fronteira com o Afeganistão, Uzbequistão e a China, disse que existe vida em outros planetas e que são necessárias a paz e a unidade na Terra. De acordo com o documento, em 2010, o prefeito da cidade de Dushanbe se reuniu com Ken Gross, embaixador dos EUA. Embora os motivos da reunião fossem outros, o tema óvni acabou entrando na conversa: “O prefeito confirmou a existência de vida em outros planetas, advertindo o embaixador ao frisar que temos de nos centrar na solução de nossos problemas na Terra (...) Disse: sabemos que há vida em outros planetas, mas, em primeiro lugar, temos que fazer a paz aqui”.

Fonte: History

segunda-feira, 14 de julho de 2014

A POSSÍVEL CONVERGÊNCIA DA TECNOLOGIA TERRESTRE COM A CIÊNCIA ALIENÍGENA DOS FOCOS DE LUZES DOS UFOS...

Como é possível fazer a "pega" de elementos materiais sob a ação da força gravitacional, a certa altura do solo (relatos de alturas na faixa de 10 a 20 metros do chão), imprimindo certa velocidade de ascensão, sem "queimar totalmente" o elemento em abdução?




Nos milhares de relatos de ABDUÇÕES de gado e até de seres humanos, há registros da elevação deles até a nave raptora. O gado e as pessoas são atraídos por um forte FOCO DE LUZ que sai da parte inferior do UFO. Então, são elevados até ingresso nos recintos do objeto. Numa aparente "perda" da ação gravitacional sobre os elementos materiais e orgânicos abduzidos.

Será uma espécie de atração fotônica, usando a luz como força de atração?

E como pode isto acontecer, com extrema força de atração "luminosa", que se converte em ação mecânica, rompendo os laços da gravidade sobre os abduzidos? A evidência é que o fator de atração é a LUZ, numa de suas propriedades até então desconhecidas pela ciência terrestre. E tal foco de luz sai debaixo da estrutura do UFO, em que se suspeita fazer parte do seu sistema de propulsão. E a LUZ tem "garras"?

É de se assombrar, pois no caso de gado, já se viu suspender até 1.000 kg de peso de uma saudável vaca... Em boa velocidade de ascensão!

Desde os anos 1960, com a invenção dos Lasers, projeção de luz amplificada colimada em focos ou pontos de alta concentração, capazes de atingirem elevadas temperaturas, próximas ou mais das do nosso SOL, a tecnologia dos Lasers se expandiu aos limites de se usarem feixes de luz para uma infinidade de atividades práticas do trabalho industrial e laboral humano.

Como é possível fazer a "pega" de elementos materiais sob a ação da força gravitacional, a certa altura do solo (relatos de alturas na faixa de 10 a 20 metros do chão), imprimindo certa velocidade de ascensão, sem "queimar totalmente" o elemento em abdução? E ainda como pode a LUZ anular os efeitos das forças atômicas das moléculas compostas dos corpos orgânicos - do gado e das pessoas em abduções - neutralizando a força da gravidade?

Continua para nós terráqueos um mistério que não é FEITIÇARIA. É pura TECNOLOGIA...

Entretanto, nos anos 1980 a ciência terrestre se mostrou capaz de criar as PINÇAS OPTICAS e as TESOURAS DE LUZ (nestas já temos o domínio com os TERALASERS, que cortam o mais sólido e denso material do planeta).

Nos UFOs que fazem abduções o que já se viu foi a manipulação de matéria com partículas de LUZ. Já fazemos o que se denomina de manipulação de partículas com luz.

A pinça óptica foi proposta em 1970 e realizada 16 anos mais tarde por Arthur Ashkin, do Bell Labs, e é um instrumento relativamente simples: um feixe de laser monocromático é focalizado pela objetiva de um microscópio. A luz pode segurar partículas de tamanho da ordem de 1 até ~ 5 nm (nanômetros), e exercer forças da ordem de 10 elevado a -12 Newtons.

Houve experiência, com esferas de poliestireno de 250 de raio manipuladas por uma série de várias armadilhas ópticas. É possível obter várias armadilhas usando um único feixe laser combinando o esquema básico com hologramas, técnica conhecida por pinça óptica holográfica.

A pinça óptica como instrumento científico se tornou muito importante, com descobertas na biofísica, matéria condensada e nano fabricação. É uma óptica que permite a manipulação e medida de propriedades mecânicas de micropartículas, pequenas organelas celulares, células e também biomoléculas (DNA, RNA, proteínas).

Dentre as aplicações há a possibilidade de manipular diretamente macromoléculas com a pinça permite forçar reações químicas mecanicamente para fabricação de nanoestruturas. Como a luz carrega momento, ao sofrer um desvio de sua trajetória há uma mudança em momento que corresponde a uma força atuando sobre o objeto — é a pressão da luz. É possível fazer cálculos usando eletromagnetismo na aproximação da óptica geométrica para calcular a força da pinça.

Seriam as ‘nossas’ PINÇAS OPTICAS as tataravós dos FOCOS DE LUZ atratores, dos Ufos, que neutralizam as ações de outras forças, até da gravidade?

Ver mais em: Ars Physica




quarta-feira, 18 de junho de 2014

EQUIPAMENTO QUE DETECTA METANO PROMETE COMPROVAR EXISTÊNCIA DE VIDA EXTRATERRESTRE EM PLANETAS DE TODA A GALÁXIA...

Uma equipe de cientistas da University College, de Londres, criou um novo equipamento detector de gás metano muito poderoso e capaz de identificar formas de vida em planetas fora do sistema solar.


Centrando-se na existência de gás metano, a mais simples das moléculas orgânicas, o equipamento permitirá detectar a molécula a temperaturas muito superiores às que existem na Terra, o que até agora era impossível.


Para descobrir de que é feito um planeta, os astrônomos poderão analisar a forma como a atmosfera de um determinado planeta absorve diferentes cores de luz e comparar depois os dados obtidos com o modelo, um novo espectro, que identifica a natureza das diferentes moléculas presentes.


Jonatjan Tennyson, um dos autores do estudo, revelou ao ABC que os modelos já existentes de detector de metano estão incompletos, o que põe em causa todas as medições já desenvolvidas em alguns planetas.


 E assegura que o "novo modelo terá um grande impacto no futuro para o estudo dos planetas e estrelas fora do Sistema Solar, o que ajudará os cientistas a identificar possíveis sinais de vida extraterrestre".


O novo modelo já foi testado e está pronto para ser utilizado.


Os seus criadores garantem que, num futuro próximo, trará novidades e surpresas nos estudos científicos que procuram formas de vida espalhadas pela galáxia.


Fonte: DN Ciência.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

OS CAÇADORES DE ETS...

COMO CIENTISTAS ESTÃO DESCOBRINDO CADA VEZ MAIS PLANETAS SEMELHANTES À TERRA?


Onde estão esses ETs? Se apenas na nossa galáxia existem cerca de 200 bilhões de estrelas — nosso sol não passa de uma delas — por que supor que a Terra é o único planeta com vida? Hoje, graças ao trabalho de astrônomos dedicados à caça de “exoplanetas” (aqueles girando em torno de outras estrelas), sabemos que a maioria delas possui um sistema planetário. Juntando essa abundância de outros mundos ao fato de as leis da física e da química serem as mesmas por todo o universo visível, fica difícil imaginar que seríamos tão especiais. Mas como fazer para buscar por vida extraterrestre?

Para astrônomos, estudar o Cosmo é buscar por fontes de luz. Na caça de planetas isso complica, pois eles apenas refletem a luz de suas estrelas, e tendem a ser ofuscados por ela. É como tentar enxergar um mosquito voando em frente a um holofote. Mas esse tipo de empecilho não costuma deter cientistas. Daí que, nos últimos 15 anos, mais de mil exoplanetas foram detectados, usando métodos diversos. Se os primeiros eram bem diferentes da Terra — com massa e tamanho muito maior —, os mais recentes são cada vez mais parecidos. O principal objetivo é encontrar um planeta que seja nosso “primo”: com massa e tamanho semelhantes a Terra, e orbitando a estrela em sua “zona habitável”, a região onde a água, se existir ali, será líquida.

A caça a mundos parecidos usa, essencialmente, dois truques: no primeiro, estudam-se variações no movimento da estrela devido ao puxão gravitacional dos planetas que giram à sua volta. Quando os planetas são bem grandes e giram próximos à estrela (seria o caso de um planeta do tamanho de Júpiter fazendo uma órbita bem próxima, como a de Mercúrio), o efeito é detectável através de variações na luz da estrela, que ora se aproxima, ora se afasta. Esse método inicial detectou muitos planetas gigantes. Foi útil por demonstrar duas coisas: que exoplanetas existem na maioria das estrelas, e que podem ser detectados. Mas não é dos melhores para se achar lugares parecidos com a Terra. É aqui que entra a missão Kepler, da Nasa.

O SATÉLITE É CAPAZ DE MEDIR O MINÚSCULO DECRÉSCIMO NA LUZ DE UMA ESTRELA QUANDO UM PLANETA PASSA EM SUA FRENTE
O satélite Kepler é capaz de medir o minúsculo decréscimo que ocorre na luz da estrela quando um planeta passa na frente, o que chamamos de “trânsito”. Esse método tem tido enorme sucesso e é hoje capaz de detectar não só um como vários planetas. Foi assim que, ano passado, o time da NASA anunciou a descoberta de um sistema planetário girando em torno da estrela Kepler-186, de um tipo que tem metade da massa do Sol e brilho bem mais fraco. Até o momento, cinco planetas foram identificados (e confirmados por telescópios aqui da Terra), incluindo o Kepler-186f, com raio apenas 13% maior que o da Terra. O mais importante é que o planeta gira na zona habitável da estrela: se houver água por lá, dependendo da atmosfera, poderá ser líquida.

Não é o mesmo que detectar vida extraterrestre, mas é um enorme passo adiante. Missões futuras serão capazes de analisar a composição da atmosfera de exoplanetas. Com isso, estaremos bem mais próximos de confirmar a existência de ETs. E, se a atmosfera for bem poluída, saberemos que são inteligentes. Ou acham que são.

*Professor de física e astronomia do Dartmouth College, nos EUA. É vencedor de dois prêmios Jabuti e seu mais novo livro chama-se Criação Imperfeita.

Fonte:  Galileu

segunda-feira, 19 de maio de 2014

NA CHINA TRÊS OBJETOS VOADORES NÃO IDENTIFICADOS FORAM VISTOS CAINDO DO CÉU...

Três objetos voadores não identificados foram vistos caindo do céu em dois locais na diferentes da província de Heilongjiang (China) às 06:00 de sexta-feira 16/05/14.

O governo do condado Yi'an confirmou na tarde que os aldeões de Mengchang ouviram um grande barulho e, em seguida, viu-se uma grande bola de fogo caindo em uma horta que pertence a um morador local.

Fotos tiradas por moradores mostraram que o objeto é uma bola de metal, semicoberta por uma camada com bordas irregulares.

Dois outros objetos semelhantes foram vistos caindo do céu em Baiquan condado vizinho.
O objeto tinha um diâmetro de 70 centímetros e pesava cerca de 40 kg, relatou a China Central Television.
Os dois lugares foram bloqueadas, e uma investigação está em andamento. 






quarta-feira, 14 de maio de 2014

NA NOVA ZELÂNDIA EQUIPE DE TV AUSTRALIANA CAPTURA UM DESLOCAMENTO DE OVNIS A 4 MIL KM/H...



Membros de uma equipe de televisão da Austrália registraram dois Óvnis em altíssima velocidade sobre a região de Queenstown na Nova Zelândia, onde filmavam trechos de um filme para um determinado canal de televisão.

A aparição dos dois objetos foi notada quando a equipe antes de exibir o programa começou a editar as imagens capturadas.

A equipe relatou ter notado dois objetos trafegando em altíssima velocidade, da esquerda para a direita.

Ao ver as imagens em câmera lenta, pode-se ver que os Óvnis surgiram detrás de algumas  árvores e se dirigiam ao céu, até desaparecerem.

Os produtores até fizeram a conta sobre a possível velocidade dos objetos: 4 mil km/h em 500 metros.


Pesquisando, eles descobriram que a ave mais rápida que existe naquela região é um falcão peregrino que no máximo alcança cerca de 320 km/h, informação que os fez descartar a possibilidade de os objetos na verdade serem de origem animal.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

ASTRONAUTA TEM PROJETO PARA DEFENDER A TERRA DOS ASTEROIDES...


O projeto da fundação B612 quer evitar que um asteroide acabe com o planeta Terra.

Desde 2000, já houve oito impactos de tamanho semelhante à bomba nuclear de Hiroshima, diz Ed Lu.

Entrevistado pela Wired, o astronauta Ed Lu reafirma que um asteroide pode colidir com a Terra e, assim, erradicar a vida humana.

Lu concentra as suas preocupações na fundação B612, que pretende criar um "perímetro de defesa" à volta do planeta, a partir de um telescópio espacial, a que chama de "Sentinela", com lançamento previsto para 2018.

Lu lembra que a Terra tem crateras e se não as vemos é porque elas estão debaixo dos oceanos.
Nada mais terá importância se formos dizimados.

Até porque, diz Lu, os asteroides podem ser tão poderosos quanto uma bomba atómica:
Desde 2000, já houve oito impactos de tamanho semelhante à bomba nuclear de Hiroshima ou maiores.

Neste momento ninguém sabe quando será o próximo impacto.

O ex-astronauta Ed Lu acha que a maior ameaça à nossa existência vem do o ar.

Sua organização sem fins lucrativos, a Fundação B612, quer a criação de um perímetro de defesa ao redor do planeta.

Não contra os estrangeiros, mas sim erradicar a vida destas rochas espaciais “asteroides”, como os que dizimaram os dinossauros do período Cretáceo.

O primeiro passo? Completar um telescópio espacial chamado “Sentinela”  financiado em grande parte por doadores privados como Googler Peter Norvig e Reddit CEO Yishan Wong, a instalação tem orçamento baixo apenas alguns cem milhões de dólares o que é muito pouco considerando seu objetivo que é o de salvar cidades inteiras de uma potencial destruição.

Equipado com potentes lentes, perfeitamente adequadas para a missão de pesquisar os céus a fim de localizar estes objetos ameaçadores seu lançamento está previsto para 2018.

Entrevista:


P: O que você tem tanto interesse em asteroides? 

R: Passei seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional, de lá você pode notar uma diferença gritante entre a Lua e a Terra, a lua está coberta de crateras, mas a Terra também tem crateras demais você simplesmente não pode vê-las porque eles estão debaixo dos oceanos. Então para quem sabe alguma coisa sobre o espaço e saber que a probabilidade de isso acontecer é algo que você tem que resolver.

Desde o ano 2000, já houve oito impactos com potencia próxima a da bomba lançada em  Hiroshima ou maiores, e o fato de que os asteroides poderão atingir aleatoriamente nossa Terra significa muito, significa que você está aqui basicamente com tempo emprestado. Você nunca sabe quando o próximo impacto irá acontecer.

Eu pensava que a NASA já estava em cima disso.  Nós informamos toda a humanidade sobre ter encontrado cerca de 10.000 desses asteroides, apoiados principalmente pela NASA.

Eles têm um telescópio lá em cima chamado Neowise, recentemente foi reativado para estudar a refletividade de asteroides próximos da Terra, mas não é otimizado para encontrar um grande número deles, apenas cerca de 50 deles ao ano. Sentinela vai encontrar e monitorar 200 mil em seu primeiro ano.

E há cerca de um milhão deles lá fora, grandes o suficiente para destruir uma grande cidade.

Portanto, temos um longo caminho a percorrer, e é isso que Sentinela vai fazer.

Estamos tentando proteger a Terra, e não ficar fazendo estudos científicos sobre asteroides.

E se for verdade que a grande maioria das pessoas não seria prejudicadas, porque eles explodem em altitudes elevadas em áreas despovoadas, nem todos os lugares da Terra são despovoados.

Seu funcionamento.


P: E como funciona? Como Sentinela funciona? 

R: Asteroides são escuros, quase negros ou cor de carvão eles não refletem muita luz.

A função do Sentinela será de varrer o céu com sistema infravermelho, verificando de hora em hora, fazendo isso de novo no dia posterior, e em seguida repetir o processo que a cada 26 dias.

Esse detector de imagem infravermelho, aliás, que é o coração e a alma da tal coisa, é apenas do tamanho de uma folha de papel.

Ao olhar para várias imagens, o Sentinela pode medir as velocidades dos asteroides em até um milímetro por segundo, o que é incrível.

Depois, você pode calcular suas trajetórias e saber se algum deles irá nos atingir.

Formula de Cálculo


P: E o quão rápido eles estão indo, exatamente? 

R: Normalmente um asteroide está se movendo a mais ou menos na mesma velocidade que a Terra.

A Terra se move cerca de 65.000 quilômetros por hora.
Isso é cerca de 1,6 milhões de quilômetros por dia, certo? Então, em um mês ele vai viajar quase 50 milhões de milhas.

P: E se eles estiverem em rota de colisão com a Terra o que fazer? 

R: Essa é a parte fácil, para mudar o curso do asteroide você só precisa mudar a velocidade dele, cerca de um milímetro por segundo isso bastaria para evitar uma colisão direta. Então é só correr para o asteroide com uma pequena nave espacial.

P: Isso não parece tão fácil!!! 

R: Sim, a parte mais difícil será a de viabilizar um modelo adequado. Mas quando você encontra algo que realmente vai atingir a Terra, como você contabilizara isso?

Você faz e as pessoas pagam para os dados? É por isso que nós estamos fazendo isso como uma organização sem fins lucrativos.

O outro desafio é a natureza humana, as pessoas enterram a cabeça na areia.

Será que Nova Orleans sabe que um próximo grande furacão destruiria aquela cidade?

Será que eles consertariam os diques? Não..



Fontes: Wired / B612

quarta-feira, 23 de abril de 2014

26 ASTEROIDES ATINGIRAM A TERRA ENTRE 2000 E 2013...

Estudo revela que a probabilidade de um asteroide com potencial destrutivo atingir a Terra é bem maior do que o que se imagina.

Uma entidade não governamental que monitora explosões nucleares detectou a entrada de 26 asteroides na atmosfera terrestre entre 2000 e 2013.

A Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares divulgou uma animação que simula a queda de corpos rochosos e metálicos no nosso planeta para aumentar a conscientização popular sobre a ameaça que eles representam.

A fundação B612, que estuda essas formações rochosas do espaço, diz que asteroides grandes o bastante para destruir uma cidade podem atingir a Terra a cada cem anos.

A NASA já possui um programa em andamento que monitora corpos no espaço com mais de 1 quilômetro de diâmetro.

Mas a B612 pretende lançar, em 2018, um telescópio infravermelho criado especificamente para detectar potenciais ameaças.

Uma rocha de 40 metros de diâmetro, por exemplo, pode destruir uma cidade.

No ano passado, um asteroide bem menor explodiu no céu de Chelyabinsk, na Rússia, causando um grande impacto.


Mais de mil pessoas ficaram feridas com pedaços de vidro e destroços que voaram pelos ares.

 VÍDEO SIMULADOR COM ALGUNS PONTOS DE IMPACTO DETECTADOS
(em inglês)

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O ABDUZIDO DE CATANDUVA...


O objeto voador projeta um filete de luz azulado e se aproxima da estrada. O motor do carro morre. A tentativa de dar partida é em vão. O homem tenta uma fuga a pé, tão inútil quanto desesperada. A nave lança uma espécie de esteira, que passa sob os seus pés. Ele é tragado em direção ao objeto e logo se vê em uma sala ovalada, o corpo preso por cintas sobre um assento de encosto alto, as mãos presas por braceletes.

No corpo um macacão cheio de fios metálicos, na cabeça uma espécie de capacete com visor. Lá fora vê casas com telhados altos e bem inclinadas, torres de igrejas. De repente, do vale que avista, vê brotar do chão um óvni em forma de ovo, que, acompanhado de uma nuvem branca, se eleva nos ares até próximo de onde se encontra. E que lugar é esse? Essa é parte da descrição de um dos mais impressionantes relatos de abdução registrados pela ufologia brasileira. O que exatamente o catanduvense Onílson Pátero vivenciou há 40 anos, completados neste próximo dia 26, é um mistério ainda longe de ser desvendado.

Seu Onílson morreu em agosto de 2008, aos 75 anos, apenas sete meses após o Diário fazer uma entrevista exclusiva com ele, em sua casa em Catanduva, na qual ele falou sobre sua incrível aventura. Agora, quatro décadas depois, a filha Samara Pátero prepara uma exposição, que deve rodar cidades da região de Rio Preto, para este segundo semestre. O objetivo é resgatar os fatos em torno daquele  26 de abril de 1974 vividos pelo pai, o qual ela considera ter sido um privilegiado pelo que passou.

Seu Onílson deixou registrados dois casos de abdução, com intervalo de um ano entre um e outro. Mas é este, de quatro décadas atrás, o mais intrigante e tido pelos ufólogos como um dos casos mais contundentes que se têm notícia pela coerência nos muitos depoimentos que ele deu à época, com poucas divergências entre os relatos.

Tão rumoroso que chegou a ser monitorado pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social), após o delegado que cuidou do caso enviar ofício ao então chefe do Serviço de Informações Romeu Tuma para saber se o catanduvense pertencia a algum departamento de “assuntos espaciais”. Prova de que o órgão oficial de repressão durante o regime militar não estava de olho somente em suspeitos aqui na terra. Tinha interesse também em qualquer movimentação estranha nos céus do Brasil.


A captura


A saga do seu Onílson começou naquele que teria tudo para ser mais um na rotina de um vendedor. Ele negociava livros didáticos e viajava muito pelo Estado.
Almoçou mais cedo e avisou a mulher, dona Lourdes, que tinha compromisso na cidade de Júlio de Mesquita, aproximadamente 160 quilômetros de Catanduva.
Despediu-se da mulher, deu um beijo nas filhas Samara e Silvana e partiu. Ninguém imaginava o quanto custaria para que se reencontrassem.

Já à noite, terminado o trabalho, ele saía de Marília de volta pra casa quando a 15 quilômetros de Guarantã, da janela do Fusca, avistou uma luminosidade azulada correndo paralelamente ao longo dos fios de energia da Cesp. Era, de acordo com ele, um objeto voador não identificado (óvni). Capturado e levado ao interior da nave, vivenciou experiências registradas tanto em sucessivas entrevistas dadas a pesquisadores quanto em sessões de hipnose regressiva, com acompanhamento de membros da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV) e até da Aeronáutica.


Extraterrestre, marciano?


Por quase uma semana a família Pátero ficou sem notícias do vendedor. Seu desaparecimento já tinha sido registrado à polícia. Encontraram o carro no acostamento da estrada, perto da porteira da fazenda Água Santa, não muito distante de Guarantã. No interior do Fusca a mala de seu Onílson, com documentos, cheques e dinheiro. Tudo intacto, o que só fez aumentar o mistério e levou a família a pensar no pior.

Enquanto as buscas em solo paulista se mostravam infrutíferas, a imprensa capixaba começava a espalhar a notícia de um homem que havia caído de um disco voador. Encontrado desorientado, sujo e cheio de carrapichos por um fazendeiro local em morro de Colatina, cidade do Espírito Santo a 1,2 mil quilômetros de Catanduva, Pátero só falava frases soltas sobre os momentos que diz ter passado no interior do óvni.

Nem mesmo se dava conta de que haviam transcorrido cinco dias entre o “rapto” pelo óvni e seu aparecimento em terras distantes. No morro em que surgiu misteriosamente deixou inscrito suas iniciais - “OP” - como uma pista para o caso de não ser encontrado. Chamado de marciano, de “homem que viajou no disco voador”, via chegar ao fim seu pesadelo. E começava o mistério que permanece até hoje.


Notícia correu o Brasil, Alemanha e França.


As duas abduções de Onílson foram tema de reportagens em jornais brasileiros e ganharam destaque em publicações de países europeus, como Alemanha e França, lembra a filha. Samara conta que tinha 13 anos na época em que tudo aconteceu. Ela e a irmã Silvana afirmam que sofreram muito. “A gente acaba evitando falar no assunto, por medo de sermos vistos como loucos. As abduções são mais comuns do que se imagina, mas muitos não revelam por vergonha.” Ela se lembra do drama vivido pela família quando o pai desapareceu na região de Marília. Até seu reaparecimento, no Espírito Santo, conviveram com toda angústia da espera. “Vivemos momentos muito tensos a partir daí, pois muita gente queria falar conosco. Recebemos a visita até da Gal Costa, que gostava muito do tema, além de muitos ufólogos que vieram pesquisar o caso do meu pai.” Dentre os pesquisadores, estiveram presentes Jorge Nery, do Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais de Araçatuba, o mesmo que investigou os sinais nos canaviais de Riolândia. O caso também foi investigado por uma das mais prestigiadas instituições de pesquisa ufológica do País, a Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores. E chegou até o Dops pelo delegado do caso, que solicitava informações a respeito do seu Onílson e das pessoas que o pesquisavam, a fim de saber se integravam algum departamento oficial de “assuntos espaciais” e se podiam oferecer algum esclarecimento sobre o homem que disse haver viajado num disco voador.



DEPOIMENTO


Eu vi um homem realmente convicto.

Marival Correa

O que levaria um homem de 75 anos, trabalhador, pai-avô, que depende de sua boa reputação e de sua credibilidade para fechar seus negócios, a criar uma história sobre abdução e experiências em um disco voador? Quando estive diante de seu Onílson Pátero, em janeiro de 2008, essa foi a principal pergunta que tinha em mente. Para passar de “contador de causo” à pecha de maluco, mentiroso e adjetivos equivalentes seria um pulo. Um risco grande demais que não compensaria qualquer suposta tentativa de marketing pessoal ou intenção de se promover.

E o que vi foi um homem convicto, resoluto. Um homem íntegro, com sinceridade expressa no olhar e com a arma mais importante de quem acredita na causa que defende a verdade. Ouvia cada questionamento atentamente e respondia com paciência e firmeza. O que pude concluir é que algum fenômeno, algo inexplicável, pode sim ter acontecido com ele.


No interior da nave, fios em forma de teias e um ‘clone’.



Seu Onílson descreve o interior da nave espacial, pela qual diz ter sido abduzido, como um local complexo dotado de muitas salas e equipamentos. Ao emaranhado de fios, responsáveis por gerar intensa luminosidade no ambiente, ele deu o nome de teias de aranha, dispostas em três e até quatro camadas. As luzes eram esféricas, ora completamente expostas, ora inseridas em tubos. Havia ainda nas paredes de três a quatro pontos luminosos intermitentes, “do mesmo modo como se vê numa tela de TV ao ser desligada”, descreveu.

Não constam relatos sobre a que tipo de experiência teria sido submetido durante a abdução, nem uma descrição de como seriam as criaturas. Contou, porém, que foi levado por três seres encapuzados a um dos compartimentos do óvni, onde foi amarrado com cintas de aço atadas à uma cadeira metálica. Diz que trocou de roupa e vestiu uma espécie de macacão recoberto por fios e que foi analisado por meio de instrumentos e de luzes.


O clone



Em seguida, ainda preso à cadeira, lembra-se de estar com um capacete dotado de um pequeno visor. Viu uma série de indivíduos em fila indiana passarem à sua frente. Eles estavam postados ora de frente, ora de lado, mas sempre cobertos por capuzes que se constituíam num prolongamento da própria roupa que vestiam, o que impedia fazer qualquer tipo de descrição detalhada sobre como eram. Lembra apenas que “alguns tinham aspectos humanos”.

O único que não estava oculto pela vestimenta era o último da fila. Um susto enorme para o vendedor. Segundo ele, aquele ser era uma cópia exata dele. Vestia as mesmas roupas que usava quando foi abduzido e até os óculos eram iguais. Como isso seria possível? Seria o primeiro caso de clonagem humana durante uma abdução? Nem mesmo seu Onílson tinha respostas, quando questionado tanto pelos pesquisadores quanto pela reportagem, há seis anos, poucos meses antes de sua morte.


A descida


Um dos últimos episódios de que se lembra, dentro da nave, foi ainda estar com braceletes de aspecto metálico, amarelados e opacos, nos pulsos e nos tornozelos, que não o incomodavam. Depois de ter sido colocado num tipo de urna, parecendo de isopor, embutida no piso e onde havia lugar para todo o corpo se acomodar anatomicamente.

Não soube precisar por quanto tempo ficou nessa urna, aliás a partir daí disse não se lembrar de mais nada. Só sabe que ao recobrar a consciência já estava novamente vestido com a sua própria roupa e em outro compartimento mais espaçoso. Depois diz ter sido desembarcado do objeto pela mesma esteira que o capturou no início da experiência. Contou que foi colocado de forma suave sobre o chão. Seu Onílson notou que era noite alta e que estava sobre um morro. Dali ainda observou a partida do estranho objeto. Restava a ele saber onde estava e tentar entender tudo o que havia acontecido. Mas quem acreditaria?


Fonte: DiárioWeb

sábado, 19 de abril de 2014

VÍDEO INTERESSANTE CAPTURADO NA HOLANDA ÓVNI PAIRA SOBRE A CIDADE DE MAASSLUIS...


Rijnmond TV News, na Holanda está transmitindo um vídeo interessante um Óvni capturado por um homem na cidade de Maassluis.

O objeto parece ser um grande objeto azul em forma de lente e não tem meios aparentes de propulsão.

Maassluis está a poucos quilômetros ao sul de Haia, numa área perto de Rotterdam chamada Rijnmond na foz do rio Reno.

Este vídeo foi capturado por um residente Maassluis de nome Dick Smits por volta das 14:25 horas de sexta-feira 11/04/14 .

De acordo com Dick Smits, o objeto pairava no ar em silêncio ficou lá por um longo tempo antes de desaparecer nas nuvens.

Aparentemente o objeto tem um fundo ligeiramente curvado e um topo abobadado.
Não fez nenhum movimento brusco, o que poderia indicar um objeto inflável.

No entanto, no ângulo ao qual sua imagem foi capturada e não aparenta  ter a forma de um balão.

Traduzir a notícia deste vídeo via Google é difícil, mas pelo que percebo Smits parece acreditar que o universo é cheio de vida extraterrestre e que estamos próximos de mais avistamentos de ÓVNIs .

Se você souber holandês, deixe-nos saber o que mais Smits está dizendo, e tente saber se essa afirmação é correta. Por aqui estamos analisando o fato exaustivamente assim que obtivermos respostas lançaremos considerações neste mesmo post.


Caso contrário, diga-nos o que você pensa sobre esta captura deste interessante vídeo. 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

DESCOBERTO PRIMEIRO PLANETA SEMELHANTE À TERRA...


COMPARAÇÃO "NASA"


A revista norte-americana Science informou em 17/04/14  que astrônomos anunciaram a descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido.

"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de outra estrela", ressaltou a astrônoma Elisa Quintana, do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana (Nasa). Ela integra a equipe internacional que conduziu a investigação.

O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186 e se localiza na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", de acordo com a astrônoma. Essa zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida – que depende da presença de água – tem mais probabilidade de se desenvolver ali.

O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas de tamanho próximo ao da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.

Entre os cerca de 1,7 mil exoplanetas já detectados, em 20 anos, duas dezenas estão ao redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos desses planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos. Localizado na Constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vênus.

Em fevereiro, a Nasa anunciou que o telescópio Kepler tinha detectado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra. A maioria desses novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos.

O Kepler foi lançado em 2009 para detectar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, localizadas nas constelações do Cisne e Lira, bem como encontrar planetas-irmãos da Terra.

Fonte: Bonde

terça-feira, 18 de março de 2014

VATICANO ORGANIZA CONFERÊNCIA PARA DEBATER VIDA FORA DA TERRA...

Mais de 200 cientistas foram convidados para debater o tema...



Nesta terça-feira (18) o Observatório do Vaticano — instituição astronômica da Santa Sé — inicia uma conferência científica para tentar encontrar vida em outros planetas.

O tema do evento é “A Busca por Vida Além do Sistema Solar. Exoplanetas, Bioassinaturas e Instrumentos” e para discutir a possibilidade de vida extraterrestre mais 200 cientistas foram convidados.

Entre os cientistas estará o brasileiro Eduardo Janot Pacheco, da Universidade de São Paulo, que falará sobre a “zona habitável” dizendo que o recorte é muito limitado para buscar por vida fora da Terra.

A zona habitável é uma região do sistema planetário em que um mundo recebe a quantidade certa de radiação da estrela para permitir a existência de água líquida em sua superfície. 

O brasileiro defende o conceito de “zona extremófila” que é mais amplo, nesses locais criaturas seriam capazes de sobreviver, evoluir e proliferar.

Os debates acontecerão até a próxima sexta-feira (21) tendo também a participação de nomes como Steven Benner, que pesquisa sobre a origem da vida, e Sara Seager, que coordena uma pesquisa sobre a possibilidade de uma biosfera alienígena em planetas fora do Sistema Solar.

A iniciativa da Igreja Católica em estudar a possibilidade de vida extraterrestre chamou a atenção de cientistas, pois durante anos os cientistas Galileu e Giordano Bruno foram condenados por revelarem alguns dos mistérios do universo.

Fonte: Notícias

sábado, 15 de março de 2014

CIENTISTAS AFIRMAM EXTRATERRESTRES VIVEM SILENCIOSAMENTE ENTRE NÓS...

Alguns oficiais e cientistas dizem que extraterrestres vivem "entre nós" 

e que podemos entrar em contato com eles (Shutterstock)



Alguns oficiais e cientistas afirmam que seres extraterrestres vivem entre nós, que nós podemos entrar em contato com eles no cotidiano ou que eles podem até estar dentro de nossos corpos.


 DECLARAÇÕES:


1. Ex-ministro de defesa do Canadá...



No inicio deste mês, o ex-ministro de defesa do Canadá Paul Hellyer disse ao RT que ele acredita que há aliens entre nós: “Eu tenho pegado (informações) de várias fontes de que há por volta de 80 espécies diferentes, e alguns deles são tão parecidos conosco que podemos encontrar um deles na rua sem saber”.



2. Paul Davies, Universidade do Estado do Arizona...


O premiado físico Paul Davies disse que a vida alienígena pode estar “bem debaixo de nosso nariz, ou até mesmo em nossos narizes”.


Ele disse à CBS News que há micróbios de fora da Terra que podem estar agora em nosso planeta, ou mesmo em nossos corpos. Ele também afirmou que a vida pode ter se desenvolvido várias vezes na Terra, e não apenas uma, e que a vida de diferentes períodos de tempo podem ser alienígenas.


3. Dr. Robert Gaveta, Universidade do Norte de Kentucky...


O Dr. Robert Trundle, professor de filosofia da Universidade do Norte de Kentucky, disse ao Cincinnati Post em 2004 que ele foi “evitado” por suas opiniões sobre extraterrestres. Ele escreveu um livro intitulado “Estariam ETs aqui? Não politicamente, mas sim cientificamente e teologicamente”.

Ele disse ao jornal The Post: “Os ETs existem a partir de uma perspectiva política? Não, porque o governo tem medo do choque cultural e do pânico público. Para o governo reconhecer a existência de seres extraterrestres aqui, ele iria acabar admitindo que não pode nos proteger deles.”

“Cientificamente, eu argumento que milhares de relatos de testemunhas não podem ser simplesmente descartados. Eu estou falando sobre pilotos que se manifestaram, mesmo sabendo que isso significaria que eles tivessem que passar por exames psiquiátricos como resultado direto”.


4. Chefe do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária...


Latchezar Filipov, diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária, disse ao Toronto Star em 2009: “Nós enviamos (aos aliens) 30 perguntas sobre problemas globais,… e agora temos algumas respostas.”.

Ele não disse como as perguntas foram enviadas, mas afirmou que as respostas vieram como pictogramas em círculos nas plantações.

Acredita-se que os aliens disseram a Filipov e sua equipe que as tentativas da pesquisa sobre inteligência extraterrestre para detectar aliens falharam devido ao “campo magnético”. Filipov também disse, de acordo com o jornal The Telegraph, que “aliens estão atualmente ao redor de nós, e que estão nos observando o tempo todo”.

Filipov tem trabalhado em uma missão da espaçonave do MIR, e ocupou cargos de alta patente na astrofísica.

Fonte: Epoch Times